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	<title>Tirso Meirelles &#8211; AgroRevenda</title>
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	<description>A Plataforma de Conteúdo da Distribuição Agro</description>
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	<title>Tirso Meirelles &#8211; AgroRevenda</title>
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		<title>Reflexões e desafios do agronegócio em 2025</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/opiniao/reflexoes-e-desafios-do-agronegocio-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[riba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 23:52:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao encerrarmos este ciclo de 2025, olhamos para as porteiras do futuro com uma mistura de cansaço e orgulho. O ano que se despede não foi para amadores. O produtor rural brasileiro, do pequeno ao grande, enfrentou uma jornada marcada por complexidades que testaram não apenas a sua eficiência técnica, mas a sua resiliência emocional [&#8230;]]]></description>
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<p>Ao encerrarmos este ciclo de 2025, olhamos para as porteiras do futuro com uma mistura de cansaço e orgulho. O ano que se despede não foi para amadores. O produtor rural brasileiro, do pequeno ao grande, enfrentou uma jornada marcada por complexidades que testaram não apenas a sua eficiência técnica, mas a sua resiliência emocional e financeira. O setor navegou por águas turbulentas, enfrentando problemas políticos, econômicos, de comércio exterior e diplomacia, mas, mesmo assim, ainda é o protagonista da pujança econômica nacional e dos novos caminhos da sustentabilidade.</p>
<p>A flutuação nos preços das commodities e a reorganização das cadeias logísticas globais pressionaram as margens de lucro, exigindo do produtor uma mentalidade de gestor financeiro tão afiada quanto a sua prática no campo. Os desafios costumeiros, sendo o principal deles climático, além das dificuldades financeiras, outro item pressionou o produtor rural: a produção de baixo carbono e o cumprimento de normas ambientais rigorosas — estas, por sinal, deixaram de ser diferenciais para se tornarem pré-requisitos, demandando investimentos altos em rastreabilidade e tecnologia.</p>
<p>Apesar das “tempestades”, o agronegócio provou, mais uma vez, porque é a viga mestra da economia brasileira. Se 2025 foi o ano do desafio, foi também o ano da superação tecnológica. Vimos a digitalização avançar para além das fronteiras físicas, com a inteligência artificial otimizando cada semente e cada gota de fertilizante. A resiliência do campo não é passiva; ela é ativa. Ela está na capacidade do agricultor de se reinventar após uma quebra de safra e na união das cooperativas que fortalecem o elo mais fraco da corrente. O Brasil reafirmou seu papel como garantidor da segurança alimentar global, mostrando que, mesmo sob pressão, nossa terra é generosa quando trabalhada com ciência e dedicação.</p>
<p>O agronegócio é, essencialmente, um exercício de fé no futuro. Quem planta, acredita no amanhã. E é com essa crença que devemos cruzar a fronteira para o novo ano. Como sempre frisou nosso presidente emérito, Dr. Fábio de Salles Meirelles: “A grande riqueza de uma nação não está na quantidade de chaminés, de carros, de movimento, de venda. A grande riqueza de uma nação é uma semente bem germinada e o sorriso de uma criança bem nutrida.” Que as lições de 2025 sirvam de adubo para uma colheita mais próspera. Que a tecnologia seja nossa aliada, mas que o coração do produtor continue sendo o motor que move este país. O agro não para porque a vida não espera. Um feliz e produtivo 2026 a todos que fazem do solo o seu destino.</p>
<p><strong>Tirso Meirelles é presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp).</strong></p>
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		<title>Para Faesp, derrubada de vetos moderniza licenciamento ambiental e traz equilíbrio</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/para-faesp-derrubada-de-vetos-moderniza-licenciamento-ambiental-e-traz-equilibrio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 12:54:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[derrubada de vetos]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[segurança juridica]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidade afirma que atualização do marco regulatório traz segurança jurídica e valoriza avanços tecnológicos do agro paulista. &#160; A derrubada dos vetos presidenciais ao novo marco do licenciamento ambiental reacendeu uma discussão central para o desenvolvimento brasileiro: como adaptar o país a um modelo regulatório capaz de conciliar crescimento econômico, inovação tecnológica e proteção ambiental. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Entidade afirma que atualização do marco regulatório traz segurança jurídica e valoriza avanços tecnológicos do agro paulista.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A derrubada dos vetos presidenciais ao novo marco do <strong>licenciamento ambiental</strong> reacendeu uma discussão central para o desenvolvimento brasileiro: como adaptar o país a um modelo regulatório capaz de conciliar crescimento econômico, inovação tecnológica e proteção ambiental. Para a <strong>Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp)</strong>, a decisão do Congresso representa um avanço ao restabelecer dispositivos considerados essenciais para garantir <strong>segurança jurídica</strong> e eficiência administrativa.</p>
