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	<title>FAESP &#8211; AgroRevenda</title>
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	<description>A Plataforma de Conteúdo da Distribuição Agro</description>
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	<title>FAESP &#8211; AgroRevenda</title>
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	<item>
		<title>FAESP pede ofensiva diplomática contra novas barreiras</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/faesp-pede-ofensiva-diplomatica-contra-novas-barreiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 19:07:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Federação considera insuficiente a atuação do Executivo e defende prioridade à diplomacia comercial para proteger as exportações &#160; A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP) elevou o tom das críticas à condução da política comercial brasileira após o anúncio de novas tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos exportados pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Federação considera insuficiente a atuação do Executivo e defende prioridade à diplomacia comercial para proteger as exportações</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP) elevou o tom das críticas à condução da política comercial brasileira após o anúncio de novas tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos exportados pelo Brasil. Em nota divulgada nesta semana, a entidade afirma que a ampliação das alíquotas amplia os riscos para o setor produtivo e defende uma atuação mais intensa da diplomacia brasileira para preservar mercados internacionais.</p>
<p>Além de condenar a decisão do governo norte-americano, a FAESP atribui parte do agravamento da situação à resposta do Executivo brasileiro, que, segundo a entidade, não tratou o tema com a prioridade necessária desde o início das negociações. Para a federação, a proteção da competitividade do agronegócio depende de ações diplomáticas rápidas e coordenadas, especialmente em um cenário de crescente adoção de barreiras comerciais por diferentes países.</p>
<p>Na avaliação de <strong>Tirso Meirelles, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP)</strong>, a medida anunciada pelos Estados Unidos amplia a pressão sobre cadeias exportadoras brasileiras. Ao mesmo tempo, ele rebate uma das justificativas apresentadas para o aumento das tarifas. &#8220;Com um histórico de 200 anos de relações comerciais com os Estados Unidos, é totalmente descabida a insinuação de que o Brasil convive com trabalho forçado. O agronegócio brasileiro atua sob rigorosos parâmetros de compliance e agendas ESG para garantir e acompanhar a qualidade da força de trabalho de ponta a ponta. Nosso compromisso com os direitos humanos e a dignidade no campo é intransigente&#8221;, destaca Meirelles.</p>
<p>A entidade também sustenta que o setor produtivo assumiu papel relevante nas negociações com parceiros internacionais, argumentando que parte das exceções obtidas nas medidas tarifárias decorreu da atuação direta de representantes do agro, da indústria, do comércio e dos serviços. Na nota, a FAESP afirma que o governo deixou de dimensionar adequadamente o problema e retardou a adoção de medidas diplomáticas capazes de reduzir seus impactos.</p>
<p>Outro ponto destacado é a necessidade de ampliar a agenda de negociações comerciais além da relação com os Estados Unidos. A federação cita, como exemplo, as tarifas incidentes sobre a carne bovina brasileira na China e avalia que o Brasil precisa adotar uma postura mais ativa na defesa de seus interesses comerciais diante de diferentes mercados.</p>
<p>Ao concluir a manifestação, Meirelles defende que o momento exige diálogo, e não escalada das tensões comerciais. <strong>&#8220;</strong>É urgente acionar rápida e estrategicamente todos os canais de diplomacia comercial para restabelecer parâmetros que permitam a concorrência leal. Acreditamos que ainda há espaço para o diálogo firme, propositivo e que salvaguarde quem produz a segurança alimentar mundial. Não é o momento de ativação da Lei de Reciprocidade Econômica&#8221;, acrescenta.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-129240 aligncenter" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/faesp-manifesto-300x200.png" alt="" width="724" height="483" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/faesp-manifesto-300x200.png 300w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/faesp-manifesto-1024x683.png 1024w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/faesp-manifesto-768x512.png 768w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/faesp-manifesto.png 1536w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Faesp diz que Plano Safra não responde ao campo</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/faesp-diz-que-plano-safra-nao-responde-ao-campo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 18:45:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra 2026/27]]></category>
