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	<title>presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo &#8211; AgroRevenda</title>
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	<description>A Plataforma de Conteúdo da Distribuição Agro</description>
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		<title>Reflexões e desafios do agronegócio em 2025</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 23:52:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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<p>Ao encerrarmos este ciclo de 2025, olhamos para as porteiras do futuro com uma mistura de cansaço e orgulho. O ano que se despede não foi para amadores. O produtor rural brasileiro, do pequeno ao grande, enfrentou uma jornada marcada por complexidades que testaram não apenas a sua eficiência técnica, mas a sua resiliência emocional e financeira. O setor navegou por águas turbulentas, enfrentando problemas políticos, econômicos, de comércio exterior e diplomacia, mas, mesmo assim, ainda é o protagonista da pujança econômica nacional e dos novos caminhos da sustentabilidade.</p>
<p>A flutuação nos preços das commodities e a reorganização das cadeias logísticas globais pressionaram as margens de lucro, exigindo do produtor uma mentalidade de gestor financeiro tão afiada quanto a sua prática no campo. Os desafios costumeiros, sendo o principal deles climático, além das dificuldades financeiras, outro item pressionou o produtor rural: a produção de baixo carbono e o cumprimento de normas ambientais rigorosas — estas, por sinal, deixaram de ser diferenciais para se tornarem pré-requisitos, demandando investimentos altos em rastreabilidade e tecnologia.</p>
<p>Apesar das “tempestades”, o agronegócio provou, mais uma vez, porque é a viga mestra da economia brasileira. Se 2025 foi o ano do desafio, foi também o ano da superação tecnológica. Vimos a digitalização avançar para além das fronteiras físicas, com a inteligência artificial otimizando cada semente e cada gota de fertilizante. A resiliência do campo não é passiva; ela é ativa. Ela está na capacidade do agricultor de se reinventar após uma quebra de safra e na união das cooperativas que fortalecem o elo mais fraco da corrente. O Brasil reafirmou seu papel como garantidor da segurança alimentar global, mostrando que, mesmo sob pressão, nossa terra é generosa quando trabalhada com ciência e dedicação.</p>
<p>O agronegócio é, essencialmente, um exercício de fé no futuro. Quem planta, acredita no amanhã. E é com essa crença que devemos cruzar a fronteira para o novo ano. Como sempre frisou nosso presidente emérito, Dr. Fábio de Salles Meirelles: “A grande riqueza de uma nação não está na quantidade de chaminés, de carros, de movimento, de venda. A grande riqueza de uma nação é uma semente bem germinada e o sorriso de uma criança bem nutrida.” Que as lições de 2025 sirvam de adubo para uma colheita mais próspera. Que a tecnologia seja nossa aliada, mas que o coração do produtor continue sendo o motor que move este país. O agro não para porque a vida não espera. Um feliz e produtivo 2026 a todos que fazem do solo o seu destino.</p>
<p><strong>Tirso Meirelles é presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp).</strong></p>
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		<title>Presidente da Faesp participa do 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/noticia/presidente-da-faesp-participa-do-24o-congresso-brasileiro-do-agronegocio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[riba]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 20:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente da Abag Caio Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa da Abag, com o tema AgroAlianças, reuniu lideranças do setor para debater inovação, sustentabilidade e estratégias frente a desafios climáticos e geopolíticos O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, participou nesta segunda (11), do 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio. O evento, realizado pela Associação Brasileira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Iniciativa da Abag, com o tema AgroAlianças, reuniu lideranças do setor para debater inovação, sustentabilidade e estratégias frente a desafios climáticos e geopolíticos</em></strong></p>
<p>O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, participou nesta segunda (11), do 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio. O evento, realizado pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), aconteceu no teatro do Sheraton WTC Hotel em São Paulo.</p>
<p>Meirelles participou do momento que antecede a abertura do Congresso e que reuniu, além dos palestrantes do Congresso, personalidades das mais importantes entidades ligadas ao agronegócio paulista e nacional. O presidente da Abag, Caio Carvalho, recebeu Tirso Meirelles e outros convidados para um café da manhã com lideranças do setor, autoridades e empresários. O governador Tarcísio de Freitas também participou do encontro.</p>
<p>O evento este ano tem como tema AgroAlianças, e cada vez mais se coloca como uma atividade estratégica voltada para fortalecer alianças no agro frente aos desafios climáticos e geopolíticos. Promove ainda reflexões sobre inovação, energias renováveis, financiamento sustentável e transição energética, além de formalizar o posicionamento do setor na COP30 e reconhecer importantes personalidades e veículos de comunicação do país.</p>
