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John Deere acelera inovação com 20 lançamentos na Agrishow

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Portfólio integra máquinas, conectividade e serviços para ampliar produtividade e reduzir custos no campo

 

A Agrishow 2026 consolidou um novo patamar tecnológico no agronegócio brasileiro, com a John Deere apresentando um dos maiores ciclos de inovação de sua história no país. Com mais de 20 lançamentos e um portfólio ampliado de soluções integradas, a companhia reforça uma mudança estrutural no campo: a transição para operações cada vez mais conectadas, automatizadas e orientadas por dados.

Instalada em Ribeirão Preto, a chamada “Casa John Deere” foi concebida como um ambiente imersivo para demonstrar como equipamentos, plataformas digitais e serviços podem operar de forma integrada ao longo de toda a jornada produtiva. A estratégia mira não apenas grandes produtores, mas também propriedades de menor porte, ampliando o acesso à tecnologia no campo.

“Mais do que ampliar o portfólio, esses lançamentos mostram como o agro brasileiro está avançando em direção a operações cada vez mais conectadas, eficientes e orientadas por dados. Nosso foco é democratizar a tecnologia e entregar soluções que se integrem à realidade de todos os tipos de produtor”, afirma Rodrigo Bonato, vice-presidente de Vendas e Marketing da John Deere para a América Latina.

Portfólio

No plantio, a nova plantadeira DB Transportável simboliza esse avanço ao reduzir drasticamente o tempo de deslocamento entre áreas — de até dois dias para cerca de duas horas —, ampliando a eficiência logística durante janelas críticas. Já a linha 1200 FT busca levar o plantio de alta performance a propriedades menores, adaptando-se a diferentes condições de solo e relevo.

A digitalização também avança no setor sucroenergético com o ExactStand™, sistema que utiliza visão computacional para monitorar, em tempo real, a distribuição de mudas e identificar falhas no plantio, permitindo correções imediatas e maior precisão operacional.

Na pulverização, a série 400R e o sistema See & Spray™ ampliam o uso inteligente de insumos. A tecnologia permite aplicar defensivos apenas onde há necessidade, com potencial de reduzir significativamente o consumo — em alguns casos, chegando a até 93% de economia — além de ganhos operacionais e ambientais.

Na colheita, a evolução segue o mesmo caminho. A nova plataforma de milho CR incorpora ajustes automáticos em tempo real, alinhando-se ao crescimento do etanol de milho no Brasil. Já a colheitadeira S4 amplia a eficiência em terrenos mais desafiadores, enquanto sistemas de automação podem gerar ganhos de até 20% em produtividade e redução de perdas.

No segmento sucroenergético, as colhedoras CH7 e CH9 introduzem melhorias que impactam diretamente o custo operacional, com redução de até 10% no consumo de combustível e menor presença de impurezas na matéria-prima, elevando o valor entregue à indústria.

Digital, integração

Toda essa evolução é sustentada por plataformas digitais como o Operations Center™, que centraliza dados da operação e permite monitoramento remoto, padronização de processos e tomada de decisão mais ágil. A conectividade via satélite, por meio do JDLink™ Boost, amplia ainda mais esse alcance, inclusive em regiões com baixa cobertura.

Ao integrar máquinas, dados e serviços financeiros — com apoio do Banco John Deere e soluções de consórcio —, a companhia reforça um movimento maior do setor: o agro deixa de ser apenas mecanizado para se tornar, definitivamente, digital.

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