		<category><![CDATA[política agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro Rural]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidade avalia que política agrícola precisa superar os anúncios anuais e oferecer segurança para investimentos de longo prazo &#160; O anúncio do Plano Safra 2026/2027, que disponibiliza R$ 525,1 bilhões para a agricultura empresarial, não encerrou o debate sobre as necessidades do setor. Para a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Entidade avalia que política agrícola precisa superar os anúncios anuais e oferecer segurança para investimentos de longo prazo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O anúncio do Plano Safra 2026/2027, que disponibiliza R$ 525,1 bilhões para a agricultura empresarial, não encerrou o debate sobre as necessidades do setor. Para a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), embora o aumento dos recursos represente um avanço, o programa deixa sem resposta questões consideradas estruturais para a sustentabilidade econômica da produção agropecuária brasileira. A entidade defende que o foco da política agrícola precisa ir além da oferta anual de crédito e incorporar soluções permanentes para endividamento, gestão de riscos e planejamento de longo prazo.</p>
<p>Na avaliação da Federação, o acréscimo de R$ 9 bilhões em relação ao ciclo anterior não altera a realidade enfrentada por milhares de produtores, especialmente diante da combinação de custos elevados, juros ainda altos, perdas climáticas recorrentes e dificuldade de acesso ao financiamento. Segundo a entidade, muitos agricultores mantêm patrimônio e capacidade produtiva preservados, mas convivem com fluxo de caixa comprometido, o que reduz a capacidade de investir e amplia o risco financeiro das propriedades.</p>
<p>Para a Faesp, o principal desafio é enfrentar o passivo acumulado no campo. &#8220;Sem uma solução para o passivo acumulado, novos financiamentos deixam de cumprir seu papel de impulsionar investimentos e passam apenas a ampliar as dificuldades financeiras de quem está no campo&#8221;, destaca a entidade.</p>
<p>Outro ponto enfatizado é a necessidade de substituir o modelo baseado em anúncios anuais por uma política agrícola permanente. A Federação argumenta que a falta de previsibilidade sobre juros, limites de financiamento e disponibilidade efetiva de recursos dificulta decisões de investimento que, na agropecuária, normalmente exigem horizontes de cinco, dez ou mais anos. Nesse contexto, a proposta defendida é a criação de um &#8220;Plano Brasil para o agro&#8221;, capaz de oferecer estabilidade e segurança ao setor produtivo.</p>
<p>A entidade também chama atenção para a situação dos pequenos e médios produtores, que representam mais de 70% das propriedades rurais paulistas. Segundo a Faesp, recordes sucessivos de produção não significam, necessariamente, aumento da rentabilidade nas propriedades, já que grande parte da produção nacional está concentrada em um número reduzido de grandes empreendimentos, enquanto milhares de produtores convivem com margens cada vez mais estreitas.</p>
<p>Entre as prioridades apontadas pela Federação está o fortalecimento da política de seguro rural. A avaliação é de que a cobertura atual permanece limitada diante da frequência crescente de secas, enchentes, geadas e incêndios, deixando produtores excessivamente expostos às perdas provocadas por eventos climáticos extremos. Para a entidade, ampliar os instrumentos de gestão de risco é condição indispensável para aumentar a segurança da atividade agropecuária.</p>
<p>Na conclusão do posicionamento, a Faesp reforça que o Plano Safra produzirá resultados mais consistentes quando vier acompanhado de medidas estruturantes. &#8220;O agronegócio brasileiro não precisa apenas de novos anúncios. Precisa de previsibilidade, segurança jurídica e condições para continuar produzindo alimentos, gerando empregos e fortalecendo a economia nacional&#8221;, afirma a Federação.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Veto reacende debate sobre falta de mão de obra no campo</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/veto-reacende-debate-sobre-falta-de-mao-de-obra-no-campo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 19:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[Faesp aponta que veto presidencial pode reduzir interesse por vagas formais em atividades temporárias &#160; Encontrar trabalhadores para atividades temporárias tornou-se um dos principais desafios enfrentados por diferentes segmentos do agronegócio brasileiro. Em regiões produtoras de café, cana-de-açúcar, frutas, hortaliças e grãos, produtores relatam dificuldades crescentes para preencher vagas durante períodos de plantio, colheita e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Faesp aponta que veto presidencial pode reduzir interesse por vagas formais em atividades temporárias</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Encontrar trabalhadores para atividades temporárias tornou-se um dos principais desafios enfrentados por diferentes segmentos do agronegócio brasileiro. Em regiões produtoras de café, cana-de-açúcar, frutas, hortaliças e grãos, produtores relatam dificuldades crescentes para preencher vagas durante períodos de plantio, colheita e beneficiamento. O problema, que já impacta custos e planejamento das operações, voltou ao centro do debate após o veto integral ao Projeto de Lei nº 715/2023.</p>
