O Brasil exportou US$ 1,19 bilhões em produtos do agronegócio para a Venezuela no ano passado.
Conseguindo um superávit de US$ 778 milhões.
Porém, nossas exportações já caíram 69% desde 2014.
Produtos brasileiros como açúcar, milho e óleos vegetais podem precisar buscar outros mercados.
Locais bastante competitivos, o que tende a aumentar preços, incluindo no transporte.
Como a economia venezuelana está uma balbúrdia há mais de uma década, pode haver paralisação de contratos, cancelamento de embarques e aumento da insegurança quanto ao recebimento.
Sem falar que o nosso vizinho já roubou ativos e passivos de várias empresas brasileiras, sem o governo ocupado por presidentes do Partido dos Trabalhadores (Lula e Dilma) tomasse a menor providência.
Pelo contrário.
A administração federal do PT apoiou como nunca a invasão de venezuelanos na fronteira amazônica.
Além de permitir que o país do ditador Maduro acumulasse uma dívida de R$ 10,3 bilhões com o Brasil, que já perdura há 7 anos e soma cerca de R$ 2,7 bilhões em juros.
Ver esse dinheiro agora?
Parece impossível.
Outro problema é nossa importação de fertilizantes.
45% das compras brasileiras do vizinho correspondem a esse insumo, totalizando US$ 208 milhões em 2023.
Por último, em paralelo, tem a questão dos combustíveis.
O consumo de diesel deve ter cravado 70,5 bilhões de litros no ano passado.
Após aumentos acumulados de 57% no diesel e 98% no biodiesel.
Em 5 anos.
Como a variação do petróleo costuma refletir nos preços das commodities agrícolas, o impacto pode chegar rapidamente aos custos dentro da porteira.