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	<title>bioinsumos &#8211; AgroRevenda</title>
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	<description>A Plataforma de Conteúdo da Distribuição Agro</description>
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	<title>bioinsumos &#8211; AgroRevenda</title>
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	<item>
		<title>Produtividade e inovação pautam nova safra de grãos</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/noticia/produtividade-e-inovacao-pautam-nova-safra-de-graos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 20:48:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[algodão]]></category>
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		<category><![CDATA[Safra 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia agrícola]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro em Goiânia reúne especialistas para discutir manejo, mercado, bioinsumos, infraestrutura e produtividade &#160; O planejamento da próxima safra brasileira de soja, milho e algodão chega a um momento em que aumentar a produtividade precisa caminhar ao lado de maior eficiência no uso dos recursos. Novas estratégias de manejo, bioinsumos e tecnologias agrícolas estarão entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Encontro em Goiânia reúne especialistas para discutir manejo, mercado, bioinsumos, infraestrutura e produtividade</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O planejamento da próxima safra brasileira de soja, milho e algodão chega a um momento em que aumentar a produtividade precisa caminhar ao lado de maior eficiência no uso dos recursos. Novas estratégias de manejo, bioinsumos e tecnologias agrícolas estarão entre os temas debatidos por produtores, pesquisadores e especialistas no dia 20 de agosto, em Goiânia (GO), durante a 7ª DATAGRO Abertura de Safra Soja, Milho e Algodão.</p>
<p>O encontro deverá reunir cerca de <strong>500 participantes e mais de 20 especialistas</strong> para discutir questões que podem influenciar o novo ciclo agrícola. Além dos aspectos diretamente relacionados à produção, a programação inclui mercado, perspectivas para o algodão, infraestrutura, armazenagem e transporte.</p>
<p>Entre os assuntos previstos está o avanço dos <strong>bioinsumos</strong> como parte das estratégias de manejo. O tema será discutido no painel &#8220;Inovações Produtivas – Novas Estratégias de Manejo, Bioinsumos e Maquinário&#8221;, que pretende abordar tecnologias voltadas ao aumento da produtividade e ao maior equilíbrio dos sistemas de cultivo.</p>
<p>A discussão ocorre em um cenário no qual a agricultura precisa conciliar aumento da produção, demanda crescente por alimentos e adaptação às condições climáticas. Isso amplia a necessidade de combinar diferentes ferramentas e decisões de manejo ao longo da safra.</p>
<p>&#8220;Os desafios da agricultura moderna exigem uma combinação cada vez maior de conhecimento, inovação e eficiência no uso dos recursos&#8221;, afirma <strong>Gustavo Herrmann, CEO da Koppert Brasil</strong>, que participará do painel sobre inovações produtivas.</p>
<p>Segundo Herrmann, os bioinsumos vêm ganhando espaço por sua contribuição para sistemas produtivos mais equilibrados e sustentáveis. A discussão, portanto, deixa de tratar essas tecnologias isoladamente e passa a inseri-las em estratégias mais amplas de manejo e produtividade.</p>
<h4><strong>Da lavoura à infraestrutura</strong></h4>
<p>O planejamento do novo ciclo não ficará restrito às tecnologias utilizadas dentro da propriedade. A programação também deverá discutir <strong>análises de mercado e produção de grãos, perspectivas para o algodão e integração entre agricultura, pecuária e bioenergia</strong>.</p>
<p>Outro eixo será formado por infraestrutura, armazenagem e transporte. Esses fatores ganham relevância à medida que a eficiência conquistada dentro da porteira precisa ser acompanhada por capacidade de armazenar e movimentar a produção.</p>
<p>O encontro terá representantes de diferentes segmentos da cadeia. Entre os participantes anunciados estão <strong>Plinio Nastari</strong>, presidente da DATAGRO; <strong>Guilherme Campos Jr.</strong>, secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária; <strong>Miguel Ivan Lacerda</strong>, chefe-geral da Embrapa Arroz e Feijão; <strong>Glauber Silveira</strong>, diretor-executivo da Abramilho; <strong>Leonardo Machado</strong>, diretor-executivo da Aprosoja-GO; e <strong>Lucas Lopes</strong>, assessor técnico da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG).</p>
<p>A diversidade dos assuntos previstos mostra que o planejamento de uma safra envolve hoje um conjunto de decisões que ultrapassa a escolha de sementes, defensivos ou fertilizantes. <strong>Tecnologia, eficiência de manejo, condições de mercado e capacidade logística passam a integrar uma mesma equação</strong>, especialmente em culturas de grande escala como soja, milho e algodão.</p>
<p>A Abertura de Safra também pretende aproximar produtores, consultores, pesquisadores e empresas, utilizando os debates técnicos como espaço para troca de conhecimento, geração de negócios e desenvolvimento de parcerias para o novo ciclo agrícola.</p>
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		<item>
		<title>Embrapa aproxima pesquisa e indústria dos bioinsumos</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/embrapa-aproxima-pesquisa-e-industria-dos-bioinsumos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 13:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa Soja]]></category>
		<category><![CDATA[inoculantes]]></category>
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		<category><![CDATA[microbiologia agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Relare]]></category>