<p>A proposta, aprovada anteriormente pelo Congresso Nacional, previa a manutenção de benefícios sociais para trabalhadores safristas durante contratos temporários no campo. O objetivo era eliminar uma das principais barreiras apontadas por empregadores e trabalhadores: o receio de perder programas de assistência social ao aceitar uma ocupação formal por prazo determinado.</p>
<p>A decisão gerou reação da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), que classificou o veto como um retrocesso para o mercado de trabalho rural. Segundo a entidade, a medida aprovada pelos parlamentares buscava equilibrar geração de renda, formalização e proteção social, sem comprometer a segurança econômica das famílias mais vulneráveis.</p>
<p>Na avaliação da federação, a interrupção da proposta tende a dificultar ainda mais a contratação de trabalhadores para atividades sazonais. Em diversas cadeias produtivas, a escassez de mão de obra já representa um fator de preocupação, especialmente em operações que dependem de grande volume de trabalhadores em períodos específicos do calendário agrícola.</p>
<p>Em nota oficial, a Faesp afirmou que a medida representava “um importante avanço na inclusão produtiva, ao eliminar um dos principais obstáculos para que milhares de brasileiros pudessem aceitar oportunidades de trabalho formal sem o receio de perder programas essenciais de proteção social”. A entidade argumenta ainda que o veto pode ampliar os gargalos existentes na contratação de safristas e reduzir a atratividade das vagas temporárias oferecidas pelo setor.</p>
<p>Outro ponto destacado pela federação é o impacto da medida sobre a formalização do emprego rural. Para a entidade, políticas públicas voltadas ao mercado de trabalho devem estimular a inserção produtiva, facilitar a mobilidade social e ampliar as oportunidades de geração de renda. A manutenção do veto, segundo a avaliação da organização, reduz a capacidade de aproximar trabalhadores das vagas disponíveis no setor agropecuário.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>FAESP critica falta de ações do governo para o Agro</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/noticia/faesp-critica-falta-de-acoes-do-governo-para-o-agro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 12:46:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Agrishow]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidade classifica abertura como “dia do não anúncio” e defende plano de longo prazo para dar previsibilidade ao agro &#160; A abertura da Agrishow 2026, principal vitrine de tecnologia e negócios do agronegócio brasileiro, foi marcada, neste domingo (26/04), por um tom de frustração entre lideranças do setor produtivo. A ausência de anúncios concretos por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Entidade classifica abertura como “dia do não anúncio” e defende plano de longo prazo para dar previsibilidade ao agro</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A abertura da Agrishow 2026, principal vitrine de tecnologia e negócios do agronegócio brasileiro, foi marcada, neste domingo (26/04), por um tom de frustração entre lideranças do setor produtivo. A ausência de anúncios concretos por parte do Governo Federal levou a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP) a classificar o momento como o “dia do não anúncio”, evidenciando a distância entre expectativa e entrega no campo.</p>
<p>Segundo a entidade, produtores chegaram ao evento aguardando medidas capazes de responder aos desafios imediatos da atividade, como crédito, renegociação de dívidas e fortalecimento do seguro rural. No entanto, o discurso oficial foi interpretado como repetição de promessas já conhecidas, sem definição de prazos ou mecanismos de execução.</p>
<p>“Hoje foi o dia do não anúncio. Quando todo o setor produtivo esperava a consolidação de medidas efetivas, os representantes do governo federal vieram, mais uma vez, com promessas. O produtor não precisa de mais promessas; precisa de ações efetivas”, afirmou Tirso Meirelles, presidente da FAESP.</p>
<p>A crítica vai além do curto prazo. A federação defende que o agronegócio brasileiro precisa de uma estratégia estruturada, com horizonte de longo prazo, capaz de garantir previsibilidade ao produtor e sustentação ao crescimento do setor. “É fundamental termos um plano de 10, 20 anos; um ‘Plano Brasil’ que contemple soluções de curto, médio e longo prazo”, reforçou Meirelles.</p>
<p>Outro ponto central levantado pela entidade é a segurança jurídica, considerada condição essencial para manter investimentos no campo. Sem estabilidade regulatória e clareza nas regras, o ambiente de negócios tende a se deteriorar, afetando diretamente a capacidade produtiva e a competitividade internacional do país.</p>