<p>O presidente da entidade, <strong>Tirso Meirelles</strong>, destaca que o agro paulista sempre operou com forte compromisso ambiental, incorporando práticas de manejo sustentável, integração lavoura-pecuária-floresta, recuperação de áreas degradadas e uso intensivo de tecnologia. Ele afirma que “<strong>a comemoração do setor produtivo reflete a convicção de que um licenciamento mais moderno permitirá reconhecer e valorizar essas evoluções, além de facilitar investimentos que sigam padrões socioambientais adequados</strong>”.</p>
<p>Segundo a Faesp, o sistema atual já não acompanhava a velocidade das transformações produtivas e científicas. Por isso, modernizar o licenciamento não significa flexibilizar a proteção dos biomas, mas <strong>substituir modelos burocráticos por processos mais inteligentes, digitais e baseados em ciência</strong>. A federação defende que procedimentos mais ágeis permitem aprimorar a capacidade de monitoramento, aumentar a transparência e dificultar que irregularidades se escondam em meio à complexidade administrativa.</p>
<p>A entidade também considera que o novo marco pode facilitar investimentos estruturantes tanto no campo quanto na indústria, ampliando competitividade e alinhando o país às melhores práticas internacionais. Para isso, destaca a importância de transformar a legislação em <strong>política pública efetiva</strong>, com integração entre órgãos ambientais, estados, produtores e cadeias produtivas.</p>
<p>Para Meirelles, a derrubada dos vetos abre uma <strong>oportunidade histórica</strong> para o Brasil aperfeiçoar instrumentos, estimular bons empreendedores e fortalecer um modelo que una desenvolvimento e conservação. O desafio agora está na implementação: garantir que as regras modernizadas tragam previsibilidade, reduzam gargalos e valorizem quem já opera com responsabilidade ambiental.</p>
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		<item>
		<title>Faesp aprova orçamento para 2026 com  99% de concordância em assembleia</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/noticia/faesp-aprova-orcamento-para-2026-com-99-de-concordancia-em-assembleia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 20:23:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AGE]]></category>
		<category><![CDATA[AGO]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento de 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Senar-SP]]></category>
		<category><![CDATA[sindicatos rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[Reunião com presidentes de sindicatos rurais paulistas definiu o orçamento de 2026 e aprovou a reprogramação financeira de 2025 com ampla concordância da rede sindical. &#160; A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) realizou, na quinta-feira (6), sua Assembleia Geral Ordinária (AGO) e Assembleia Geral Extraordinária (AGE), reunindo presidentes de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Reunião com presidentes de sindicatos rurais paulistas definiu o orçamento de 2026 e aprovou a reprogramação financeira de 2025 com ampla concordância da rede sindical</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp)</strong> realizou, na quinta-feira (6), sua <strong>Assembleia Geral Ordinária (AGO)</strong> e <strong>Assembleia Geral Extraordinária (AGE)</strong>, reunindo presidentes de sindicatos rurais de todo o estado. O encontro teve como pauta a <strong>aprovação das contas e do orçamento para 2026</strong>, além da <strong>reformulação orçamentária de 2025</strong>, ambos aprovados por <strong>99% dos votos</strong>.</p>
<p>A abertura foi conduzida pelo presidente da Faesp, <strong>Tirso Meirelles</strong>, que prestou homenagem aos companheiros do setor com um minuto de silêncio e reforçou o compromisso da entidade com a gestão ética e transparente. “Mais do que mostrar dados de receitas e despesas, este é um compromisso com o uso responsável de recursos e as respectivas despesas executadas. Temos trabalhado para o crescimento de nossas receitas, que têm como objetivo serem revertidas em melhoria aos sindicatos”, afirmou.</p>