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					<description><![CDATA[Rodada de Negócios da Relare reunirá pesquisadores e empresas para acelerar a chegada de novas tecnologias biológicas ao produtor &#160; A expansão dos bioinsumos no agronegócio brasileiro depende cada vez menos da descoberta de novos microrganismos e cada vez mais da capacidade de transformar pesquisa em inovação disponível ao produtor. Com esse objetivo, a Embrapa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Rodada de Negócios da Relare reunirá pesquisadores e empresas para acelerar a chegada de novas tecnologias biológicas ao produtor</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A expansão dos bioinsumos no agronegócio brasileiro depende cada vez menos da descoberta de novos microrganismos e cada vez mais da capacidade de transformar pesquisa em inovação disponível ao produtor. Com esse objetivo, a Embrapa Soja promoverá uma <strong>Rodada de Negócios</strong> durante a <strong>XXII Reunião da Rede de Laboratórios para Recomendação, Padronização e Difusão de Tecnologias de Inoculantes Microbianos de Interesse Agrícola (Relare)</strong>, nos dias <strong>19 e 20 de agosto</strong>, em Curitiba (PR).</p>
<p>A iniciativa reunirá pesquisadores, universidades, institutos de pesquisa e empresas da indústria de biológicos para apresentar ativos tecnológicos e pré-tecnológicos, como microrganismos capazes de promover o crescimento das plantas, fixar nitrogênio atmosférico ou auxiliar no controle biológico de pragas e doenças. A proposta é aproximar a ciência do mercado, estimulando parcerias que acelerem a transformação desses ativos em produtos comerciais.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-129532 alignright" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/embrapa-soja-relare-quadro-recorte-280x300.jpg" alt="" width="472" height="506" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/embrapa-soja-relare-quadro-recorte-280x300.jpg 280w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/embrapa-soja-relare-quadro-recorte-954x1024.jpg 954w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/embrapa-soja-relare-quadro-recorte-768x824.jpg 768w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/embrapa-soja-relare-quadro-recorte.jpg 1148w" sizes="(max-width: 472px) 100vw, 472px" />Segundo <strong>Marco Antonio Nogueira</strong>, pesquisador da Embrapa Soja e presidente da XXII Relare, o principal objetivo é criar um ambiente de negociação que permita às pesquisas desenvolvidas nas instituições científicas chegarem à indústria e, posteriormente, aos produtores rurais. Para ele, o fortalecimento dessa conexão contribui para ampliar a oferta de tecnologias nacionais com segurança, qualidade e respaldo científico.</p>
<p>Além da rodada de negócios, a programação da Relare inclui debates técnicos sobre controle de qualidade, protocolos de validação, metodologias para avaliação agronômica e aspectos regulatórios relacionados aos inoculantes microbianos. Desde sua criação, em 1985, a rede atua como referência técnica para subsidiar o Ministério da Agricultura e Pecuária na definição de normas para produção, comercialização e uso desses insumos no Brasil.</p>
<p>O evento também receberá trabalhos científicos voltados ao desenvolvimento de novos bioinsumos, reforçando seu papel como um dos principais fóruns nacionais sobre inovação em microbiologia agrícola. A expectativa é ampliar o intercâmbio entre pesquisadores, indústria e órgãos reguladores, favorecendo o desenvolvimento de soluções adaptadas às necessidades da agricultura brasileira.</p>
<p>Mais do que um encontro científico, a Relare evidencia uma transformação importante no setor de bioinsumos. À medida que a demanda por tecnologias sustentáveis cresce, o diferencial competitivo deixa de estar apenas na pesquisa e passa a incluir a capacidade de transferir conhecimento para o mercado. Reduzir o tempo entre a descoberta de um microrganismo promissor e sua utilização no campo poderá acelerar a inovação agrícola, fortalecer a indústria nacional de biológicos e ampliar as opções disponíveis aos produtores brasileiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>AgrochemShow debate China e futuro dos insumos</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/noticia/agrochemshow-debate-china-e-futuro-dos-insumos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 15:09:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agroquímicos]]></category>
		<category><![CDATA[bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil AgrochemShow]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[insumos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[regulação]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialistas nacionais e internacionais discutirão mercado, sustentabilidade e mudanças regulatórias, em São Paulo &#160; As transformações no mercado global de insumos agrícolas estarão no centro das discussões do 17º Brasil AgrochemShow, que será realizado nos dias 3 e 4 de agosto, em São Paulo. O encontro reunirá representantes da indústria, autoridades, pesquisadores, cooperativas e empresas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Especialistas nacionais e internacionais discutirão mercado, sustentabilidade e mudanças regulatórias, em São Paulo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As transformações no mercado global de insumos agrícolas estarão no centro das discussões do <strong>17º Brasil AgrochemShow</strong>, que será realizado nos dias <strong>3 e 4 de agosto</strong>, em São Paulo. O encontro reunirá representantes da indústria, autoridades, pesquisadores, cooperativas e empresas nacionais e internacionais para debater temas que vêm redefinindo o setor, como mudanças regulatórias, expansão dos bioinsumos, sustentabilidade, cadeias globais de suprimentos e o fortalecimento da presença chinesa no mercado brasileiro.</p>