<p>Para a FAESP, transformar discursos em ações práticas é determinante para que o Brasil mantenha seu protagonismo global na produção de alimentos. A ausência de medidas concretas, nesse contexto, não apenas frustra expectativas, mas também amplia a percepção de incerteza em um setor que depende de planejamento e previsibilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Faesp leva 10 mil produtores à Agrishow e amplia alcance</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/faesp-leva-10-mil-produtores-a-agrishow-e-amplia-alcance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 14:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação no campo]]></category>
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					<description><![CDATA[Caravanas, capacitação e inovação reforçam protagonismo do agro paulista no maior evento do setor na América Latina A presença massiva de produtores rurais na Agrishow 2026 evidencia uma mudança importante no agronegócio: o acesso à tecnologia e à informação passa a ser um diferencial estratégico para a competitividade no campo. A Federação da Agricultura do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Caravanas, capacitação e inovação reforçam protagonismo do agro paulista no maior evento do setor na América Latina</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p>A presença massiva de produtores rurais na Agrishow 2026 evidencia uma mudança importante no agronegócio: o acesso à tecnologia e à informação passa a ser um diferencial estratégico para a competitividade no campo. A Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp) mobiliza cerca de 10 mil produtores paulistas para o evento, ampliando a participação de pequenos e médios agricultores em um dos principais ambientes de inovação do setor.</p>
<p>Organizada em 150 caravanas de sindicatos rurais, a iniciativa busca aproximar o produtor das tecnologias, serviços e oportunidades de negócios apresentados na feira. A ação é realizada em parceria com o Sebrae e reforça o papel das entidades na democratização do acesso à inovação no agro.</p>
<p>Além da presença no evento, a entidade estrutura uma programação com foco em qualificação e desenvolvimento profissional. “A Agrishow se consolida como vitrine global para máquinas, equipamentos, serviços e soluções para o agro”, destaca o material institucional, ao enfatizar o impacto da feira na geração de negócios e na difusão tecnológica.</p>
<p>Um dos pilares da estratégia está na formação técnica. O Senar-SP avança na implantação de oito Centros de Excelência voltados a áreas estratégicas, como cana-de-açúcar, bioenergia, inteligência artificial, agricultura familiar e pecuária. Com investimento de cerca de R$ 200 milhões, as unidades buscam alinhar capacitação às vocações regionais e preparar o setor para os desafios futuros.</p>
<p>A formação de novas lideranças também ganha espaço. O Programa Jovem Empreendedor do Agro (JEA) levará 500 alunos à feira, com foco no desenvolvimento de habilidades em gestão, inovação e empreendedorismo, estimulando a sucessão familiar e a permanência dos jovens no campo.</p>
<p>O protagonismo feminino é destaque na programação. A Comissão Semeadoras do Agro promoverá ações voltadas à saúde e ao empreendedorismo, além de reunir cerca de 600 mulheres em atividades de capacitação e troca de experiências.</p>
<p>Com uma estrutura de mais de 300 metros quadrados na feira, a Faesp reforça sua atuação institucional e amplia o diálogo com produtores, técnicos e empresas. Ao conectar qualificação, inovação e inclusão, a iniciativa evidencia um movimento mais amplo: o fortalecimento do capital humano como base para o avanço do agronegócio brasileiro.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FAESP destaca participação do Agro no superávit comercial do Brasil</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/faesp-destaca-participacao-do-agro-no-superavit-comercial-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 18:57:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[comércio exterior]]></category>
		<category><![CDATA[economia do agro]]></category>
		<category><![CDATA[Exportações agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
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					<description><![CDATA[Setor registra resultado positivo de US$ 9,1 bilhões em janeiro e compensa déficit dos demais segmentos da economia   O agronegócio voltou a ser o principal responsável pelo equilíbrio das contas externas brasileiras no início de 2026. Mesmo com leve retração nas exportações, o setor garantiu o superávit da balança comercial do país em janeiro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Setor registra resultado positivo de US$ 9,1 bilhões em janeiro e compensa déficit dos demais segmentos da economia</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O agronegócio voltou a ser o principal responsável pelo equilíbrio das contas externas brasileiras no início de 2026. Mesmo com leve retração nas exportações, o setor garantiu o superávit da balança comercial do país em janeiro, compensando o desempenho negativo dos demais segmentos da economia. Os dados integram o <em>Relatório de acompanhamento mensal do comércio exterior</em>, elaborado pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) em conjunto com o Senar-SP e sindicatos rurais.</p>
