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13º Congresso Brasileiro do Algodão reúne 2.500 participantes

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Evento maior do setor conta com profissionais de 21 países e empresas globais de novas tecnologias como a Corteva Agriscience.

Dois mil e quinhentos congressistas. Presença de produtores rurais, empresários e líderes cooperativistas do Brasil inteiro, além de representantes de treze países da África, seis da América Latina e, pela primeira vez, de uma nação da Ásia, o Paquistão. Foi a marca do primeiro dia do 13º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), que começou nesta terça-feira, dia 16, em Salvador, e segue até quinta-feira, dia 18, no Centro de Convenções da capital baiana. O encontro é promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (ABRAPA), sendo o maior evento da cotonicultura brasileira, e debate o tema tema ‘Algodão brasileiro: desafios e perspectivas no novo cenário mundial’.

A primeira apresentação coube ao presidente da ABRAPA, Júlio Cézar Busato. “Focamos em uma programação diversificada, que atendesse a diferentes interesses. As metas brasileiras da cotonicultura já eram imensas antes da pandemia e ficaram ainda maiores depois dela. Queremos ser o maior exportador mundial de algodão até o fim desta década”, previu Júlio Cézar. “Acredito na visão da ABRAPA e vamos ser os líderes nas vendas externas de algodão. Para isto, só precisamos de liberdade para produzir e boas políticas públicas. O produtor nacional só deseja apoio para trabalhar. O Brasil precisa produzir mais para o mundo não passar fome. Ninguém pode controlar a nossa produção. E vamos tirar mais do campo e da indústria do segmento. É isso que o Governo Bolsonaro já vem fazendo”, acrescentou o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Marcos Montes, que também participou da solenidade de abertura do evento.

O Congresso vai mostrar seis plenárias, 24 salas temáticas, cinco workshops e uma área de exposição das empresas que atuam no segmento. Quem circular pelo Centro de Convenções terá à disposição o espaço da Abrapa, uma área de cerca de 150 metros quadrados, subdivididos em quatro pilares de atuação do setor: sustentabilidade, qualidade, rastreabilidade e promoção. Nesses espaços, o visitante conhecerá em detalhes os programas e ações geridos pela associação em favor da cotonicultura nacional.

63% do algodão do País é produzido em segunda safra; 93% em sequeiro, 42% da pluma é licenciada BCI (Better Cotton) e 84% têm certificação ABR – Algodão Brasileiro Responsável. O Brasil é o único no mundo que certifica as unidades de beneficiamento (algodoeiras). São 266 usinas no país, quase 30% foram certificadas em 2021.

A Corteva Agriscience é uma das marcas globais que marcam presença no CBA, destacando um portfólio robusto que atende às principais necessidades dos cotonicultores no manejo de pragas, doenças e plantas daninhas, além de contribuir para a produção sustentável do setor. “O algodão é uma das principais culturas para o agronegócio brasileiro e bastante estratégica para a Corteva. Temos fortalecido nossa atuação com diversos investimentos. Pesquisa, ampliação do portfólio e uma série de iniciativas em parceria com a cadeia agrícola”, analisou Thomas Scott, Líder de Inseticidas da Corteva Agriscience. O portfólio conta com o inseticida Closer®, formulado a partir da tecnologia Isoclast® active, que pertence ao novo grupo químico das sulfoxaminas, oferece diferenciado modo de ação no controle de pulgões e é uma importante ferramenta para o manejo integrado de pragas. A companhia também apresenta o inseticida Exalt®, composto por Jemvelva ActiveTM (Espinetoram) para controle da lagarta helicoverpa, lagarta-do-cartucho e tripes. O ingrediente ativo de Exalt® recebeu o selo Green Chemistry Award e é reconhecido como uma das tecnologias mais inovadoras e sustentáveis do mundo pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA).

Para ajudar a controlar as doenças do algodoeiro, como Ramulária (Ramularia areola) e Ramulose (Colletotrichum gossypii), o cotonicultor conta com o Manejo Campeão OnmiraTM, composto pelos fungicidas Viovan®, Aproach® Power e Vessarya®, que tem como diferencial uma formulação inovadora com a tecnologia OnmiraTM Active, que dispensa o uso de óleo, possui rápida absorção pela planta, reduzindo o risco de lavagem pela chuva e promovendo maior conveniência no controle eficaz e duradouro das doenças. Outro destaque é a biotecnologia WideStrike®3, que oferece proteção superior no controle das principais lagartas que atacam a cultura. Com as proteínas Cry1F, Cry1Ac e Vip3A das bactérias Bacillus thuringiensis, a tecnologia atua em todos os tecidos da planta e por todo o ciclo da cultura, promovendo maior proteção e longevidade para o algodão.

Por fim, o cotonicultor também conta com benefícios importantes ao utilizar o Sistema Enlist®. Após a colheita do algodão, o produtor que optar em plantar a Soja Enlist E3® ou a Soja Conkesta E3® poderá aplicar o herbicida Enlist® Colex-D® (novo 2,4-D sal colina) para auxiliar no controle das soqueiras e plantas voluntárias do algodão. O herbicida é o único do mercado à base do novo 2,4-D sal colina e que pode ser aplicado em pós-emergência das sojas Enlist E3® e Conkesta E3®, promovendo redução de até 90% no potencial de deriva, ultrabaixa volatilidade, redução de odor, além de mais facilidade e controle na operação de rotação soja e algodão. A eliminação da soqueira e das plantas voluntárias de algodão é extremamente importante para redução de pragas e doenças, como o Bicudo-do-algodão e a Ramulária, que utilizam essas voluntárias como ‘ponte verde’.

 

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