<p>Mais do que apresentar produtos e serviços, o evento pretende analisar os fatores que deverão influenciar a competitividade da cadeia de defensivos agrícolas nos próximos anos. Em um cenário marcado por novas exigências regulatórias, maior pressão por eficiência produtiva e avanços tecnológicos, especialistas discutirão como esses movimentos podem impactar fabricantes, distribuidores, cooperativas e produtores rurais. A expectativa é reunir mais de <strong>1.000 visitantes e expositores</strong>, consolidando o AgrochemShow como um dos principais fóruns técnicos do segmento nas Américas.</p>
<figure id="attachment_129087" aria-describedby="caption-attachment-129087" style="width: 489px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class=" wp-image-129087" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-09.35.48-300x203.jpg" alt="" width="489" height="331" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-09.35.48-300x203.jpg 300w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-09.35.48-1024x692.jpg 1024w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-09.35.48-768x519.jpg 768w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-09.35.48-1536x1038.jpg 1536w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-17-at-09.35.48.jpg 1600w" sizes="(max-width: 489px) 100vw, 489px" /><figcaption id="caption-attachment-129087" class="wp-caption-text">Público participante de edição anterior do evento: temas estratégicos</figcaption></figure>
<p>Entre os temas da programação estão a avaliação de risco de agrotóxicos, processos de registro de pesticidas, judicialização, agricultura regenerativa, aplicação de fitossanitários e a evolução dos bioinsumos. Também ganharão espaço debates sobre eficiência operacional, segurança no uso de defensivos e responsabilidade ambiental, refletindo a crescente complexidade do ambiente regulatório brasileiro.</p>
<p>Para <strong>Flavio Hirata, sócio da AllierBrasil e organizador do Brasil AgrochemShow</strong>, é um ambiente para discutir mercado, regulação, inovação e novas oportunidades de negócios em um setor que tem impacto direto na produtividade agrícola e na segurança alimentar. A programação contará ainda com apresentações de especialistas da Anvisa, Embrapa, Unesp, além de profissionais do setor jurídico e de empresas ligadas ao desenvolvimento e avaliação de tecnologias para a agricultura.</p>
<p>Outro eixo importante do encontro será o papel da China na cadeia global de agroquímicos. A programação prevê debates sobre fornecimento de ingredientes ativos, matérias-primas e produtos formulados, além dos desafios logísticos e comerciais enfrentados por empresas brasileiras que dependem de fornecedores internacionais. Paralelamente, painéis reunirão representantes de laboratórios, cooperativas e consultorias para discutir conformidade regulatória, boas práticas laboratoriais, avaliação de risco e os impactos das mudanças nas normas para o desenvolvimento e a comercialização de defensivos e produtos biológicos.</p>
<p>Além do conteúdo técnico, o Brasil AgrochemShow manterá uma área de exposição e networking voltada ao relacionamento entre fabricantes, formuladores, distribuidores e prestadores de serviços. A participação será solidária, mediante doação de cestas básicas destinadas à ONG Crê-Ser. Em 2025, a iniciativa arrecadou mais de <strong>25 toneladas de alimentos</strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Setor de bioinsumos busca regras para basear expansão</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/noticia/setor-de-bioinsumos-busca-regras-para-sustentar-expansao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 19:16:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[CropLife Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[III Fórum de Bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[produtos biológicos]]></category>
		<category><![CDATA[regulamentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialistas defendem regulamentação capaz de garantir inovação, rastreabilidade e segurança jurídica ao mercado de produtos biológicos &#160; O mercado brasileiro de bioinsumos segue em ritmo acelerado de expansão, mas o desafio agora vai além do crescimento das vendas. A consolidação de um ambiente regulatório estável, capaz de garantir segurança jurídica, estimular investimentos e ampliar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Especialistas defendem regulamentação capaz de garantir inovação, rastreabilidade e segurança jurídica ao mercado de produtos biológicos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mercado brasileiro de bioinsumos segue em ritmo acelerado de expansão, mas o desafio agora vai além do crescimento das vendas. A consolidação de um ambiente regulatório estável, capaz de garantir segurança jurídica, estimular investimentos e ampliar a escala de produção, passa a ser considerada uma das principais condições para sustentar o avanço dos produtos biológicos no agronegócio. O tema estará no centro dos debates do <strong>III Fórum de Bioinsumos no Agro</strong>, marcado para <strong>18 de agosto</strong>, em São Paulo.</p>
<p>Segundo dados da CropData, da CropLife Brasil, o segmento movimentou <strong>R$ 6,2 bilhões em 2025</strong>. No cenário internacional, as projeções indicam que esse mercado poderá atingir cerca de <strong>US$ 45 bilhões até 2032</strong>, mantendo taxas anuais de crescimento entre <strong>13% e 14%</strong>. Para especialistas, esse desempenho dependerá da capacidade do setor de transformar o marco legal recentemente aprovado em regras claras para produtores, empresas e instituições de pesquisa.</p>
<p>A <strong>Lei nº 15.070/2024</strong>, conhecida como marco legal dos bioinsumos, estabeleceu diretrizes para produção, importação, exportação, registro, comercialização, uso, fiscalização e pesquisa desses produtos destinados às atividades agrícola, pecuária, aquícola e florestal. Entretanto, parte significativa de sua aplicação ainda depende de regulamentações complementares, que deverão definir procedimentos operacionais e critérios técnicos para o funcionamento do mercado.</p>
