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	<title>agronegócio &#8211; AgroRevenda</title>
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	<description>A Plataforma de Conteúdo da Distribuição Agro</description>
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	<title>agronegócio &#8211; AgroRevenda</title>
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	<item>
		<title>Emprego no agro recua, mas cresce dentro das fazendas</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/emprego-no-agro-recua-mas-cresce-dentro-das-fazendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 22:28:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Setor reuniu 27,79 milhões de trabalhadores; serviços e agroindústria puxaram queda, enquanto atividade primária ampliou ocupação &#160; Depois de uma trajetória de sucessivos recordes de ocupação, o agronegócio brasileiro começou 2026 com menos trabalhadores, mas a redução não ocorreu de maneira uniforme pela cadeia. Enquanto serviços e agroindústria perderam vagas, o segmento primário seguiu na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Setor reuniu 27,79 milhões de trabalhadores; serviços e agroindústria puxaram queda, enquanto atividade primária ampliou ocupação</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois de uma trajetória de sucessivos recordes de ocupação, o agronegócio brasileiro começou 2026 com menos trabalhadores, mas a redução não ocorreu de maneira uniforme pela cadeia. Enquanto serviços e agroindústria perderam vagas, o segmento primário seguiu na direção contrária e incorporou quase 190 mil pessoas. Ao mesmo tempo, aumentou a presença de profissionais com ensino superior.</p>
<p>O setor reuniu <strong>27,79 milhões de trabalhadores no primeiro trimestre</strong>, redução de 1% em relação ao mesmo período de 2025. Em números absolutos, foram 267.298 pessoas a menos, segundo pesquisa do Cepea/Esalq-USP em parceria com a <em>Confederação</em> da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).</p>
<p>A queda acompanhou um movimento do mercado de trabalho brasileiro. Com o resultado, o agronegócio respondeu por <strong>25,73% da população ocupada do País</strong>, ante 26,33% no primeiro trimestre de 2025 e 26,03% nos últimos três meses do ano passado.</p>
<p>Os agrosserviços tiveram a maior perda em números absolutos: <strong>307.994 trabalhadores</strong>, retração de 2,9%. Na agroindústria, a redução chegou a 148.527 pessoas (-3,1%), enquanto o segmento de insumos perdeu 3.756 trabalhadores (-1,2%). O movimento foi parcialmente compensado pela atividade primária, que ampliou a ocupação em <strong>2,5%, ou 189.979 pessoas</strong>.</p>
<p>Também houve diferenças conforme a posição no mercado de trabalho. O número de empregados sem carteira assinada caiu 3,6%, e o de trabalhadores com carteira recuou 1,2%. Houve redução ainda entre empregadores e trabalhadores familiares auxiliares. Já os profissionais por conta própria cresceram <strong>1,8%, com 120,2 mil pessoas a mais</strong>.</p>
<h4><strong>Escolaridade continua avançando</strong></h4>
<p>Mesmo com a redução da ocupação total, um grupo continuou crescendo. O contingente de trabalhadores com <strong>ensino superior aumentou 1,6%, incorporando aproximadamente 72,9 mil pessoas</strong>.</p>
<p>Em sentido contrário, diminuíram os grupos sem instrução e com ensinos fundamental e médio. Para os pesquisadores, o movimento mantém a tendência de elevação da escolaridade média da força de trabalho do agronegócio.</p>
<p>Entre as mulheres, a ocupação caiu 0,5%, ante 1,2% entre os homens. Como a retração feminina foi menor, <strong>a participação relativa delas na força de trabalho do agro voltou a avançar</strong>, dando continuidade à tendência dos últimos anos.</p>
