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MSD fatura R$ 2,1 bi e aposta em saúde preventiva

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Delair Bolis, presidente da MSD Saúde Animal no Brasil, Paraguai, Uruguai e Bolívia.

Empresa reforça uso de dados, tecnologia e prevenção como base para produtividade no agro e crescimento do mercado pet

 

A saúde animal deixou de ser apenas um suporte à produção para se tornar um dos pilares estratégicos da economia brasileira. Impulsionado pela demanda global por proteína e pela expansão do mercado pet, o setor avança apoiado em tecnologia, dados e prevenção — uma combinação que vem redefinindo padrões de produtividade e competitividade no agro.

Nesse contexto, a MSD Saúde Animal ultrapassou a marca de R$ 2,1 bilhões em faturamento no Brasil, reforçando seu reposicionamento como uma empresa orientada por inovação e inteligência de dados. A estratégia acompanha a evolução do setor, que conecta eficiência produtiva no campo com o crescimento acelerado do cuidado com animais de companhia.

No agronegócio, responsável por cerca de 25% do PIB nacional, a sanidade animal é considerada um ativo essencial para garantir acesso aos mercados internacionais. Qualquer falha nesse aspecto pode comprometer exportações e gerar perdas relevantes. Ao mesmo tempo, o segmento pet segue em expansão, impulsionado pela humanização dos animais e pelo aumento da demanda por serviços de saúde preventiva.

Para sustentar esse avanço, a companhia direciona cerca de 20% de seu faturamento global para pesquisa, desenvolvimento e aquisições estratégicas, viabilizando soluções que integram ciência e tecnologia. No campo, sensores e sistemas de monitoramento permitem decisões baseadas em dados, otimizando recursos e aumentando a produtividade por animal.

Já no mercado pet, o foco está em soluções de longa duração e maior eficiência, como o Bravecto 365, que oferece proteção anual contra pulgas e carrapatos com uma única aplicação, além de protocolos de vacinação mais abrangentes. A estratégia de prevenção se consolida como elemento central do modelo de negócio. Evitar doenças, nesse cenário, torna-se mais eficiente do que tratar perdas já instaladas — tanto do ponto de vista econômico quanto produtivo.

Os resultados refletem essa abordagem. Em 2025, a unidade de Avicultura cresceu 51%, seguida pela Suinocultura (21%) e Aquicultura (12%), enquanto o segmento de animais de companhia avançou 4%, mantendo trajetória consistente de valorização.

Para Delair Bolis, presidente da MSD Saúde Animal na região, o Brasil ocupa posição estratégica nesse cenário. “O Brasil é um player centra. Nosso papel é ser o parceiro estratégico que sustenta esses dois motores econômicos, assegurando que a sanidade seja o alicerce para um crescimento sustentável e competitivo”, afirma.

Ele reforça ainda a proposta da companhia. “Não entregamos apenas produtos; entregamos previsibilidade para o negócio. Ao fortalecermos a saúde animal, estamos fortalecendo a própria economia brasileira”, completa. Por integrar inovação, prevenção e gestão baseada em dados, a saúde animal se consolida como um dos principais vetores de eficiência e crescimento no agronegócio e no mercado pet, ampliando seu impacto na economia nacional.

 

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