<p>Entre os principais pontos em discussão estão o registro de produtos, a produção para uso próprio nas propriedades rurais — conhecida como <strong>on-farm</strong> —, os mecanismos de fiscalização e os aspectos relacionados à propriedade intelectual. Para <strong>Luiz Mário Machado Salvi, engenheiro agrônomo e presidente da Araiby Feiras e Eventos, </strong>organizadora do III Fórum de Bioinsumos no Agro, o avanço dessa regulamentação será decisivo para o futuro do setor. &#8220;A lei cria uma base importante para dar previsibilidade ao mercado. Agora, é necessário avançar na regulamentação para assegurar qualidade, rastreabilidade e segurança, sem comprometer a inovação e a expansão das tecnologias biológicas&#8221;, afirma.</p>
<p>Esses desafios estarão entre os temas centrais do encontro, que reunirá representantes de empresas, produtores rurais, pesquisadores, entidades setoriais e órgãos públicos. O objetivo é discutir os desdobramentos da legislação e construir um ambiente regulatório que permita ampliar a adoção dos bioinsumos sem perder de vista requisitos técnicos, sanitários e de qualidade.</p>
<p>O fórum conta com apoio de instituições como <strong>ABAG, Abisolo, CropLife Brasil, FGVAgro, FNE, Fiesp, Insper, Rede ILPF, Sebrae-SP, Sindicafé-SP, Sindirações, Sindiveg, SEESP e UDOP</strong>, evidenciando a abrangência do debate em torno dos produtos biológicos. Em um cenário de crescente busca por soluções sustentáveis para a produção agropecuária, o avanço da regulamentação deverá influenciar diretamente a velocidade de expansão desse mercado nos próximos anos, afetando desde a pesquisa até a adoção das tecnologias nas propriedades rurais.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bioinsumos consolidam espaço no manejo de lavouras</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/noticia/bioinsumos-consolidam-espaco-no-manejo-das-lavouras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 20:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[CropLife Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Manejo INtegrado de Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias biológicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Expansão do mercado e adoção crescente das tecnologias biológicas pautam o III Fórum de Bioinsumos no Agro, marcado para agosto, em São Paulo &#160; Os bioinsumos deixaram de ocupar um espaço complementar no manejo agrícola e passaram a integrar as principais estratégias de produção das lavouras brasileiras. A consolidação desse movimento aparece nos números do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Expansão do mercado e adoção crescente das tecnologias biológicas pautam o III Fórum de Bioinsumos no Agro, marcado para agosto, em São Paulo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os bioinsumos deixaram de ocupar um espaço complementar no manejo agrícola e passaram a integrar as principais estratégias de produção das lavouras brasileiras. A consolidação desse movimento aparece nos números do setor: segundo levantamento da CropData em parceria com a CropLife Brasil, o mercado movimentou <strong>R$ 6,2 bilhões</strong> no último ano e alcançou a marca recorde de <strong>194 milhões de hectares tratados</strong> no país. O avanço das tecnologias biológicas e seus impactos na produtividade, na sustentabilidade e na competitividade da agricultura estarão no centro dos debates do <strong>III Fórum de Bioinsumos no Agro</strong>, programado para 18 de agosto, em São Paulo.</p>
<p>O crescimento da adoção demonstra uma mudança importante no comportamento do produtor rural. Depois de um período em que os produtos biológicos buscavam comprovar sua eficiência em larga escala, o desafio passou a ser sua integração aos programas de manejo, especialmente dentro das estratégias de Manejo Integrado de Pragas (MIP), nutrição vegetal e agricultura sustentável. A ampliação da oferta de soluções para diferentes culturas também contribuiu para acelerar esse processo de profissionalização do mercado.</p>
<p>Para <strong>Luiz Mário Machado Salvi, engenheiro agrônomo e presidente da Araiby</strong>, responsável pela organização do Fórum, o debate sobre bioinsumos entrou em uma nova etapa. &#8220;Há alguns anos, a discussão era se os biológicos conseguiriam demonstrar resultados em larga escala. Hoje, o produtor já entende o valor dessas ferramentas e busca formas de integrá-las ao manejo para aumentar a eficiência produtiva e enfrentar desafios cada vez mais complexos no campo&#8221;, afirma. Segundo Salvi, fatores como as dificuldades enfrentadas pelo setor de fertilizantes e o cenário geopolítico internacional reforçam ainda mais a importância estratégica dessas tecnologias e podem fazer com que as projeções de crescimento do mercado sejam superadas.</p>
<p>O encontro reunirá produtores, pesquisadores, consultores, empresas e representantes de instituições públicas e privadas para discutir os próximos desafios regulatórios, tecnológicos e comerciais do segmento. A programação prevê a apresentação de dados atualizados sobre o comportamento do mercado, a evolução da adoção dos bioinsumos e as perspectivas para os próximos anos, oferecendo um panorama da rápida transformação vivida pela agricultura brasileira.</p>
<p>Realizado pela Araiby, com promoção da Sociedade Rural Brasileira, Sistema Ocesp e Embrapa, o Fórum contará com participação presencial e transmissão online. A iniciativa também reúne entidades representativas da agricultura, da indústria, da pesquisa e da inovação, reforçando o caráter multidisciplinar das discussões em torno dos bioinsumos.</p>
<p>Mais do que apresentar novas tecnologias, o evento ocorre em um momento em que a agricultura busca combinar produtividade, eficiência econômica e sustentabilidade. Nesse contexto, os bioinsumos deixam de ser vistos apenas como uma alternativa aos insumos convencionais e passam a ocupar posição estratégica na construção de sistemas produtivos mais resilientes, capazes de responder às exigências dos mercados e aos desafios técnicos das próximas safras.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa e fiscalização pautam conferência agropecuária</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/pesquisa-e-fiscalizacao-pautam-conferencia-agropecuaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 14:28:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[CNDA]]></category>
