19 de julho de 2013

Enfrute reforça importância da nutrição complementar

A 13ª edição do Encontro Nacional sobre Fruticultura de Clima Temperado – Enfrute 2013 – acontece entre os dias 23 a 25 de julho, em Fraiburgo, SC. Durante o evento, uma questão que será abordada diz respeito à nutrição complementar especificamente voltada para a cultura da maçã. A maior exploração agrícola de pomares de macieiras concentra-se na Região Sul do Brasil, nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com uma área cultivada de aproximadamente 38 mil hectares. Para a safra 2012-2013, a estimativa de produção é de cerca de 1.200.000 toneladas, segundo dados da ABPM (Associação Brasileira dos Produtores de Maçã).

A Tradecorp, empresa da área de fertilizantes e nutrição vegetal, desenvolveu algumas soluções em nutrição complementar para os pomares da fruta. Existem pomares que necessitam de uma quantidade mínima de horas de frio abaixo de 8°C no período de inverno. Por isso, seu cultivo é restrito a altitudes acima de 700 metros, em regiões onde as temperaturas de verão sejam amenas também durante a noite.

As cultivares plantadas atualmente nos três estados do Sul do Brasil resultam de contínuos processos de manejo e melhoramento visando obtenção de material de alto potencial genético. “A intensificação desse trabalho se deu em maior velocidade na última década, levando para o setor, frutos com qualidade final superior, tanto em termos de coloração como na obtenção de indução para resistência frente às principais pragas e doenças presentes na cultura”, explica o consultor André Guttler.

“Todos os produtos caracterizam-se pela presença de uma parcela orgânica que atua diretamente na fisiologia da planta, além da composição básica de nutrientes de cada um. E dependendo da região e objetivos previstos pelo produtor, a recomendação poderá sofrer ajustes e adequações”, afirma Bruno Francischelli, chefe de produto da empresa.

O que é nutrição complementar?

Normalmente, os produtores fazem o tratamento com os nutrientes que a planta mais precisa (Nitrogênio, Potássio, Fósforo, Enxofre, Magnésio e Cálcio).

Essa nutrição é feita com adubos convencionais, que são materiais simples e com altas concentrações e doses desses nutrientes.

Porém, a planta também precisa de outros nutrientes como Boro, Zinco, Manganês, Ferro, Cobre, Silício, entre outros, em quantidade muito menor quando comparada aos primeiros.

É possível complementar as adubações convencionais com nutrientes que a planta necessita em pequenas quantidades e com substâncias que não são necessariamente para a nutrição direta da planta como elementos orgânicos, por exemplo.

Tais substâncias atuam no metabolismo da planta auxiliando para o melhor aproveitamento da adubação convencional.

Fonte: Artcom

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