A cobertura especial do programa Fala Carlão, capitaneada pelo fundador e CEO do Grupo Publique, Carlos Alberto da Silva, o Carlão da Publique, já tem seu primeiro parceiro apoiador para a edição deste ano da conferência da ONU para mudanças climáticas, a COP31, sediada na Turquia no final deste ano. A Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo) confirmou sua participação como apoiadora setorial do Fala Carlão na COP31.
A Abisolo é uma das principais entidades do agronegócio brasileiro. Representa os interesses de mais de 140 empresas associadas, que juntas empregam cerca de 25 mil pessoas e representam um faturamento superior a R$ 26 bilhões. A parceria da entidade com o canal Fala Carlão na COP31reforça a relevância do conteúdo produzido pelo Fala Carlão nas últimas quatro conferências do clima, realizadas no Egito, em Dubai, no Azerbaijão e no ano passado no Brasil. A conferência deste ano terá o processo de negociação pré-conferência realizado na Austrália.
O Fala Carlão responde pela mais ampla cobertura das COPs entre os veículos de comunicação brasileiros. São, em média, mais de 100 entrevistas por edição, reunindo depoimentos de especialistas, autoridades, líderes setoriais e personagens brasileiros e estrangeiros presentes nos eventos. Uma vitrine inédita do que o país está desenvolvendo para promover a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas e do papel chave do agronegócio brasileiro nesse cenário.
Mercado – O presidente da Abisolo, Roberto Levrero, define o ano de 2025 como um período de acomodação após ciclos de forte volatilidade nos preços e no consumo de fertilizantes e corretivos. Levrero afirmou, em entrevista ao canal AgroMais, a expectativa para 2026 é de um ambiente mais previsível, embora ainda desafiador. Segundo Levrero, produtores e distribuidores que estruturarem melhor suas estratégias de compra e manejo tendem a atravessar o próximo ano com maior segurança, reduzindo exposição a oscilações de preços e gargalos logísticos.
Ao analisar o cenário à frente, o presidente do Conselho Deliberativo da Abisolo reforçou que o setor de nutrição vegetal entra em 2026 mais atento à gestão, à eficiência e à inovação. Para ele, o desafio não está apenas em vender insumos, mas em oferecer soluções alinhadas às necessidades do produtor e à competitividade do agronegócio brasileiro.
Nutrição vegetal: os principais desafios para 2026
- Gestão de custos no campo
Margens mais apertadas exigem maior eficiência no uso de fertilizantes e corretivos, com foco em retorno agronômico e econômico. - Planejamento de compras e logística
Antecipação das aquisições e organização da cadeia seguem fundamentais para reduzir riscos de oscilações de preços e gargalos logísticos. - Acesso ao crédito rural
Condições de financiamento e taxas de juros continuam influenciando diretamente a decisão de investimento do produtor em insumos. - Volatilidade do mercado internacional
Oscilações cambiais e movimentos nos preços globais de matérias-primas afetam custos e previsibilidade para a indústria. - Avanço da eficiência agronômica
Demanda crescente por tecnologias que aumentem a eficiência de absorção de nutrientes e reduzam desperdícios. - Sustentabilidade e exigências ambientais
Pressão por práticas mais sustentáveis amplia a busca por soluções que conciliem produtividade, conservação do solo e menor impacto ambiental. - Capacitação técnica no campo
Necessidade de maior disseminação de conhecimento para que produtores adotem corretamente novas tecnologias de nutrição vegetal.