<p>Pedro Lucchesi, diretor primeiro tesoureiro da Faesp, e Juliana Farah, presidente da Comissão Semeadoras do Agro, também acompanharam o presidente Tirso Meirelles no evento.</p>
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		<title>Tirso Meirelles: “Novas medidas vão quebrar cadeias produtivas” </title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/tirso-meirelles-novas-medidas-vao-quebrar-cadeias-produtivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[riba]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 14:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente da Faesp alertou na noite desta quinta-feira (06) que decisão do governo pode fragilizar o setor produtivo nacional, um dos pilares da economia  O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, criticou duramente na noite desta quinta-feira (06) a decisão do governo de zerar as alíquotas de importação para alguns alimentos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Presidente da Faesp alertou na noite desta quinta-feira (06) que decisão do governo pode fragilizar o setor produtivo nacional, um dos pilares da economia</em> </strong></p>
<p>O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, criticou duramente na noite desta quinta-feira (06) a decisão do governo de zerar as alíquotas de importação para alguns alimentos, incluindo carne, café, milho e açúcar, entre outros. A medida, que pretende conter a alta no preço dos alimentos, terá reflexo em várias cadeias produtivas e pode quebrar o setor agropecuário nacional, motor da economia, responsável por sucessivos superávits da balança comercial.</p>
<p>Para Meirelles, o governo perdeu a mão da política monetária. A inflação está em alta, os juros estão exorbitantes, a taxa de câmbio trará aumento do custo de produção. Não existe estoque regulador, não existe armazenamento, a infraestrutura é incapaz de atender a produtividade nacional, trazendo custos adicionais ao produtor rural e, consequentemente, ao valor final para o consumidor. É essencial, na sua opinião, que o governo gaste menos e passe a investir nos setores corretos para que realmente possa resolver os problemas estruturantes do país. Ele questiona o que aconteceria se houvesse uma quebra de safra internacional. O quanto isso custaria para o país.</p>
<p>“Falta foco ao governo. Ao invés de trabalhar para que o setor produtivo, que tem sido responsável pelos sucessivos superávits da balança comercial, tenha competitividade, toma uma atitude que pode enfraquecer o campo. A ação é ineficaz e certamente irá quebrar o produtor nacional. Nos primeiros meses do ano o que estamos vendo é uma série de ações que penalizam aquele que trabalha para garantir o alimento de milhões de brasileiros e mais de um bilhão em todo o mundo”, frisou Meirelles.</p>
<p>Meirelles ressaltou que o governo precisa de uma política de longo prazo para o setor agropecuário, com recursos para crédito agrícola, seguro rural e fomento à produção. Ele lembrou que há um ano vem reiterando a necessidade de medidas como as <em>Farm Bills</em> americanas, programa de médio e longo prazos, votado pelo Congresso dos Estados Unidos, com recursos e programas de apoio à produção. Ele agradeceu o apoio permanente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem trabalhado em sintonia com as federações na busca por soluções mais que pontuais, mas que deem segurança ao homem do campo e garanta a competitividade do setor produtivo nacional.</p>
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		<title>GAFFFF 2024 lança Guia Turístico Rural de São Paulo</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/gaffff-2024-lanca-guia-turistico-rural-de-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[riba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 18:04:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
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		<category><![CDATA[presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Turismo e Viagens de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento destaca importância do agronegócio e turismo rural no desenvolvimento econômico de São Paulo, durante evento realizado no Allianz Parque Na quinta-feira, 27 de junho, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP), Tirso Meirelles, esteve presente na 6ª edição do Global Agribusiness Festival (GAFFF), realizado no Allianz Parque, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong><em>Evento destaca importância do agronegócio e turismo rural no desenvolvimento econômico de São Paulo, durante evento realizado no Allianz Parque</em></strong></p>
<p>Na quinta-feira, 27 de junho, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP), Tirso Meirelles, esteve presente na 6ª edição do Global Agribusiness Festival (GAFFF), realizado no Allianz Parque, em São Paulo. Ele prestigiou o lançamento Guia Turístico Rural do Estado de SP e participou de dois painéis no evento, dividindo suas experiências e expectativas com relação ao desenvolvimento do agronegócio brasileiro.</p>
<p style="text-align: left;">Durante o GAFFF, a Secretaria de Turismo e Viagens de São Paulo lançou o Guia, promovendo destinos turísticos e ações do turismo paulista em seu estande, além de compartilhar produtos artesanais premiados que fazem parte das rotas gastronômicas do estado. “A Faesp está comprometida em visitar propriedades rurais para fortalecer a implementação do Código Florestal e desenvolver o turismo rural e do agronegócio no estado.</p>
