O Brasil importou 446.319,1 toneladas de milho não moído em dezembro passado, exceto milho doce. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Os valores médios diários gastos também foram mais altos, com em US$ 4,775 milhões, aumento de 172,23%. “Houve isenções que facilitaram a entrada de milho importado, bastante milho do Paraguai e bastante milho da Argentina. Eu enxergo isso com absoluta naturalidade, porque o produtor brasileiro precisa saber que fazemos parte de uma cadeia que vem o antes da porteira e o pós-porteira, somos um pedaço da cadeia, um pedaço muito importante, mas temos que conviver. O milho gera na cadeia 4 milhões de empregos, então para preservar esses empregos na cadeia toda, como não temos estoques no país, o Brasil precisou ir buscar milho fora de suas fronteiras”, explicou o presidente institucional da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Cesário Ramalho.




