Tecnologia estimula produção natural de eritropoetina e amplia opções terapêuticas no tratamento de gatos com Doença Renal Crônica
A medicina veterinária felina ganhou um novo reconhecimento internacional com a inclusão do molidustat — princípio ativo do medicamento Varenzin™, da Elanco Saúde Animal — nas diretrizes da International Renal Interest Society (IRIS) para o tratamento da anemia em gatos com doença renal crônica (DRC). A atualização dos protocolos reflete o avanço das terapias voltadas a uma das condições mais comuns em felinos idosos e que impacta diretamente a qualidade de vida desses animais.
A DRC afeta entre 15% e 30% dos gatos com mais de 12 anos, e a anemia pode atingir até 65% dos casos à medida que a enfermidade evolui. O quadro está associado à redução da produção de eritropoetina, hormônio responsável pela formação dos glóbulos vermelhos.
O Varenzin™ foi desenvolvido para atuar nesse mecanismo fisiológico, estimulando o próprio organismo do animal a produzir o hormônio de forma natural. O medicamento é o primeiro tratamento veterinário oral indicado especificamente para anemia associada à DRC felina, característica que facilita a administração e contribui para a adesão ao tratamento por tutores e pacientes.
Segundo Mariana Gabaldi, coordenadora de Marketing e Pet Health da Elanco Brasil, a inclusão nas diretrizes reforça o impacto da inovação terapêutica. “A incorporação do princípio ativo de Varenzin™ às diretrizes da IRIS consolida o medicamento como uma das inovações mais importantes dos últimos anos em medicina felina”, afirma.

A médica-veterinária Camila Camalionte, gerente técnica da divisão Pet Health da empresa, destaca que a solução apresenta perfil de segurança consistente e pode ser integrada a protocolos multimodais. “Sua inclusão nas diretrizes da IRIS reforça não apenas a credibilidade do produto, mas também o alinhamento da Elanco com os mais altos padrões internacionais”, diz.
O produto integra o portfólio da companhia voltado ao manejo da DRC, que inclui ainda soluções para controle do apetite e tratamentos complementares. A atualização das diretrizes reforça a tendência de terapias cada vez mais específicas e alinhadas à fisiologia dos animais, ampliando as possibilidades de manejo clínico da doença renal crônica felina.




