Foram vendidas mais de 12 milhões de garrafas da bebida para dentro e fora do país.
A Salton inicia 2025, período em que celebrará 115 anos de história, planejando ações estratégicas que miram nos excelentes números que alcançou no fechamento do ano passado. Entre as grandes conquistas mais recentes, a vinícola gaúcha celebra a venda de mais de 12 milhões de garrafas de espumantes, dentro e fora do país em 2024. Com estes dados inéditos, o segmento de espumantes apresentou um crescimento de 15% dentro da companhia líder nacional de vendas do produto desde 2005.
A vinícola gaúcha também encerrou o ano sendo a responsável pela segunda emissão de um CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) dentro do setor vitivinícola brasileiro no valor de R$ 50 milhões. Isso se torna um marco de desenvolvimento sustentável e da responsabilidade financeira da marca, que demarcou ainda mais confiança ao mercado de capitais.
O primeiro CRA emitido pela Salton foi registrado em 2024, no começo do ano. Foi a primeira iniciativa neste modelo dentro do setor vitivinícola. A coordenação de ambas as operações foi feita pelo Bradesco BBI, com operação totalmente distribuída dentro das plataformas do banco, direcionada ao público investidor profissional. “Nosso negócio é sazonal e demanda capital de giro para as atividades voltadas à produção agrícola. Por isso, o CRA apresenta a melhor condição financeira para a empresa frente ao cenário de aumento de juros”, explica o diretor-presidente Maurício Salton. Os títulos pagam o equivalente ao CDI + 1,70% ao ano, com uma duração de seis anos, incluindo dois anos de carência.
Para ter acesso ao mercado de capitais, a vinícola passou novamente por um período longo de diligências de informações, análises de indicadores econômicos e financeiros, bem como da participação da empresa no mercado e reputação da marca. “A emissão de um segundo CRA no mesmo exercício, mesmo em um ano desafiador, evidencia a robustez financeira e a solidez da nossa governança. Esse processo, que envolve auditorias rigorosas e avaliações criteriosas de crédito, valida a confiança do mercado em nossa capacidade de execução e geração de valor. Isso reforça também nosso compromisso com a transparência, eficiência na gestão e sustentabilidade de longo prazo”, descreve Maurício.
Espumante da Salton chegou a 16 países – A trajetória centenária da Salton é referência também em projetos que aprimoram o desenvolvimento do setor vitivinícola e da região, tornando-se cada vez mais referência nacional na elaboração de espumantes e vinhos. Para se ter ideia da representatividade da marca, em 2024, a Salton manteve operações comerciais com 16 países, sendo os Estados Unidos o principal mercado externo da vinícola. Assim como acontece no cenário nacional, o espumante segue sendo o produto da Salton mais vendido fora do país também. Ao todo, nos últimos quatro anos, a Salton exportou mais de 3 milhões de garrafas de espumante aos Estados Unidos.
Em 2024, o Rio Grande do Sul, onde fica a sede da vinícola, enfrentou sua maior tragédia climática com as enchentes, o que ocasionou diversas perdas nos mais diferentes segmentos. Evidenciando sua vocação com a comunidade, a quarta edição do projeto anual Legado Social Salton direcionou esforços para ajudar na reconstrução da região que sofreu sérias perdas estruturais e humanas no mês de maio. De maio a agosto, 18 empresas parceiras e mais de 80 pessoas físicas (direta ou indiretamente ligadas à vinícola) contribuíram com o Legado Social Salton. Ao todo, a campanha arrecadou R$ 454.807,68, sendo a Salton responsável, com recursos próprios, por 43% deste montante.
O ano, portanto, foi cercado de desafios também para o setor vitivinícola. O calor excessivo no primeiro semestre de 2024, a quebra de safra que limitou a capacidade de produção e as fortes chuvas no Rio Grande do Sul afetaram diretamente a cadeia de fornecimento. Para 2025, a introdução de novos produtos ao portfólio da marca e o crescimento orgânico no consumo de categorias estratégias permitem que a empresa projete um crescimento superior a 12%.
“As perspectivas para a safra da uva em 2025 são positivas. Caso esse cenário se confirme, teremos a oportunidade de regularizar nossos estoques e reativar plenamente as categorias que operaram de forma limitada em 2024. Além disso, consideramos improvável a repetição de eventos climáticos extremos como os registrados no ano passado, o que, por si só, cria condições favoráveis para um crescimento relevante”, projeta Maurício Salton.