Soluções da Mosaic atuam no florescimento e no enchimento de grãos para reduzir riscos e elevar produtividade em soja e milho
Em um cenário cada vez mais marcado por instabilidade climática, a busca por previsibilidade no campo tem levado empresas a investir em soluções capazes de proteger o potencial produtivo das lavouras. A Mosaic Biosciences aposta justamente nesse ponto crítico ao lançar tecnologias voltadas para duas fases decisivas da produção: o florescimento e o enchimento de grãos.
O desafio é claro: eventos como estresse térmico ou desequilíbrios metabólicos podem comprometer, em poucos dias, todo o resultado de uma safra construída ao longo de meses. É nesse contexto que surgem os produtos MBio Floresce e Refirma Cybelion, desenvolvidos para reduzir perdas e ampliar o teto produtivo em culturas como soja e milho.
O MBio Floresce atua diretamente na fase reprodutiva, momento em que a planta tende a abortar flores sob condições adversas. Com alta concentração de extrato da alga Ascophyllum nodosum, a solução busca aumentar a resiliência fisiológica e garantir o chamado “pegamento” das flores, permitindo que o potencial produtivo se converta em vagens e espigas efetivas.
Já o Refirma Cybelion foca na etapa seguinte, otimizando o uso da energia gerada pela fotossíntese. A tecnologia Glicotech direciona esse fluxo energético para o enchimento dos grãos, reduzindo perdas ao longo do processo. Em condições de campo, a solução registrou produtividade média de 80 sacas por hectare, com incremento de 7,3% na produção final.
Segundo Alexandre Alves, diretor da Mosaic Biosciences Brasil, o conceito por trás das soluções é atuar nas duas principais alavancas da produtividade. “Proteger a flor e encher o grão são as duas alavancas que o produtor precisa para colher mais”, afirma.
A proposta reforça uma tendência crescente no agronegócio: o uso de bioinsumos e tecnologias fisiológicas como ferramentas para reduzir riscos e aumentar a eficiência produtiva, especialmente em um ambiente em que o clima se torna cada vez mais imprevisível.
O avanço de soluções fisiológicas e bioinsumos indica uma mudança no conceito de gestão de risco no campo. Em vez de reagir às perdas, o produtor passa a atuar preventivamente nos momentos críticos da lavoura, buscando estabilidade produtiva mesmo em cenários climáticos adversos.
Onde a produtividade se perde (e pode ser recuperada)
- Abortamento de flores em estresse térmico
- Falhas no aproveitamento da energia da planta
- Desequilíbrios fisiológicos no enchimento de grãos
- Perdas invisíveis que impactam o resultado final
O que muda com as novas tecnologias
- Maior “pegamento” de flores
- Melhor conversão em vagens e espigas
- Otimização do enchimento de grãos
- Ganho médio de produtividade (até +7,3%)




