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FPA: entidades do Agro criticam redução nos vários benefícios federais

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Documento aponta para risco de aumento de custos, insegurança jurídica e perda de competitividade no agro

Segundo o texto, o PLP reduz em 10% benefícios tributários que incidem tanto sobre insumos agropecuários quanto sobre a comercialização de produtos. As entidades destacam que essa mudança pode resultar em aumento do PIS/Cofins sobre insumos, além de cortes no crédito presumido, com reflexos diretos na margem do produtor. O setor argumenta ainda que parte dos benefícios fiscais considerados na proposta não se trata de “privilégios”, mas de instrumentos essenciais para corrigir distorções, sustentar a competitividade e estimular investimentos no agro. Eles citam como exemplo políticas previstas na Lei nº 10.925/2004, que tratam de desonerações tributárias para itens essenciais à produção, com impacto direto no custo ao consumidor.

As entidades pedem que o Congresso e o Executivo promovam debates técnicos para avaliar os efeitos econômicos e sociais do PLP sobre as cadeias produtivas, de forma a identificar mecanismos estratégicos que sustentam produtividade, geração de emprego e competitividade internacional. O documento ainda critica a adoção de cortes lineares e imediatos nos benefícios, sem análise de impacto ou modelo de transição, alegando risco de desorganização produtiva, redução de investimentos e aumento nos preços de alimentos. Além disso, alerta para um possível ciclo permanente de aumento da carga tributária para suprir o crescimento do gasto público.

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