A estrutura das hidrovias brasileiras teve um 2025 de boas notícias.
O Ministério de Portos e Aeroportos e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes investiram em obras de modernização da infraestrutura, ampliação da navegabilidade e reforço da segurança do transporte fluvial em várias regiões do país.
Foram obras, dragagens, sinalização náutica, recuperação de estruturas e operação de eclusas.
O dinheiro beneficiou hidrovias da região Amazônica e de outros eixos estratégicos do país.
Nos rios Madeira, Amazonas, Solimões e Tocantins, no Amazonas.
No Delta do Parnaíba, no Piauí.
Rios Grajaú, Pindaré e Mearim, no Maranhão.
Rios Jacuí e Taquari, no Rio Grande do Sul.
A meta foi facilitar o tráfego de embarcações e o transporte da produção regional.
Assegurar o deslocamento de pessoas e o atendimento às comunidades ribeirinhas, especialmente em períodos de estiagem.
Reduzir os gastos com transporte.
Garantir segurança e eficiência.
Integrar as regiões e promover o desenvolvimento.
No Rio Grande do Sul, a prioridade foi a recuperação da navegabilidade das hidrovias afetadas pelas enchentes de 2024.
É isso aí.
O Brasil é gigantesco.
Quarto maior país em extensão territorial.
E um enorme número de rios navegáveis.
Precisamos alternar ao máximo os tipos de transporte de mercadorias e pessoas.
Barcos, navios, trens, caminhões, carros, ônibus, aviões.
Há um caminho muito longo que temos de percorrer nesse sentido.
Com o dinheiro do cidadão e das empresas privadas.