		<category><![CDATA[CropLife Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Fitossanitária]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade no agro]]></category>
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					<description><![CDATA[Especialistas discutem uso seguro de tecnologias, proteção ambiental e desafios regulatórios do setor &#160; Pesquisadores, representantes da indústria, órgãos de fiscalização e especialistas em defesa agropecuária encerraram nesta semana, em Cuiabá (MT), a 9ª Conferência Nacional de Defesa Agropecuária (CNDA) com uma agenda concentrada em sustentabilidade, inovação tecnológica, segurança fitossanitária e boas práticas agrícolas. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Especialistas discutem uso seguro de tecnologias, proteção ambiental e desafios regulatórios do setor</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisadores, representantes da indústria, órgãos de fiscalização e especialistas em defesa agropecuária encerraram nesta semana, em Cuiabá (MT), a 9ª Conferência Nacional de Defesa Agropecuária (CNDA) com uma agenda concentrada em sustentabilidade, inovação tecnológica, segurança fitossanitária e boas práticas agrícolas. O último dia do evento foi marcado por debates sobre eficiência de produtos agrícolas, regulamentação, bioinsumos, proteção ambiental e combate ao mercado ilegal de insumos.</p>
<p>A programação evidenciou um dos principais desafios da agricultura moderna: ampliar a produtividade sem abrir mão da segurança, da rastreabilidade e da sustentabilidade dos sistemas produtivos. Para isso, o encontro reuniu universidades, associações setoriais, órgãos de defesa agropecuária e empresas ligadas à cadeia de insumos, promovendo discussões técnicas voltadas à construção de consensos e ao aperfeiçoamento das práticas adotadas no campo.</p>
<p>Segundo Pedro Duarte, coordenador de Sustentabilidade da CropLife Brasil (CLB) e uma das lideranças da conferência, o evento consolidou seu papel como espaço de integração entre diferentes segmentos do setor. “Ao longo desses três dias, discutimos temas de grande relevância para o setor e reunimos diferentes elos da cadeia produtiva em um mesmo ambiente. Foi uma oportunidade para trocar experiências com órgãos estaduais e federais, academia e indústria, debatendo assuntos relacionados à fiscalização, boas práticas agrícolas, sementes, defensivos químicos e bioinsumos”, afirma Duarte.</p>
<p>Entre os temas abordados estiveram a aplicação segura de tecnologias agrícolas, o controle de pragas, a legislação relacionada aos insumos e o fortalecimento da segurança fitossanitária. O debate também avançou sobre monitoramento, combate à ilegalidade e destinação ambientalmente adequada de produtos apreendidos.</p>
<p>A crescente adoção de bioinsumos também ganhou espaço na programação. “Continuamos no debate sobre bioinsumos — desde como a regulamentação pode apoiar a adoção desses produtos até iniciativas estaduais de fomento. Além disso, tratamos das recomendações de armazenamento e de como a regulamentação se articula com a Lei do Autocontrole”, destaca Júlia Pupe, gerente Regulatório de Bioinsumos da CropLife Brasil.</p>
<p>Outro destaque foi a discussão sobre a proteção de polinizadores e a necessidade de conciliar produtividade e preservação ambiental. O professor Marcelo Ferreira, da Unesp Jaboticabal, ressaltou a importância do uso racional das tecnologias agrícolas. “Nossa fala aborda a eficiência e a segurança na aplicação de produtos fitossanitários, que são indispensáveis para manter a produtividade das culturas agrícolas. No entanto, essas aplicações podem representar riscos para organismos presentes no entorno das lavouras que não são alvo do controle, incluindo espécies benéficas, como os polinizadores”, explica Marcelo Ferreira.</p>
<p>A conferência também dedicou espaço ao combate ao mercado ilegal de insumos agrícolas. Segundo Nilto Mendes, o trabalho conjunto entre indústria e autoridades tem contribuído para fortalecer a segurança fitossanitária e reduzir riscos ambientais associados à circulação de produtos irregulares. A atuação inclui acordos de cooperação, apoio técnico e orientação aos produtores para identificação de materiais suspeitos.</p>
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		<title>Qual o potencial bloqueado pela morosidade na regulamentação da Lei dos Bioinsumos?</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/opiniao/qual-o-potencial-bloqueado-pela-morosidade-na-regulamentacao-da-lei-dos-bioinsumos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 18:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[ABBINS]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[Insumos]]></category>
		<category><![CDATA[Lei dos Bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[Reginaldo Minaré]]></category>
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					<description><![CDATA[A resposta à pergunta que trago no título deste artigo é: o potencial é enorme. A substituição dos agrotóxicos e fertilizantes químicos por bioinsumos, naquilo que é possível substituir, pode ser considerado o principal tema da política agrícola brasileira atual. A ampliação do uso dos bioinsumos nas lavouras brasileiras provoca impactos positivos de vários aspectos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A resposta à pergunta que trago no título deste artigo é: <strong>o potencial é enorme</strong>. A substituição dos agrotóxicos e fertilizantes químicos por bioinsumos, naquilo que é possível substituir, pode ser considerado o principal tema da política agrícola brasileira atual. A ampliação do uso dos bioinsumos nas lavouras brasileiras provoca impactos positivos de vários aspectos e de longo prazo.</p>