<p>Durante a assembleia, <strong>Sérgio Oliveira</strong>, gerente administrativo e financeiro do <strong>Senar-SP</strong>, e <strong>Maria Socorro dos Santos Moura</strong>, coordenadora contábil-financeira da Faesp, apresentaram as propostas de reprogramação e as previsões orçamentárias para o próximo ano. Todos os encargos, despesas e receitas foram detalhados e debatidos com os participantes.</p>
<p>Sem questionamentos, as propostas seguiram para votação e foram amplamente aprovadas, consolidando o apoio da rede sindical à atual administração. O encontro reforçou o papel da Faesp como referência de <strong>governança e transparência</strong> no setor agropecuário paulista, fortalecendo o vínculo entre a federação e os sindicatos rurais que representam os produtores em todas as regiões do estado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Presidente da Faesp participa do 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/noticia/presidente-da-faesp-participa-do-24o-congresso-brasileiro-do-agronegocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[riba]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 20:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente da Abag Caio Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa da Abag, com o tema AgroAlianças, reuniu lideranças do setor para debater inovação, sustentabilidade e estratégias frente a desafios climáticos e geopolíticos O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, participou nesta segunda (11), do 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio. O evento, realizado pela Associação Brasileira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Iniciativa da Abag, com o tema AgroAlianças, reuniu lideranças do setor para debater inovação, sustentabilidade e estratégias frente a desafios climáticos e geopolíticos</em></strong></p>
<p>O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, participou nesta segunda (11), do 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio. O evento, realizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), aconteceu no teatro do Sheraton WTC Hotel em São Paulo.</p>
<p>Meirelles participou do momento que antecede a abertura do Congresso e que reuniu, além dos palestrantes do Congresso, personalidades das mais importantes entidades ligadas ao agronegócio paulista e nacional. O presidente da Abag, Caio Carvalho, recebeu Tirso Meirelles e outros convidados para um café da manhã com lideranças do setor, autoridades e empresários. O governador Tarcísio de Freitas também participou do encontro.</p>
<p>O evento este ano tem como tema AgroAlianças, e cada vez mais se coloca como uma atividade estratégica voltada para fortalecer alianças no agro frente aos desafios climáticos e geopolíticos. Promove ainda reflexões sobre inovação, energias renováveis, financiamento sustentável e transição energética, além de formalizar o posicionamento do setor na COP30 e reconhecer importantes personalidades e veículos de comunicação do país.</p>
<p>Pedro Lucchesi, diretor primeiro tesoureiro da Faesp, e Juliana Farah, presidente da Comissão Semeadoras do Agro, também acompanharam o presidente Tirso Meirelles no evento.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tirso Meirelles: “Novas medidas vão quebrar cadeias produtivas” </title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/tirso-meirelles-novas-medidas-vao-quebrar-cadeias-produtivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[riba]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 14:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente da Faesp alertou na noite desta quinta-feira (06) que decisão do governo pode fragilizar o setor produtivo nacional, um dos pilares da economia  O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, criticou duramente na noite desta quinta-feira (06) a decisão do governo de zerar as alíquotas de importação para alguns alimentos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Presidente da Faesp alertou na noite desta quinta-feira (06) que decisão do governo pode fragilizar o setor produtivo nacional, um dos pilares da economia</em> </strong></p>
<p>O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, criticou duramente na noite desta quinta-feira (06) a decisão do governo de zerar as alíquotas de importação para alguns alimentos, incluindo carne, café, milho e açúcar, entre outros. A medida, que pretende conter a alta no preço dos alimentos, terá reflexo em várias cadeias produtivas e pode quebrar o setor agropecuário nacional, motor da economia, responsável por sucessivos superávits da balança comercial.</p>
<p>Para Meirelles, o governo perdeu a mão da política monetária. A inflação está em alta, os juros estão exorbitantes, a taxa de câmbio trará aumento do custo de produção. Não existe estoque regulador, não existe armazenamento, a infraestrutura é incapaz de atender a produtividade nacional, trazendo custos adicionais ao produtor rural e, consequentemente, ao valor final para o consumidor. É essencial, na sua opinião, que o governo gaste menos e passe a investir nos setores corretos para que realmente possa resolver os problemas estruturantes do país. Ele questiona o que aconteceria se houvesse uma quebra de safra internacional. O quanto isso custaria para o país.</p>