<p>No período, o Brasil registrou saldo positivo de US$ 4,3 bilhões, forte alta em relação ao mesmo mês do ano anterior. O resultado foi impulsionado principalmente pela queda mais intensa das importações, enquanto as exportações totais apresentaram retração mais moderada.</p>
<p>O agronegócio respondeu sozinho por superávit de US$ 9,1 bilhões, consolidando-se como principal sustentação do comércio exterior. As vendas externas do setor somaram cerca de US$ 10,8 bilhões, com destaque para o avanço da carne bovina in natura, que cresceu mais de 40% e atingiu recorde histórico para janeiro. Também se sobressaíram as exportações de bovinos vivos e o desempenho do complexo soja, mesmo em período de entressafra.</p>
<p>Em sentido oposto, produtos tradicionais como café, suco de laranja e açúcar registraram retração, reflexo principalmente da redução do volume embarcado e de oscilações nos preços internacionais.</p>
<p>Em São Paulo, a balança comercial total apresentou déficit de US$ 2,2 bilhões, ampliado pela queda das exportações. Ainda assim, o agronegócio paulista manteve saldo positivo de US$ 1,3 bilhão, evidenciando novamente a relevância do setor na economia estadual.</p>
<p>No estado, o desempenho foi marcado pela retração das vendas do complexo sucroenergético e do setor citrícola, enquanto a celulose e as exportações de carne bovina registraram crescimento expressivo.</p>
<p>O cenário coincide com a assinatura do acordo entre Mercosul e União Europeia, que prevê eliminação gradual de tarifas para a maior parte dos produtos e tende a ampliar oportunidades comerciais para o agronegócio brasileiro nos próximos anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reflexões e desafios do agronegócio em 2025</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/opiniao/reflexoes-e-desafios-do-agronegocio-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[riba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 23:52:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao encerrarmos este ciclo de 2025, olhamos para as porteiras do futuro com uma mistura de cansaço e orgulho. O ano que se despede não foi para amadores. O produtor rural brasileiro, do pequeno ao grande, enfrentou uma jornada marcada por complexidades que testaram não apenas a sua eficiência técnica, mas a sua resiliência emocional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="elementor-element elementor-element-e77d97d elementor-widget elementor-widget-theme-post-content" data-id="e77d97d" data-element_type="widget" data-widget_type="theme-post-content.default">
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<p>Ao encerrarmos este ciclo de 2025, olhamos para as porteiras do futuro com uma mistura de cansaço e orgulho. O ano que se despede não foi para amadores. O produtor rural brasileiro, do pequeno ao grande, enfrentou uma jornada marcada por complexidades que testaram não apenas a sua eficiência técnica, mas a sua resiliência emocional e financeira. O setor navegou por águas turbulentas, enfrentando problemas políticos, econômicos, de comércio exterior e diplomacia, mas, mesmo assim, ainda é o protagonista da pujança econômica nacional e dos novos caminhos da sustentabilidade.</p>
<p>A flutuação nos preços das commodities e a reorganização das cadeias logísticas globais pressionaram as margens de lucro, exigindo do produtor uma mentalidade de gestor financeiro tão afiada quanto a sua prática no campo. Os desafios costumeiros, sendo o principal deles climático, além das dificuldades financeiras, outro item pressionou o produtor rural: a produção de baixo carbono e o cumprimento de normas ambientais rigorosas — estas, por sinal, deixaram de ser diferenciais para se tornarem pré-requisitos, demandando investimentos altos em rastreabilidade e tecnologia.</p>
<p>Apesar das “tempestades”, o agronegócio provou, mais uma vez, porque é a viga mestra da economia brasileira. Se 2025 foi o ano do desafio, foi também o ano da superação tecnológica. Vimos a digitalização avançar para além das fronteiras físicas, com a inteligência artificial otimizando cada semente e cada gota de fertilizante. A resiliência do campo não é passiva; ela é ativa. Ela está na capacidade do agricultor de se reinventar após uma quebra de safra e na união das cooperativas que fortalecem o elo mais fraco da corrente. O Brasil reafirmou seu papel como garantidor da segurança alimentar global, mostrando que, mesmo sob pressão, nossa terra é generosa quando trabalhada com ciência e dedicação.</p>