<p>O primeiro deles é a redução da dependência de insumos químicos importados. Temos uma dependência histórica e progressiva da importação de aproximadamente 90% dos fertilizantes químicos e agrotóxicos utilizados em nossas lavouras. Ao contrário dos insumos químicos, que provocam acidificação, salinização e perda de organismos vivos benéficos, os bioinsumos não degradam o solo ao longo do tempo. Restauram a saúde do solo, preservam e aumentam a diversidade da biota, melhoram a fertilidade ao longo do tempo, a retenção de água e a resiliência às mudanças climáticas.</p>
<p>Além disso, os bioinsumos são mais objetivos com relação à praga-alvo, preservando polinizadores, predadores naturais e a biologia do solo, e apresentam menor toxicidade para agricultores, trabalhadores rurais, consumidores e meio ambiente.</p>
<p>No plano econômico, a produção de bioinsumos para uso próprio é uma poderosa ferramenta de administração e redução dos custos de produção que o agricultor possui, além de criar empregos especializados espalhados pelo Brasil. Aliás, seu uso fomenta o surgimento de pequenas e médias indústrias, inclusive com caráter regional, pois a produção perto ou no local de uso reduz o custo com transporte, promove o trabalho de bioprospecção e valoriza a nossa biodiversidade.</p>
<p>No entanto, todos esses benefícios estão parcialmente bloqueados pelo fato de que nosso cenário regulatório atual para os bioinsumos é o de &#8220;estrutura normativa incompleta&#8221;. Temos uma excelente Lei de Bioinsumos que foi publicada em 2024, mas faltam ainda, um decreto regulamentador e as portarias que irão detalhar e garantir a fiel aplicação da lei vigente.</p>
<p>O prazo previsto na lei para publicação do decreto regulamentador se esgotou em dezembro de 2025 e, até o momento, o Ministério da Agricultura não enviou uma proposta de decreto à Casa Civil da Presidência da República para avaliar o texto e, posteriormente, colher nele a assinatura do Presidente da República.</p>
<p>Ter uma estrutura normativa incompleta é pior do que o cenário de ausência total de regramento, pois levanta a dúvida a respeito de como o tema será regulado e isso afugenta investimentos. A questão que se instalou no Brasil é se teremos uma regulamentação objetiva e funcional ou se receberemos um emaranhado burocrático destinado a criar reservas de mercado para um ou outro segmento.</p>
<p>Enquanto a regulamentação não se apresenta, o potencial de aumento de adoção dos bioinsumos segue parcialmente bloqueado, pois muitos ficam em compasso de espera. A instalação da dúvida também prejudica o setor agrícola em um nível mais profundo, pois a insegurança provoca o fechamento da abertura intelectual para o desapego das antigas formas de pensar e fazer agricultura.</p>
<p>O uso de bioinsumos exige um manejo diferente do praticado com os insumos químicos, e a insegurança jurídica pode ser uma ótima justificativa para o agricultor ficar na zona de conforto cultivando o apego total aos agrotóxicos e fertilizantes químicos. Isso é péssimo, pois pode distanciar o Brasil da agricultura do século XXI, que já indica um movimento forte em direção à agricultura regenerativa, onde os bioinsumos são fundamentais.</p>
<p>Nós, na Associação Brasileira de Bioinsumos, trabalhamos com o cenário de que a agricultura regenerativa será a agricultura convencional do amanhã.</p>
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<p style="text-align: right;"><strong>Reginaldo Minaré, diretor-executivo da Associação Brasileira de Bioinsumos (ABBINS)</strong></p>
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		<title>Horticultura aposta em novas ferramentas para elevar produtividade</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/prateleira/horticultura-aposta-em-novas-ferramentas-para-elevar-produtividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prateleira]]></category>
		<category><![CDATA[bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[horticultura]]></category>
		<category><![CDATA[Hortitec]]></category>
		<category><![CDATA[Manejo INtegrado de Pragas]]></category>
		<category><![CDATA[nematoides]]></category>
		<category><![CDATA[Sumitomo Chemical.]]></category>
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					<description><![CDATA[Sumitomo Chemical apresenta na Hortitec soluções fitossanitárias para enfrentar desafios cada vez mais complexos no campo &#160; A horticultura brasileira vive um cenário de crescente intensificação produtiva. O avanço tecnológico permitiu elevar a produtividade, ampliar a qualidade dos produtos e atender mercados cada vez mais exigentes. Ao mesmo tempo, essa evolução aumentou a necessidade de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Sumitomo Chemical apresenta na Hortitec soluções fitossanitárias para enfrentar desafios cada vez mais complexos no campo</strong></p>
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<p>A horticultura brasileira vive um cenário de crescente intensificação produtiva. O avanço tecnológico permitiu elevar a produtividade, ampliar a qualidade dos produtos e atender mercados cada vez mais exigentes. Ao mesmo tempo, essa evolução aumentou a necessidade de estratégias mais sofisticadas para lidar com desafios fitossanitários que comprometem diretamente a rentabilidade das lavouras.</p>
<p>Entre esses desafios, os nematoides ocupam posição de destaque. Muitas vezes invisíveis a olho nu, esses organismos podem causar danos significativos ao sistema radicular das plantas, reduzindo a absorção de água e nutrientes e comprometendo o potencial produtivo de diversas culturas hortícolas. O impacto econômico é ainda mais relevante em sistemas intensivos, nos quais qualquer redução de produtividade pode afetar diretamente a viabilidade da atividade.</p>
<p>Esse contexto ajuda a explicar o crescente interesse do setor por tecnologias voltadas à proteção das raízes e ao fortalecimento do manejo integrado. Durante a Hortitec 2026, realizada de hoje a 19 de junho, em Holambra (SP), a Sumitomo Chemical apresenta novas soluções direcionadas ao segmento de frutas e hortaliças, com destaque para o bionematicida Aveo® SC.</p>