<p>Os números mostram, portanto, que a primeira redução após uma sequência de recordes ocorreu junto com <strong>mudanças na distribuição dos trabalhadores entre segmentos, formas de ocupação e níveis de escolaridade</strong>.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-130359 aligncenter" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/cepea-emprego-recua-quadro-300x200.png" alt="" width="788" height="525" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/cepea-emprego-recua-quadro-300x200.png 300w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/cepea-emprego-recua-quadro-1024x683.png 1024w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/cepea-emprego-recua-quadro-768x512.png 768w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/cepea-emprego-recua-quadro.png 1536w" sizes="(max-width: 788px) 100vw, 788px" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Setor de fertilizantes debate vulnerabilidade brasileira</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/setor-de-fertilizantes-debate-vulnerabilidade-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 15:33:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Adubos]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ANDA]]></category>
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		<category><![CDATA[geopolítica]]></category>
		<category><![CDATA[indústria de fertilizantes]]></category>
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					<description><![CDATA[Geopolítica, disponibilidade de insumos, reindustrialização e descarbonização estarão no centro de um debate que ganha importância estratégica para a agricultura brasileira. Representantes da indústria e especialistas se reúnem em São Paulo, em 25 de agosto, para discutir caminhos para o mercado de fertilizantes diante das mudanças no cenário global e dos desafios para aumentar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Geopolítica, disponibilidade de insumos, reindustrialização e descarbonização estarão no centro de um debate que ganha importância estratégica para a agricultura brasileira. Representantes da indústria e especialistas se reúnem em São Paulo, em 25 de agosto, para discutir caminhos para o mercado de fertilizantes diante das mudanças no cenário global e dos desafios para aumentar a eficiência da produção agrícola.</p>
<p>Os temas fazem parte da 13ª edição do Congresso Brasileiro de Fertilizantes (CBFer), promovido pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). Neste ano, o encontro terá como tema <strong>“O futuro dos fertilizantes: inovação para uma agricultura mais eficiente”</strong> e será organizado em quatro painéis.</p>
<figure id="attachment_130319" aria-describedby="caption-attachment-130319" style="width: 580px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="wp-image-130319" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ANDA-congresso-2026-300x163.png" alt="" width="580" height="315" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ANDA-congresso-2026-300x163.png 300w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ANDA-congresso-2026-768x417.png 768w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ANDA-congresso-2026.png 909w" sizes="(max-width: 580px) 100vw, 580px" /><figcaption id="caption-attachment-130319" class="wp-caption-text">Painel da edição de 2025 do Congresso Brasileiro de Fertilizantes</figcaption></figure>
<p>A primeira discussão coloca diretamente em pauta a vulnerabilidade brasileira. O painel <strong>“Geopolítica e os Fertilizantes. Como o Brasil pode reduzir vulnerabilidades”</strong> terá a participação de Matias Spektor, da FGV; Marcelo Altieri, presidente da Yara; e do diplomata Rubens Barbosa. A mediação será de Eduardo Souza Monteiro, da Mosaic Fertilizantes.</p>
<p>O comportamento do mercado internacional será abordado em outro painel, dedicado aos riscos e oportunidades relacionados ao desequilíbrio entre oferta e demanda global de fertilizantes. A discussão parte de palestra de André Pessôa, presidente da Agroconsult, com participação de Jeferson Souza, da Agrinvest Commodities, e Gustavo Zaitune, vice-presidente do Conselho de Administração da ANDA e CEO da Adufértil.</p>
<p>A programação da tarde amplia a discussão para o papel dos nutrientes na segurança alimentar, saúde e sustentabilidade por meio da iniciativa <strong>Nutrientes para a Vida</strong>, da ANDA. O congresso também anunciará o vencedor do Prêmio Carlos Florence 2026, destinado à melhor dissertação científica selecionada pela comissão julgadora.</p>
<h4><strong>Indústria olha para descarbonização</strong></h4>