<p>“Falta foco ao governo. Ao invés de trabalhar para que o setor produtivo, que tem sido responsável pelos sucessivos superávits da balança comercial, tenha competitividade, toma uma atitude que pode enfraquecer o campo. A ação é ineficaz e certamente irá quebrar o produtor nacional. Nos primeiros meses do ano o que estamos vendo é uma série de ações que penalizam aquele que trabalha para garantir o alimento de milhões de brasileiros e mais de um bilhão em todo o mundo”, frisou Meirelles.</p>
<p>Meirelles ressaltou que o governo precisa de uma política de longo prazo para o setor agropecuário, com recursos para crédito agrícola, seguro rural e fomento à produção. Ele lembrou que há um ano vem reiterando a necessidade de medidas como as <em>Farm Bills</em> americanas, programa de médio e longo prazos, votado pelo Congresso dos Estados Unidos, com recursos e programas de apoio à produção. Ele agradeceu o apoio permanente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem trabalhado em sintonia com as federações na busca por soluções mais que pontuais, mas que deem segurança ao homem do campo e garanta a competitividade do setor produtivo nacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Recuperação de créditos de ICMS é oportunidade para reduzir custos</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/recuperacao-de-creditos-de-icms-e-oportunidade-para-reduzir-custos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 20:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Caesp]]></category>
		<category><![CDATA[direito do produtor]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da Faesp]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação de créditos ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[A recuperação de créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) tem se mostrado uma alternativa estratégica para os produtores rurais que buscam reduzir custos e aumentar a competitividade no setor. Esse benefício fiscal é garantido pela legislação tributária brasileira, mas muitas vezes é negligenciado pelos contribuintes devido à complexidade dos procedimentos ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A recuperação de créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) tem se mostrado uma alternativa estratégica para os produtores rurais que buscam reduzir custos e aumentar a competitividade no setor. Esse benefício fiscal é garantido pela legislação tributária brasileira, mas muitas vezes é negligenciado pelos contribuintes devido à complexidade dos procedimentos ou à falta de conhecimento sobre o tema. Quando bem gerida, a recuperação desses créditos pode significar uma economia significativa para o produtor.</p>
<p>Nesse contexto, o Centro de Agricultura do Estado de São Paulo (Caesp), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), em parceria com o E-CredRural, tem trabalhado junto aos sindicatos para que a burocracia não seja um entrave a esse direito. O superintendente do Caesp, Rogério Maluf, reforçou a necessidade de que os produtores procurem seus sindicatos, a fim de entender os passos necessários para o processo e conseguirem os recursos, que certamente vão ajudar a dar mais tranquilidade às famílias.</p>
<p>Os créditos de ICMS estão relacionados às compras de insumos, equipamentos e demais bens utilizados na atividade rural. Por exemplo, quando um produtor adquire fertilizantes, defensivos agrícolas ou maquinário, o ICMS embutido no preço dessas mercadorias pode ser compensado ou recuperado em determinadas condições. No entanto, para usufruir desse direito, é fundamental que o produtor esteja enquadrado no regime tributário adequado e mantenha um rigoroso controle documental de todas as operações de compra e venda.</p>
<p>“Essa é uma questão importante, porque, como os produtores vivem com uma margem reduzida de lucro, esses valores podem ajudar na melhoria das propriedades e mesmo no investimento em maquinários para a agricultura e na genética, no caso dos pecuaristas. É um direito e uma oportunidade de fortalecer ainda mais o setor produtivo”, explicou o presidente da Faesp, Tirso Meirelles.</p>
