Com soja e milho em níveis recordes, eventos agrícolas ampliam debate sobre eficiência, manejo e agricultura tropical
Em um momento de expansão da produção brasileira de grãos e aumento da pressão sobre eficiência no campo, as grandes feiras agrícolas mantêm protagonismo como vitrines estratégicas de tecnologia, manejo e tomada de decisão dentro do agronegócio nacional. Em diferentes regiões do país, produtores passaram a buscar soluções mais rápidas e adaptadas à nova realidade climática e fitossanitária das lavouras.
É nesse cenário que a Ourofino Agrociência reforça presença em duas das principais feiras do calendário agrícola brasileiro: a AgroBrasília 2026, dos dias 19 a 23 de maio, no Distrito Federal, e a Showtec 2026, de 19 a 21 de maio, em Maracaju (MS). Os eventos ocorrem em meio a projeções históricas para soja e milho no ciclo 2025/26, marcado por elevada produtividade, mas também por crescente preocupação com clima, pragas e plantas daninhas resistentes.
Segundo estimativas da Conab citadas pela companhia, a safra brasileira de soja poderá alcançar entre 177,6 milhões e 181 milhões de toneladas, enquanto o milho deve somar entre 138 milhões e 140 milhões de toneladas nas três safras.

Em Brasília, a AgroBrasília volta a ocupar posição estratégica não apenas pelo volume de negócios, mas pelo peso político e tecnológico do Cerrado brasileiro na produção agrícola nacional. “Brasília ocupa uma posição importante dentro da estrutura do agronegócio brasileiro, principalmente pela capacidade de integrar pesquisa, sustentabilidade e formulação de políticas para o setor”, afirma Michel Daniel, gerente de Marketing da Ourofino Agrociência.
Segundo Michel, a presença da empresa na feira também reforça a necessidade de soluções adaptadas às condições tropicais do país. “Estar presente na AgroBrasília reforça nosso compromisso em contribuir com insumos adaptados às necessidades da agricultura tropical, especialmente para o Cerrado, região responsável por cerca de metade da safra brasileira de soja e milho”, afirma.
Já em Mato Grosso do Sul, a Showtec 2026 acontece em Maracaju, município que se consolidou como um dos principais polos agrícolas brasileiros. Apenas na safra 2024/25, a cidade produziu mais de 1,5 milhão de toneladas de soja em uma área superior a 353 mil hectares, segundo dados do SIGA-MS.
O avanço das irregularidades climáticas e o crescimento da resistência de plantas daninhas passaram a ampliar a preocupação dos produtores da região. “Maracaju representa muito bem a realidade do agronegócio brasileiro: um produtor altamente tecnificado, mas que também convive com desafios cada vez mais complexos, principalmente relacionados ao clima, manejo e eficiência operacional”, afirma Willian Silva Lima, gerente regional Sul da Ourofino Agrociência.
A empresa destaca nas feiras soluções voltadas ao manejo fitossanitário em soja e milho, incluindo fungicidas, herbicidas e inseticidas direcionados ao controle de ferrugem-da-soja, manchas foliares, buva, capim-amargoso e pragas resistentes. Dados da Embrapa indicam que plantas daninhas podem provocar perdas médias de até 15% na produção mundial de grãos, pressionando custos e produtividade. “Hoje, o produtor busca ferramentas que entreguem performance, segurança e consistência mesmo em condições adversas”, afirma Willian.