<p>Segundo Henrico Bizão, gerente de BioRacionais Brasil da Sumitomo Chemical, a proposta da tecnologia vai além do simples controle dos nematoides. “Aveo® SC conta com tecnologia de formulação desenvolvida exclusivamente para aplicação no sulco de plantio, contribuindo para a flexibilidade operacional e melhor distribuição do produto no solo. E, para além do controle de nematoides, um dos principais desafios para culturas hortícolas, a solução ainda favorece o crescimento saudável do sistema radicular, colaborando para que a planta atinja seu máximo potencial produtivo”, afirma Bizão Chemical.</p>
<p>O lançamento reflete uma tendência observada em toda a cadeia produtiva: a valorização de ferramentas biológicas dentro dos programas de manejo. Em vez de substituir completamente os métodos tradicionais, essas tecnologias passam a atuar de forma complementar, contribuindo para ampliar a eficiência dos sistemas produtivos e fortalecer estratégias de sustentabilidade.</p>
<p>Além do novo bionematicida, a companhia destaca soluções já consolidadas para o controle de importantes pragas da horticultura. Entre elas estão o XenTari®, utilizado no manejo da traça-do-tomateiro (<em>Tuta absoluta</em>), o Kaiso® Max, direcionado ao controle de insetos sugadores e mastigadores, e o Borneo®, voltado ao manejo de diferentes espécies de ácaros.</p>
<p>Outro ponto relevante é a crescente integração dessas ferramentas aos programas de Manejo Integrado de Pragas (MIP). A preservação de inimigos naturais, o controle de resistência e a combinação de diferentes mecanismos de ação tornam-se fatores cada vez mais importantes para garantir a sustentabilidade dos sistemas produtivos ao longo do tempo.</p>
<p>“Com a participação na Hortitec 2026, a Sumitomo Chemical reforça sua atuação junto aos produtores de hortifrúti, apresentando tecnologias que contribuem para a proteção das lavouras, o aumento da produtividade e a sustentabilidade dos sistemas de produção”, conclui Bizão.</p>
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		<title>Bioinsumo deixa de ser tendência e se torna estratégia</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/boinsumo-deixa-de-ser-tendencia-e-se-torna-estrategia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 18:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[CropLife Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[manejo integrado]]></category>
		<category><![CDATA[marco legal dos bioinsumos]]></category>
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					<description><![CDATA[Expansão do mercado e novo marco regulatório reforçam protagonismo das tecnologias biológicas na agricultura brasileira &#160; Poucas tecnologias cresceram de forma tão acelerada na agricultura brasileira nos últimos anos quanto os bioinsumos. O que antes era visto por muitos produtores como uma alternativa complementar aos manejos convencionais passou a ocupar espaço estratégico dentro das propriedades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Expansão do mercado e novo marco regulatório reforçam protagonismo das tecnologias biológicas na agricultura brasileira</strong></p>
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<p>Poucas tecnologias cresceram de forma tão acelerada na agricultura brasileira nos últimos anos quanto os bioinsumos. O que antes era visto por muitos produtores como uma alternativa complementar aos manejos convencionais passou a ocupar espaço estratégico dentro das propriedades rurais, impulsionado pela busca por produtividade, sustentabilidade e maior resiliência diante dos desafios climáticos e fitossanitários.</p>
<p>Esse avanço ocorre em um momento particularmente complexo para a agricultura mundial. Eventos climáticos extremos, oscilações geopolíticas e a necessidade de produzir mais alimentos com menor impacto ambiental vêm pressionando produtores e empresas a adotarem soluções cada vez mais eficientes e integradas. Nesse cenário, os insumos de origem biológica ganham protagonismo como parte importante da evolução tecnológica do campo.</p>
<p>O tema foi debatido no quarto episódio do videocast <em>Caminhos do Agro</em>, iniciativa da CropLife Brasil voltada à discussão de tendências da agricultura moderna. O programa reuniu representantes do setor para analisar o crescimento dos bioinsumos, o papel do Brasil na produção e exportação dessas tecnologias e os impactos do novo ambiente regulatório criado para o segmento.</p>
<p>Entre os participantes esteve Amália Borsari, diretora de Bioinsumos da CropLife Brasil, que destacou a evolução da adoção dessas ferramentas pelos agricultores brasileiros. “O Brasil é um dos únicos países que conseguiu trabalhar com os produtos biológicos, tanto a indústria com inovação para chegar a uma formulação adequada em micro-organismos aptos, como também o produtor que aprendeu a utilizar essa tecnologia em larga escala”, afirma Amália Borsari.</p>
<p>Segundo ela, a discussão sobre a substituição entre tecnologias já não reflete a realidade do campo. “Para o campo, a pergunta não é mais se deve ser utilizado químico ou biológico. A resposta tem que ser a solução. E é isso que as empresas estão oferecendo para o agricultor e isso está acontecendo no campo. O produtor brasileiro é ávido por inovação”, acrescenta.</p>
<p>O crescimento do setor acompanha uma mudança de postura observada em toda a cadeia produtiva. Empresas investem em pesquisa, desenvolvimento e formulações mais eficientes, enquanto produtores incorporam os bioinsumos em programas de manejo que combinam diferentes tecnologias para enfrentar pragas, doenças e desafios agronômicos de forma mais sustentável.</p>