<p>O diretor do E-CredRural, Matheus Maia, destacou a parceria com cinco sindicatos rurais no atendimento a 63 produtores rurais, com perspectiva de novas adesões. Em 2024, a média de créditos recuperados foi de R$ 250 mil por produtor. O presidente do Sindicato Rural de Palmital, Gilberto Frandsen, onde está sendo feito o levantamento de recuperação de créditos para 20 produtores, reforçou que essas parcerias fortalecem os serviços oferecidos aos associados, garantindo direitos e fomentando a competitividade do setor agropecuário.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Temos boas perspectivas para o agronegócio em 2025</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/opiniao/temos-boas-perspectivas-para-o-agronegocio-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[riba]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jan 2025 17:31:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[As perspectivas para o setor agropecuário em 2025 são otimistas, especialmente à luz dos acordos comerciais e das oportunidades de mercado conquistadas em 2024. O Brasil, reconhecido como um dos maiores exportadores de produtos agropecuários, fortaleceu sua posição no cenário global ao firmar tratados bilaterais e multilaterais que ampliaram o acesso aos principais mercados. Esses [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As perspectivas para o setor agropecuário em 2025 são otimistas, especialmente à luz dos acordos comerciais e das oportunidades de mercado conquistadas em 2024. O Brasil, reconhecido como um dos maiores exportadores de produtos agropecuários, fortaleceu sua posição no cenário global ao firmar tratados bilaterais e multilaterais que ampliaram o acesso aos principais mercados. Esses avanços consolidam o país como um fornecedor essencial de alimentos para o mundo, abrindo caminhos para novos investimentos e aumento da produtividade.</p>
<p>Um dos destaques foi a ratificação do acordo Mercosul-União Europeia, que finalmente superou barreiras políticas e ambientais. Esse pacto promete reduzir tarifas e simplificar processos de exportação, beneficiando produtos como carnes, grãos e frutas tropicais. Há um caminho a seguir ainda, mas foi um passo que superou 25 anos de discussões e críticas de ambos os lados. Além disso, há uma expectativa de maior cooperação tecnológica entre os blocos, o que pode impulsionar práticas sustentáveis, onde possuímos segurança alimentar, no contexto animal e vegetal, além do código florestal mais rigoroso do mundo, e aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro.</p>
<p>Outro fator importante foi a abertura de mercados asiáticos, especialmente na China e na Índia. Esses países, com populações em crescimento e uma classe média em expansão, demandam cada vez mais alimentos de qualidade. Em 2024, o Brasil ampliou sua participação nesses mercados ao atender às rigorosas exigências sanitárias e de segurança alimentar, consolidando parcerias estratégicas que devem se intensificar no próximo ano.</p>
<p>A sustentabilidade também desponta como um diferencial competitivo em 2025. Com a crescente pressão internacional por práticas ambientais responsáveis, o Brasil tem investido em tecnologias que aliam produtividade à conservação dos recursos naturais. O uso de sistemas integrados, como a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e o plantio direto, têm ganhado destaque, demonstrando o compromisso do setor com a preservação ambiental e atraindo compradores que valorizam produtos sustentáveis.</p>
<p>As cadeias produtivas também devem se beneficiar do avanço da digitalização e do uso de dados no campo. A adoção de soluções tecnológicas, como a Internet das Coisas (IoT), a inteligência artificial e o big data, está transformando a gestão agrícola, permitindo maior previsibilidade e eficiência. Em 2025, o trabalho a ser desenvolvido é para que essas inovações estejam ainda mais acessíveis a pequenos e médios produtores, a fim de elevar sua produtividade e a competitividade.</p>
<p>No entanto, desafios persistem. As questões climáticas continuam a ameaçar a produtividade, com eventos extremos se tornando mais frequentes. Além disso, as altas taxas de juros do crédito rural, os baixos preços das commodities e a inadimplência dos produtores, as disputas comerciais globais e as tensões geopolíticas podem impactar o setor. Para mitigar esses riscos, o Brasil precisa fortalecer suas políticas de apoio ao produtor rural e à gestão de riscos, assim como ampliar sua rede de parceiros comerciais, diversificando destinos e produtos.</p>
<p>Outro ponto crítico será a continuação dos esforços para melhorar a infraestrutura logística. Apesar de avanços em 2024, gargalos como estradas precárias, portos congestionados e altos custos de transporte ainda limitam o potencial do agronegócio. Investimentos públicos e privados serão essenciais para garantir que o setor aproveite plenamente as oportunidades geradas pelos novos acordos comerciais.</p>
<p>Com as bases estabelecidas em 2024, 2025 tem o potencial de ser um ano de crescimento para o agronegócio brasileiro. O desafio estará em equilibrar expansão econômica com responsabilidade social e ambiental, consolidando o Brasil como um líder global não apenas em volume, mas também em qualidade e sustentabilidade. O setor está em uma posição privilegiada para capturar as oportunidades de um mercado internacional em transformação, desde que continue a inovar e a fortalecer sua reputação perante os consumidores globais.</p>