<p style="text-align: left;">Temos um trabalho importante, focado no empreendedorismo feminino, por meio da Comissão Semeadoras do Agro, que contribui com a criação de novas empresas. Temos os arranjos produtivos locais, que detectam e desenvolvem a vocação dos municípios. Cada produtor rural entra com sua produção, seja gastronomia, lazer, artesanato, piscicultura, cavalgada. Enfim, cada um faz um pouquinho e teremos um grande centro de turismo, por todo o interior”, afirma Tirso Meirelles.</p>
<p style="text-align: left;">O Guia Turístico Rural inclui 290 propriedades de 39 municípios paulistas, totalizando mais de mil propriedades rurais catalogadas em 361 cidades. As atividades oferecidas vão desde trilhas e cachoeiras até diversas atividades ligadas ao campo. O estado de São Paulo, sendo o mais rural do Brasil, tem no agronegócio uma força econômica significativa, representando 38% do PIB paulista.</p>
<p style="text-align: left;">Meirelles destacou a necessidade de criar infraestrutura adequada para que o turismo rural prospere, incluindo a construção de hotéis e pousadas, além de melhorar a conectividade para facilitar a venda direta de produtos do produtor ao consumidor. “O turismo rural é um segmento que cresce cerca de 30% ao ano no país, e nosso objetivo é criar condições para que o cidadão urbano compreenda a importância do meio rural e que jovens se interessem em trabalhar no interior, com agricultura e turismo”, afirmou o presidente da Faesp.</p>
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		<title>Tirso Meirelles &#8211; FAESP: &#8220;A bola agora está com o Senado&#8221;!</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/opiniao/tirso-meirelles-faesp-a-bola-agora-esta-com-o-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[riba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 May 2024 15:44:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA["A bola agora está com o Senado"!]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcos Pollon (PL-MS)]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Lupion]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[punição aos invasores de propriedades rurais e prédios públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[A aprovação do texto base do Projeto de Lei 709/2023, que trata da punição aos invasores de propriedades rurais e prédios públicos, nesta quarta-feira (22), foi comemorada pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles. Ele parabenizou a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), cujo presidente, Pedro Lupion, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aprovação do texto base do Projeto de Lei 709/2023, que trata da punição aos invasores de propriedades rurais e prédios públicos, nesta quarta-feira (22), foi comemorada pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles. Ele parabenizou a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), cujo presidente, Pedro Lupion, foi o relator do projeto e construir um documento que garante tranquilidade para os proprietários rurais e urbanos. Meirelles lembrou que o direito à propriedade está na Constituição Federal, mas que as invasões, sem qualquer punição, criam uma impressão de impunidade e estimulam o crime. Ele pediu que os senadores entendam a importância dessa lei para que os produtores possam investir em suas propriedades e não vivam sempre sob a sombra da perda de tudo o que construíram e de onde tiram seu sustento.</p>
<p>“Agora são os senadores que precisam aprovar esse Projeto de Lei, que vai permitir que o homem do campo continue a produzir as riquezas do Brasil. Sabemos da importância do setor agropecuário para a economia nacional e é precisar dar segurança aos produtores para que eles possam investir cada vez mais na melhoria de suas culturas, no aumento da produção”, afirmou Tirso Meirelles. De acordo com o presidente da bancada do agro e relator da proposta no Plenário, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), o texto trata da manutenção da ordem e cumprimento das leis. Segundo o parlamentar, o que motiva as invasões de propriedade no Brasil é a certeza da impunidade. “Enquanto os criminosos não forem punidos, vão continuar cometendo crimes. O projeto faz com que quem cometa esse tipo de ato não receba benefício do Estado. Nada mais justo que isso”, explicou.</p>
<p>O autor do projeto de lei, Marcos Pollon (PL-MS), esclarece que é um ultraje ao estado democrático de direito, consagrado no texto da Carta Maior, permitir que agentes criminosos se beneficiem de programas assistenciais financiados pela população. “O estado brasileiro não pode se prestar ao papel de financiador do bem-estar desses delinquentes”, disse o parlamentar.  Os responsáveis por invasões de propriedades rurais ou imóveis públicos ficarão oito anos impedidos de participar do programa nacional de reforma agrária ou permanecer nele, se já estiver cadastrado; firmar contrato com o poder público, em todas as esferas; receber benefícios ou incentivos fiscais, como crédito rural; ser beneficiado por qualquer tipo de regularização fundiário ou programa de assistência social, como o MInha Casa, Minha Vida; inscrever-se em concurso público; ser nomeado para cargo público comissionado; e receber benefícios, auxílios e demais programas do governo.</p>
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