<p>O agronegócio é, essencialmente, um exercício de fé no futuro. Quem planta, acredita no amanhã. E é com essa crença que devemos cruzar a fronteira para o novo ano. Como sempre frisou nosso presidente emérito, Dr. Fábio de Salles Meirelles: “A grande riqueza de uma nação não está na quantidade de chaminés, de carros, de movimento, de venda. A grande riqueza de uma nação é uma semente bem germinada e o sorriso de uma criança bem nutrida.” Que as lições de 2025 sirvam de adubo para uma colheita mais próspera. Que a tecnologia seja nossa aliada, mas que o coração do produtor continue sendo o motor que move este país. O agro não para porque a vida não espera. Um feliz e produtivo 2026 a todos que fazem do solo o seu destino.</p>
<p><strong>Tirso Meirelles é presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp).</strong></p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Faesp e CNA discutem impactos da Reforma Tributária no agronegócio do Sudeste</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/noticia/faesp-e-cna-discutem-impactos-da-reforma-tributaria-no-agronegocio-do-sudeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 15:21:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[CNA]]></category>
		<category><![CDATA[evento gratuito]]></category>
		<category><![CDATA[evento online]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[nova legislação tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Sudeste]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento online no dia 11 de dezembro orientará produtores e sindicatos sobre regras de transição e ajustes exigidos pelo novo sistema. &#160; Com as novas regras da Reforma Tributária prestes a entrar em vigor, a Faesp, em parceria com a CNA, promoverá no dia 11 de dezembro, das 9h30 às 12h30, o evento online “Reforma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Evento online no dia 11 de dezembro orientará produtores e sindicatos sobre regras de transição e ajustes exigidos pelo novo sistema.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com as novas regras da <strong>Reforma Tributária</strong> prestes a entrar em vigor, a <strong>Faesp</strong>, em parceria com a <strong>CNA</strong>, promoverá no dia <strong>11 de dezembro</strong>, das 9h30 às 12h30, o evento online <em>“Reforma Tributária e seus Impactos no Agronegócio – Região Sudeste”</em>. A iniciativa busca preparar sindicatos rurais, produtores e profissionais do setor para a fase de transição que terá início em <strong>1º de janeiro de 2026</strong>.</p>
<p>A programação contará com dois painéis conduzidos por especialistas da <strong>CNA</strong>, <strong>Receita Federal</strong>, <strong>Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo (Sefaz/SP)</strong> e <strong>CRC/SP</strong>, que apresentarão tanto a visão geral da reforma quanto seus efeitos práticos na gestão tributária das atividades rurais. Serão detalhadas as principais mudanças do novo sistema, como regras de transição, exigências específicas para o produtor rural e boas práticas para adequação operacional.</p>
<p>Diante da proximidade das alterações legais, a Faesp reforça que <strong>sindicatos rurais terão papel fundamental como multiplicadores de informação</strong>, ajudando produtores e colaboradores a compreenderem o que muda na rotina administrativa e fiscal do campo. A entidade recomenda ainda que gestores, contadores, consultores, técnicos e demais profissionais participem do debate para assegurar uma adaptação segura ao novo cenário tributário.</p>
<p>O encontro é <strong>gratuito e aberto ao público</strong>, e sua realização integra o esforço das entidades representativas para ampliar o entendimento sobre a reforma, considerada a mais profunda reestruturação do sistema tributário brasileiro em décadas. Para a Faesp, antecipar esse conhecimento é essencial para evitar riscos e permitir que o setor rural entre em 2026 preparado para um ambiente fiscal renovado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>REFORMA TRIBUTÁRIA E O AGRO: O QUE MUDARÁ</strong></h3>
<h3><strong>Data e formato</strong></h3>
<ul>
<li><strong>11 de dezembro</strong></li>
<li>Das <strong>9h30 às 12h30</strong></li>
<li>Evento <strong>online e gratuito</strong></li>
</ul>
<h3><strong>Quem organiza</strong></h3>
<ul>
<li><strong>Faesp</strong> (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SP)</li>
<li><strong>CNA</strong> (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil)</li>
</ul>
<h3><strong>Público-alvo</strong></h3>
<ul>
<li>Sindicatos rurais</li>
<li>Produtores e gestores do agro</li>
<li>Contadores, consultores, técnicos e profissionais ligados à rotina fiscal do campo</li>
</ul>
<h3><strong>Principais temas</strong></h3>
<ul>
<li>Funcionamento do <strong>novo sistema tributário</strong></li>
<li><strong>Regras de transição</strong> válidas a partir de <strong>1º de janeiro de 2026</strong></li>
<li>Impactos operacionais para produtores rurais</li>
<li>Adequações necessárias na gestão administrativa e fiscal</li>
<li>Orientações sobre processos e boas práticas de conformidade</li>
</ul>
<h3><strong>Especialistas confirmados</strong></h3>
<ul>
<li>Representantes da <strong>CNA</strong></li>
<li>Técnicos da <strong>Receita Federal</strong></li>