<p>Outro fator considerado decisivo para a expansão do mercado é o avanço regulatório. O novo Marco Legal dos Bioinsumos, aprovado recentemente, estabeleceu bases para a organização do setor e abriu espaço para a construção das regulamentações infralegais que deverão orientar a implementação prática das novas regras. O tema tem sido acompanhado de perto por empresas, entidades e investidores, que enxergam no Brasil um dos mercados mais promissores do mundo para tecnologias biológicas aplicadas à agricultura.</p>
<p>Além da crescente adoção doméstica, o país também amplia sua relevância internacional. A combinação entre capacidade produtiva, ambiente tropical e experiência no uso de tecnologias biológicas coloca o Brasil em posição privilegiada para atuar como fornecedor e desenvolvedor de soluções voltadas à agricultura sustentável em diferentes mercados.</p>
<p>Mais do que uma tendência, os bioinsumos caminham para se consolidar como um dos pilares da agricultura moderna, integrando produtividade, inovação e sustentabilidade em uma mesma estratégia de manejo.</p>
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		<title>Os novos caminhos da nutrição vegetal no Brasil</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/os-novos-caminhos-da-nutricao-vegetal-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 18:38:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[ABISOLO]]></category>
		<category><![CDATA[bioinsumos]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência nutricional]]></category>
		<category><![CDATA[Fertilizantes especiais]]></category>
		<category><![CDATA[fisiologia vegetal]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição vegetal]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento da Abisolo reúne especialistas para discutir fósforo, bioinsumos, adubação foliar e adaptação das plantas aos desafios climáticos &#160; Produzir mais utilizando melhor cada unidade de fertilizante aplicada tornou-se uma das principais metas da agricultura moderna. Em um cenário marcado pelo aumento dos custos de produção, pela necessidade de reduzir perdas e pelos desafios impostos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Evento da Abisolo reúne especialistas para discutir fósforo, bioinsumos, adubação foliar e adaptação das plantas aos desafios climáticos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Produzir mais utilizando melhor cada unidade de fertilizante aplicada tornou-se uma das principais metas da agricultura moderna. Em um cenário marcado pelo aumento dos custos de produção, pela necessidade de reduzir perdas e pelos desafios impostos pelas mudanças climáticas, a eficiência nutricional passou a ocupar posição estratégica dentro das propriedades rurais e das empresas de insumos.</p>
<p>Essa discussão estará no centro do Summit de Nutrição Vegetal Inteligente, promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo), que reunirá especialistas nacionais e internacionais para debater avanços em fisiologia vegetal, fertilizantes especiais, microbiologia do solo, bioinsumos e mecanismos de absorção de nutrientes pelas plantas.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-127683 alignright" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/06/abisolo-summit-palestras-300x165.png" alt="" width="575" height="316" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/06/abisolo-summit-palestras-300x165.png 300w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/06/abisolo-summit-palestras-1024x562.png 1024w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/06/abisolo-summit-palestras-768x421.png 768w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/06/abisolo-summit-palestras-1536x843.png 1536w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/06/abisolo-summit-palestras.png 1693w" sizes="(max-width: 575px) 100vw, 575px" />Os palestrantes convidados incluem Christiane Abreu de Oliveira Paiva, Brener Magnabosco Marra, Carlos Alexandre Crusciol, Victoria Fernández e Átila Mógor. Entre os temas que mais despertam atenção está a busca por alternativas para aumentar a eficiência do fósforo nos solos tropicais. Considerado um dos principais gargalos da agricultura brasileira, o nutriente frequentemente sofre processos de fixação nas argilas, tornando-se indisponível para as plantas e reduzindo o aproveitamento da adubação. Pesquisas apresentadas durante o evento mostram o potencial de microrganismos solubilizadores de fosfato para ampliar a disponibilidade do nutriente na região radicular e elevar a eficiência de uso dos fertilizantes.</p>
<p>Outro eixo relevante envolve o uso de fertilizantes orgânicos, substâncias húmicas e bioinsumos. A proposta é explorar como resíduos orgânicos podem ser transformados em insumos capazes de melhorar a fertilidade dos solos, estimular a atividade microbiológica e aumentar a resiliência das plantas diante de estresses ambientais, como seca e altas temperaturas.</p>
<p>A programação também contempla debates sobre a influência da matéria orgânica na dinâmica dos nutrientes. Estudos recentes indicam que a matriz orgânica exerce papel importante na retenção, liberação e ciclagem de elementos essenciais, contribuindo para ambientes mais favoráveis ao desenvolvimento radicular e ao melhor aproveitamento dos fertilizantes aplicados.</p>
<p>Outro tema de destaque será a evolução da adubação foliar. Novas pesquisas vêm ampliando o entendimento sobre os mecanismos de absorção pelas folhas, a interação das gotas com a superfície vegetal e o uso combinado de fertilizantes e bioestimulantes para elevar a eficiência das aplicações.</p>
<p>O evento também abordará um aspecto cada vez mais relevante para a agricultura moderna: a capacidade das plantas de perceber e responder às oscilações na disponibilidade de nutrientes. A compreensão desses mecanismos fisiológicos vem impulsionando o desenvolvimento de fertilizantes especiais, biofertilizantes e tecnologias de liberação controlada capazes de contribuir para o equilíbrio nutricional e para a adaptação das culturas a condições adversas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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