26 de março de 2012

Fungicida líder no mercado de soja também poderá ser utilizado em cana-de-açúcar

A Basf acaba de anunciar o registro do fungicida Opera® para o uso e manejo de cana-de-açúcar. Desde seu lançamento em 2003, o produto já tratou mais de 99 milhões de hectares de soja no Brasil infestados com a ferrugem asiática.

Para cana-de-açúcar, o produto terá a função de controle de importantes doenças que acometem os canaviais, como ferrugem marrom e ferrugem alaranjada, além de oferecer benefícios adicionais de produtividade, como aumento do teor de açúcar e maior vigor nas plantas.

Manejo Integrado
Com o objetivo de oferecer soluções completas para agricultura, a empresa apresenta o fungicida Opera® dentro do conceito de manejo integrado. Essa estratégia permite que o agricultor faça uso de produtos e procedimentos para solucionar um problema de forma integrada, gerando ganhos adicionais.

Especificamente para cana, sob a denominação de Sistema AgCelence® Cana, o modelo caracteriza-se pelo uso do inseticida Regent®  800 WG e dos fungicidas Comet® e Opera®.

Dentro dessa proposta, o Regent® 800 WG terá a função de controle de pragas como os cupins e os migdolus no sistema radicular. Dessa forma, contribuirá para o estabelecimento de raízes mais sadias e fortes. Já o Comet® atuará no controle de importantes doenças fúngicas que acometem a cultura, como a podridão abacaxi. Além disso, o produto proporciona maior enraizamento e arranque, favorecendo o desenvolvimento e o vigor das plantas.

O produto Opera®, por sua vez, atuará no controle de outras doenças fúngicas, como ferrugem marrom e ferrugem alaranjada na fase de desenvolvimento e pré-colheita. Sua aplicação também possibilita o aumento de produtividade por meio dos efeitos fisiológicos positivos, já que favorece a produção de biomassa da planta, ou seja, maior rendimento proporcionando mais açúcar, etanol e/ou energia.

“Essa aplicação integrada e sequencial tem como resultado ganhos de produtividade de até dez toneladas por hectare”, afirma o gerente de Marketing para Cana e Citrus da Unidade de Proteção de Cultivos da BASF, Marcus Brites.

Modelo que favorece o mercado
As exportações de derivados da cana-de-açúcar como o açúcar e o álcool brasileiro têm sido uma dos responsáveis pelo superávit da balança comercial. Em 2011 atingiram os US$ 16,35 bilhões, segundo dados da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP).

É crescente também a demanda interna, já que o aumento na procura por biocombustíveis é uma realidade. “Trata-se, sem dúvida, de um mercado ávido por tecnologia, especialmente no que se refere à aumento de produtividade. E o modelo proposto pela BASF vai justamente contribuir para aumento da produção e qualidade da matéria prima, aliado ao desenvolvimento sustentável, já que esse modelo favorece a utilização de combustíveis menos poluentes”, finaliza Brites.

Antes da chegada ao mercado, estudos sobre o modelo de manejo do Sistema foram desenvolvidos pelas equipes técnicas da BASF, em parceria com instituições de pesquisa como a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) e a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP).

Fonte: XComunicação

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