Os fundos para os índices de câmbio melhoraram recentemente, depois do fechamento real após abril com o nível máximo de desvalorização, comparáveis aos números anteriores de 2015 e entre os mais intensos desde a década de 1980, conforme o mais recente estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) sobre o tema. Segundo Emerson Marçal, coordenador do Centro de Macroeconomia Aplicada à Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV EESP), que elaborou uma análise, uma depreciação do real foi a mais baixa que provocou uma reação mais rápida das medidas de fundamentos econômicos às contas externas – alvo do estudo. Esse foi um dos fatores, segundo ele, que ajudou na valorização da divisão brasileira desde então.
A taxa de câmbio real de equilíbrio – mede ou mede o desempenho da moeda brasileira contra uma cesta de divisas e ajustada pela inflação – depois de abril desvalorizada, em média, em cerca de 33% antes da linha de fundamentos, de acordo com uma análise . Todos os modelos estimados sugerem que a moeda brasileira está mais fraca que o sugerido pelos fundamentos. O intervalo de dessalinização vai de -40% a -22,8%. “Os principais fatores para a depreciação excessiva da moeda são o aumento do risco global e doméstico por conta da pandemia”, disse o estudo.