<li>Especialistas da <strong>Sefaz-SP</strong></li>
<li>Conselho Regional de Contabilidade (<strong>CRC-SP</strong>)</li>
</ul>
<h3><strong>Por que o evento é importante</strong></h3>
<ul>
<li>Reforma Tributária é a <strong>maior mudança do sistema em décadas</strong></li>
<li>Produtores precisarão compreender <strong>novas obrigações e prazos</strong></li>
<li>Sindicatos terão papel central na <strong>multiplicação das informações</strong></li>
<li>Antecipar ajustes evita <strong>erros, riscos fiscais e custos desnecessários</strong></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Para Faesp, derrubada de vetos moderniza licenciamento ambiental e traz equilíbrio</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/para-faesp-derrubada-de-vetos-moderniza-licenciamento-ambiental-e-traz-equilibrio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 12:54:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[derrubada de vetos]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[segurança juridica]]></category>
		<category><![CDATA[Tirso Meirelles]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidade afirma que atualização do marco regulatório traz segurança jurídica e valoriza avanços tecnológicos do agro paulista. &#160; A derrubada dos vetos presidenciais ao novo marco do licenciamento ambiental reacendeu uma discussão central para o desenvolvimento brasileiro: como adaptar o país a um modelo regulatório capaz de conciliar crescimento econômico, inovação tecnológica e proteção ambiental. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Entidade afirma que atualização do marco regulatório traz segurança jurídica e valoriza avanços tecnológicos do agro paulista.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A derrubada dos vetos presidenciais ao novo marco do <strong>licenciamento ambiental</strong> reacendeu uma discussão central para o desenvolvimento brasileiro: como adaptar o país a um modelo regulatório capaz de conciliar crescimento econômico, inovação tecnológica e proteção ambiental. Para a <strong>Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp)</strong>, a decisão do Congresso representa um avanço ao restabelecer dispositivos considerados essenciais para garantir <strong>segurança jurídica</strong> e eficiência administrativa.</p>
<p>O presidente da entidade, <strong>Tirso Meirelles</strong>, destaca que o agro paulista sempre operou com forte compromisso ambiental, incorporando práticas de manejo sustentável, integração lavoura-pecuária-floresta, recuperação de áreas degradadas e uso intensivo de tecnologia. Ele afirma que “<strong>a comemoração do setor produtivo reflete a convicção de que um licenciamento mais moderno permitirá reconhecer e valorizar essas evoluções, além de facilitar investimentos que sigam padrões socioambientais adequados</strong>”.</p>
<p>Segundo a Faesp, o sistema atual já não acompanhava a velocidade das transformações produtivas e científicas. Por isso, modernizar o licenciamento não significa flexibilizar a proteção dos biomas, mas <strong>substituir modelos burocráticos por processos mais inteligentes, digitais e baseados em ciência</strong>. A federação defende que procedimentos mais ágeis permitem aprimorar a capacidade de monitoramento, aumentar a transparência e dificultar que irregularidades se escondam em meio à complexidade administrativa.</p>
<p>A entidade também considera que o novo marco pode facilitar investimentos estruturantes tanto no campo quanto na indústria, ampliando competitividade e alinhando o país às melhores práticas internacionais. Para isso, destaca a importância de transformar a legislação em <strong>política pública efetiva</strong>, com integração entre órgãos ambientais, estados, produtores e cadeias produtivas.</p>
<p>Para Meirelles, a derrubada dos vetos abre uma <strong>oportunidade histórica</strong> para o Brasil aperfeiçoar instrumentos, estimular bons empreendedores e fortalecer um modelo que una desenvolvimento e conservação. O desafio agora está na implementação: garantir que as regras modernizadas tragam previsibilidade, reduzam gargalos e valorizem quem já opera com responsabilidade ambiental.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Enmcoop 2025 reunirá mais de mil mulheres para debater saúde emocional, liderança e inovação</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/agrocooperativas/enmcoop-2025-reunira-mais-de-mil-mulheres-para-debater-lideranca-saude-emocional-e-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 12:29:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AgroCooperativas]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Enmcoop 2025]]></category>
		<category><![CDATA[FAESP]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Conecta]]></category>
		<category><![CDATA[liderança feminina]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres cooperativistas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres do Agro]]></category>
		<category><![CDATA[OCB]]></category>
