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Abisolo cresce, incorpora novos segmentos e se reposiciona

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Roberto Levrero, presidente do Conselho da Abisolo: consequência natural da evolução da atuação no setor

Entidade incorpora novos segmentos, como biológicos e adjuvantes, e reposiciona papel no avanço tecnológico e regulatório do agro brasileiro

 

A evolução do mercado de insumos agrícolas no Brasil ganhou um novo marco institucional com a mudança de nome da Abisolo, que passa a se chamar Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia para Produção Vegetal. Mais do que uma alteração formal, a decisão reflete uma transformação estrutural no setor, que avança para um modelo cada vez mais integrado e orientado por inovação.

A entidade, que anteriormente concentrava sua atuação na nutrição vegetal, amplia agora seu escopo para abranger um conjunto mais amplo de tecnologias diretamente ligadas à produção agrícola. Entre os segmentos incorporados estão os insumos de base biológica e os adjuvantes, que se somam a fertilizantes minerais, organominerais e orgânicos, além de biofertilizantes, remineralizadores, substratos e condicionadores de solo.

O movimento responde à crescente demanda do setor por soluções mais completas e sustentáveis, capazes de integrar diferentes ferramentas dentro do sistema produtivo. Para Roberto Levrero, presidente do Conselho Deliberativo da entidade, a mudança era um passo natural diante da evolução do mercado. “A Abisolo deixou de representar apenas a nutrição vegetal […] e passou a atuar de forma mais ampla, contemplando tecnologias que impactam diretamente toda a produção vegetal. A mudança de nome é consequência natural da evolução do nosso escopo e do amadurecimento do setor, reafirmando nosso compromisso com a produtividade inteligente”, afirma.

Além da ampliação de representação, a entidade reforça sua atuação institucional por meio de comitês técnicos dedicados a áreas estratégicas, como biológicos e adjuvantes. A iniciativa busca contribuir para a construção de um ambiente regulatório mais moderno e alinhado à realidade do campo.

“O crescimento desses segmentos tem atraído investimentos relevantes, mas ainda enfrenta lacunas regulatórias importantes. Nosso papel […] é promover o diálogo técnico com o poder público e colaborar para que a regulamentação acompanhe a inovação e a realidade do campo”, destaca Levrero.

Com mais de 140 empresas associadas, a entidade consolida seu reposicionamento como representante de um setor em transformação, no qual tecnologia, sustentabilidade e produtividade passam a caminhar de forma cada vez mais integrada.

Segmentos representados

  • Fertilizantes minerais, orgânicos e organominerais
  • Biofertilizantes e remineralizadores
  • Substratos e condicionadores de solo
  • Insumos biológicos e adjuvantes

 

 

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