Diagnóstico precoce e ressincronização ampliam prenhez e evitam perdas produtivas no rebanho, elevando eficiência e rentabilidade da pecuária de corte
Com o encerramento da estação de monta em grande parte do Brasil, abre-se uma janela decisiva para o pecuarista consolidar resultados reprodutivos e evitar perdas produtivas. O período, que coincide com o final das chuvas em diversas regiões, é considerado estratégico para identificar precocemente as fêmeas prenhes e, principalmente, intervir nas vacas que ainda não conceberam, ampliando o número final de bezerros na próxima safra.
Levantamentos técnicos indicam que a taxa média de prenhez em sistemas de cria no país varia entre 55% e 65%, o que revela uma margem significativa para ganhos produtivos com manejo adequado. Em uma propriedade com mil matrizes, cada ponto percentual adicional de prenhez pode representar cerca de dez bezerros a mais, com impacto direto na produtividade e no resultado econômico da atividade.
O diagnóstico precoce de gestação, realizado por ultrassonografia cerca de 30 dias após a inseminação, é uma das principais ferramentas nesse processo. Segundo Bruno Freitas, médico-veterinário da Ourofino Saúde Animal, a identificação rápida da condição reprodutiva permite decisões mais eficientes. “Se a vaca estiver prenhe, ela deve ser direcionada para um lote específico, com manejo nutricional adequado e acompanhamento da condição corporal. Se estiver vazia, ainda há tempo de intervir e aumentar as chances de prenhez dentro da mesma estação”, explica.
Quando a avaliação é postergada, o produtor perde a oportunidade de aplicar um novo protocolo de inseminação artificial em tempo fixo (IATF), reduzindo o potencial produtivo do rebanho. A ressincronização das fêmeas não prenhes permite uma nova tentativa ainda dentro do mesmo ciclo reprodutivo, elevando a taxa final de concepção e melhorando o aproveitamento das matrizes.
“Cada vaca vazia representa um ano produtivo perdido. Quando falamos em escala, isso significa impacto direto na eficiência do sistema e no fluxo de caixa da fazenda”, afirma Freitas.
Com planejamento e intervenção técnica no momento certo, o final da estação de monta deixa de ser apenas o encerramento de um ciclo e passa a representar uma oportunidade concreta de aumentar a produtividade, melhorar os índices reprodutivos e fortalecer a rentabilidade da pecuária de corte.
Para apoiar o produtor nesse momento estratégico, a Ourofino Saúde Animal disponibiliza um portfólio completo voltado ao manejo reprodutivo, incluindo protocolos para IATF e ressincronização e estratégias para melhorar a eficiência da inseminação.
Entre os destaques está o Sincromais®, lançamento da companhia que contribui com a melhora da fertilidade e melhores resultados nos programas reprodutivos. Integrado à linha de reprodução da empresa, o produto atua como aliado na busca por melhores índices de concepção, especialmente em sistemas que exigem maior desempenho e padronização dos lotes.