		<category><![CDATA[protagonismo feminino]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento nacional em Itupeva (SP) integra conteúdo técnico, oficinas e festival cultural, destacando o papel estratégico da mulher cooperativista. &#160; O fortalecimento da presença feminina no cooperativismo agropecuário brasileiro ganhará um novo impulso nos dias 2 e 3 de dezembro de 2025, quando o White Pavilion, no parque Wet’n Wild, em Itupeva (SP), recebe o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Evento nacional em Itupeva (SP) integra conteúdo técnico, oficinas e festival cultural, destacando o papel estratégico da mulher cooperativista</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O fortalecimento da presença feminina no cooperativismo agropecuário brasileiro ganhará um novo impulso nos dias <strong>2 e 3 de dezembro de 2025</strong>, quando o White Pavilion, no parque Wet’n Wild, em Itupeva (SP), recebe o <strong>6º Encontro Nacional das Mulheres Cooperativistas (Enmcoop)</strong>. O evento, organizado pelo Grupo Conecta, promete reunir <strong>mais de mil produtoras, gestoras e empreendedoras</strong>, em uma imersão que combina conteúdo técnico, experiências culturais e atividades voltadas ao desenvolvimento pessoal e profissional.</p>
<p>A edição deste ano traz como tema central <strong>“A força das mulheres nas cooperativas: conectando realidades e potencializando resultados”</strong>, reforçando a contribuição feminina na governança rural, na gestão de propriedades e na sucessão familiar. A programação contará com representantes de instituições como <strong>FAESP</strong>, <strong>Sistema OCB</strong>, <strong>Sebrae</strong> e autoridades do município de Itupeva, enfatizando o avanço do cooperativismo e o papel decisivo das mulheres na sustentabilidade econômica e social do setor.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-122106 alignright" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2025/11/enmcoop-encontro-02-300x300.jpg" alt="" width="461" height="461" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2025/11/enmcoop-encontro-02-300x300.jpg 300w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2025/11/enmcoop-encontro-02-150x150.jpg 150w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2025/11/enmcoop-encontro-02.jpg 718w" sizes="(max-width: 461px) 100vw, 461px" />Além de palestras, o Enmcoop oferecerá <strong>oficinas práticas de empreendedorismo</strong>, espaços de networking e atividades centradas em saúde emocional e autoconhecimento — temas que ganham destaque no agronegócio contemporâneo, especialmente diante das responsabilidades que recaem sobre as mulheres nas propriedades rurais. A programação prevê ainda um <strong>festival gastronômico e cultural</strong>, com sabores regionais, artes, música e apresentações que valorizam a diversidade do campo brasileiro.</p>
<p>“A cada edição, vemos histórias de mulheres que criaram novos empreendimentos, que inovaram dentro de suas propriedades, que industrializaram e deram novos rumos à sua trajetória”, afirma <strong>Graziela Gonçalves</strong>, diretora executiva do Grupo Conecta. “O encontro é esse espaço de despertar: ele mostra a cada mulher o quanto ela pode, o quanto é capaz. Nosso propósito é cuidar desse tripé essencial: espiritualidade, autoconhecimento e profissionalização que conecta, fortalece e prepara para novos níveis.”</p>
<p>O Enmcoop também destaca a força de suas <strong>comandantes</strong>, um grupo de lideranças femininas de diferentes regiões e cadeias produtivas que atua como porta-voz dessa transformação. Entre elas estão <strong>Neusa Bogo</strong> (soja e milho, PR), <strong>Jéssica Piovesana</strong> (PR), <strong>Kátia Fenner Rodrigues</strong> (SC), <strong>Simoni Niehues</strong> (PR), <strong>Silvia Beltrame</strong> (SP), <strong>Edineia Becker</strong> (PR), <strong>Fernanda de Cillo Alexandre</strong> (SP), <strong>Luciane Eidam</strong> (PR), <strong>Andressa Rodrigues</strong> (RS), <strong>Claudia Zanusso</strong> (PR) e <strong>Fabíola Magalhães</strong> (GO). Suas trajetórias refletem a diversidade produtiva e cultural do agro brasileiro.</p>
<p>O encontro ocorre em um momento de fortalecimento do cooperativismo no país. Segundo o <strong>Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2025</strong>, as cooperativas agropecuárias movimentaram <strong>R$ 438,3 bilhões em 2024</strong>, crescimento de 3,6% sobre o ano anterior. As mulheres representam <strong>41% dos mais de 23 milhões de cooperados</strong>, um contingente de <strong>9,43 milhões de pessoas</strong>, consolidando seu papel decisivo na gestão e inovação das propriedades.</p>
<p>Com oficinas, debates técnicos, vivências culturais e atividades de saúde emocional, o Enmcoop 2025 se firma como um dos principais eventos nacionais dedicados à capacitação e ao reconhecimento das mulheres do agro. A expectativa é de que a nova edição amplie a rede de colaboração feminina e reforce a influência das produtoras na construção de um cooperativismo mais moderno, sustentável e inclusivo.</p>
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