<p>Contudo, persistem desafios econômicos, financeiros e fiscais que exigem a adequação dos procedimentos internos, resultando em custos mais elevados, taxas de juros em alta e um dólar valorizado.</p>
<p>Tirso Meirelles é Economista, Administrador de empresas, pós-graduado em Administração de Empresas e em Políticas Públicas. Preside o Sistema FAESP/SENAR-SP e é Vice-presidente do SEBRAE-SP.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Começa o 2º Agro Innovation Week em Ribeirão Preto!</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/comeca-o-2o-agro-innovation-week-em-ribeirao-preto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[riba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 16:57:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[2º Agro Innovation Week]]></category>
		<category><![CDATA[Arara Seed]]></category>
		<category><![CDATA[Bio Energy Hub]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP/SENAR-SP]]></category>
		<category><![CDATA[presidente do Sistema Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural]]></category>
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		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[Serão seis dias de debate sobre soluções e inovações essenciais para o futuro do segmento “Não sabemos o que vem de inovação pela frente. Mas vamos criar novas tecnologias e manter uma tradição que o agronegócio brasileiro carrega desde os anos 1970, quando criou o ProÁlcool e iniciou a diminuição na emissão de gases polentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Serão seis dias de debate sobre soluções e inovações essenciais para o futuro do segmento</em></strong></p>
<p>“Não sabemos o que vem de inovação pela frente. Mas vamos criar novas tecnologias e manter uma tradição que o agronegócio brasileiro carrega desde os anos 1970, quando criou o ProÁlcool e iniciou a diminuição na emissão de gases polentes com a mistura de etanol à gasolina’. A frase de Tirso Meirelles, presidente do <img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-101815 alignleft" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-15-at-13.52.53-1-204x300.jpeg" alt="" width="204" height="300" />Sistema Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, o Faesp – Senar (SP), marcou as atividades da manhã do primeiro dia da segunda edição do Agro Innovation Week (AIW), evento que prossegue até o dia 20, no Dabi Business Park, em Ribeirão Preto (SP).</p>
<p>A programação envolve palestras, painéis, rodadas de negócios, competição de novas empresas, muita música ao vivo e uma<img decoding="async" class="size-medium wp-image-101816 alignright" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-15-at-13.52.51-1-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" /> maratona do agro, tudo para incentivar a conexão entre empresas, profissionais, pesquisadores, novos empreendimentos, investidores e estudantes. O destaque desta edição será o ‘Fórum Usinas do Futuro’, que vai reunir líderes em bioenergia para discutir os desafios emergentes, as oportunidades estratégicas que irão ditar os próximos passos do setor e temas, como agricultura regenerativa, inovação em biotecnologia, além de integração de tecnologias emergentes com foco em Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e Banco de Dados.</p>
<p>Para fechar, no fim de semana, vai ser realizado o  do AIW 2024, acontecerá o Agro Hacka, maratona de programação colaborativa voltada para profissionais e estudantes das áreas de programação, design, administração e interessados em inovação. O objetivo será solucionar desafios da cadeia do agronegócio. As premiações variam de acordo com a colocação e podem chegar até R$ 20 mil. Também <img decoding="async" class="size-medium wp-image-101818 alignleft" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2024/10/WhatsApp-Image-2024-10-15-at-13.52.53-2-300x169.jpeg" alt="" width="300" height="169" />estão previstas recompensas como pacotes de aceleração de startups, mentorias exclusivas e acesso a investidores.</p>
<p>O Agro Innovation Week é idealizado pela Arara Seed, Bio Energy Hub, Treesales e RV Agroambiental. &#8220;É uma honra apoiar o AIW pelo segundo ano consecutivo, evento que fomenta inovação, tecnologia e sustentabilidade no setor agro, e que sempre contará com nossa colaboração ativa em convocar a participação de produtores e trabalhadores rurais dos sindicatos rurais paulistas&#8221;, destacou Tirso de Salles Meirelles.</p>
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		<title>O Tirso quer integrar a Cidade e o Campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[riba]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Oct 2024 15:23:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Federação da Agricultura e Pecuária do Estado. FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[presidente do Sistema FAESP-SENAR/SP]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
		<category><![CDATA[Top Farmers 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estado de São Paulo tem mais de 150 anos de história no Agro Brasil e agora está integrando todos os atores do segmento em nome de produção e sustentabilidade. Um dos eixos deste trabalho é o desenvolvido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado, a FAESP. Quem explica é Tirso Meirelles, o Presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado de São Paulo tem mais de 150 anos de história no Agro Brasil e agora está integrando todos os atores do segmento em nome de produção e sustentabilidade. Um dos eixos deste trabalho é o desenvolvido pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado, a FAESP. Quem explica é Tirso Meirelles, o Presidente do Sistema FAESP/SENAR – SP, durante o Top Farmers 2024.</p>
<p><iframe title="O Tirso quer integrar a Cidade e o Campo | Papo de Prateleira 1028" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/ryseEtKmRPE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Faesp marca presença na Top Farmers 2024, em Campinas</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/noticia/faesp-marca-presenca-na-top-farmers-2024-em-campinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[riba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 20:12:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[presidente do Sistema FAESP-SENAR/SP]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
		<category><![CDATA[Top Farmers 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[Tirso Meirelles, presidente da entidade, foi um dos palestrantes e destacou o papel do agronegócio do Brasil para o mundo A edição de 10º ano do Top Farmers aconteceu nesta terça e quarta-feiras, em Campinas. O encontro contou com a presença de médios e grandes produtores, além de expositores (de maquinário à tecnologia, passando por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong><i>Tirso Meirelles, presidente da entidade, foi um dos palestrantes e destacou o papel do agronegócio do Brasil para o mundo</i></strong></p>
<p>A edição de 10º ano do Top Farmers aconteceu nesta terça e quarta-feiras, em Campinas. O encontro contou com a presença de médios e grandes produtores, além de expositores (de maquinário à tecnologia, passando por insumos agrícolas) e autoridades do agronegócio nacional. Tirso Meirelles, presidente do Sistema Faesp/Senar-SP, marcou presença e foi um dos palestrantes no painel ‘Desafios do Agro Brasileiro à Sustentabilidade, Mudanças Climáticas e Segurança Alimentar’. Durante sua exposição, o presidente da entidade enfatizou o papel do Brasil como líder global em produção e exportação agrícola, responsável por 26% do PIB nacional, os <img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-100178 alignleft" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2024/09/09-2024-top-farmers-300x160.jpg" alt="" width="396" height="211" />grandes desafios para garantir segurança alimentar mundial e a responsabilidade em se produzir alimentos com sustentabilidade e respeito ao meio ambiente.</p>
<p style="text-align: left;">E esclareceu que o Brasil, apesar de um Código Florestal, mais rígido que o de outras nações, continua a produzir cada vez mais e mantém o compromisso com a preservação do meio ambiente. O presidente da entidade enfatizou a importância de união do setor, para criar condições específicas para uma produção eficaz e de segurança jurídica ao produtor rural. Em sua exposição também recordou o problema dos incêndios, que atingem São Paulo e ameaçam a produção estadual, bem como o resultado do PIB brasileiro. Também apresentou uma linha do tempo, dos anos 1970 aos dias atuais, onde o Brasil passa de importador de alimentos a líder global nas exportações de soja, carnes, segmento sucroalcooleiro, café e suco de laranja.</p>
<p style="text-align: left;">E conclamou entidades, produtores e empresários a cobrarem autoridades a respeito de melhores condições aos produtores rurais e um trabalho de informação efetiva do agronegócio, que é visto erroneamente como responsável pelas queimadas, sendo ele próprio mantenedor das regras, como estar em dia com certidões, registros e em conformidade com leis rígidas, como é o caso do Código Florestal brasileiro. “Portanto, é necessário desmistificar o agronegócio como vilão do Brasil, quando é o campo o maior responsável pela produção nacional, motor da economia, pela manutenção da sustentabilidade e cumpridor de vários regramentos. A Faesp está ao lado do produtor rural e ele pode contar conosco”, concluiu Tirso Meirelles.</p>
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