<p>A relação entre capacidade industrial e sustentabilidade aparece no terceiro painel, <strong>“Do Potencial à Escala: reindustrializar para crescer; descarbonizar para liderar”</strong>. Participam Felipe Pecci, da Mosaic Fertilizantes, e Guilherme Schmitz, da Yara Brasil.</p>
<p>O encontro será encerrado com uma discussão sobre propostas do setor para aumentar a competitividade brasileira, reunindo o presidente do Conselho de Administração da ANDA, Elias Lima, e convidados.</p>
<p>Ao aproximar <strong>geopolítica, mercado, indústria, inovação e políticas públicas</strong>, a programação evidencia que o debate sobre fertilizantes ultrapassa a nutrição das lavouras. O insumo está diretamente relacionado à capacidade do País de sustentar sistemas agrícolas eficientes em um ambiente internacional sujeito a mudanças de oferta, demanda e relações comerciais.</p>
<h4><strong>Serviço:</strong></h4>
<ul>
<li><strong>13º Congresso Brasileiro de Fertilizantes – CBFer</strong></li>
<li><strong>Quando:</strong> 25 de agosto de 2026</li>
<li><strong>Horário:</strong> 9h às 18h</li>
<li><strong>Onde:</strong> Sheraton São Paulo WTC Hotel</li>
<li><strong>Local:</strong> Piso 3 – Teatro</li>
<li><strong>Endereço:</strong> Nações Unidas, 12.559 – Brooklin – São Paulo (SP)</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como os dados redefinem a parceria entre a indústria e o produtor rural</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/opiniao/como-os-dados-redefinem-a-parceria-entre-a-industria-e-o-produtor-rural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 15:24:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Barter]]></category>
		<category><![CDATA[fechamento de pedidos]]></category>
		<category><![CDATA[Ivan Moreno]]></category>
		<category><![CDATA[Orbia]]></category>
		<category><![CDATA[produtor rural]]></category>
		<category><![CDATA[revenda de insumos]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas últimas safras, uma pergunta tem feito parte da rotina de todo executivo, distribuidor e produtor rural: qual é a hora certa de fechar o pedido? Se no passado o ciclo do agronegócio permitia compras com grande antecedência e margens previsíveis, a volatilidade atual do mercado eliminou o espaço para a intuição. Hoje, a decisão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas safras, uma pergunta tem feito parte da rotina de todo executivo, distribuidor e produtor rural: qual é a hora certa de fechar o pedido? Se no passado o ciclo do agronegócio permitia compras com grande antecedência e margens previsíveis, a volatilidade atual do mercado eliminou o espaço para a intuição. Hoje, a decisão de compra no campo não é mais apenas uma etapa operacional, ela tornou-se uma estratégia de sobrevivência e rentabilidade. E no centro dessa transformação está um recurso que muitos ainda subestimam: os dados.</p>
<p>Como executivo do setor, tenho acompanhado de perto a mudança na postura do produtor rural. Ele não compra mais como antes. O comportamento do cliente final mudou, encurtando a janela entre a assinatura do contrato e a entrega do insumo. Se por um lado isso protege o caixa do agricultor contra oscilações de preço das commodities, por outro exige da indústria e dos canais de distribuição uma capacidade sem precedentes de prever a demanda e gerir estoques de forma inteligente.</p>
<p>Muitos tentam comparar essa personalização de ofertas ao que o varejo tradicional já faz há anos. No agro, porém, o desafio é substancialmente mais complexo. Não se trata de entender preferências de consumo, mas sim a arquitetura financeira do cliente: a capacidade produtiva da fazenda, o custo por hectare, e a estratégia de comercialização da safra.</p>
<p>A grande virada de chave acontece quando conectamos a agricultura digital à inteligência comercial. Quando cruzamos o dado agronômico, o que aquele talhão específico precisa em termos de nutrição ou proteção, com a inteligência de mercado, qual o melhor momento de crédito, a cotação futura do grão e a condição de <em>barter</em> ideal, por exemplo, deixamos de vender produtos para entregar previsibilidade de margem.</p>
<p>Por isso, para aqueles que são da indústria e distribuição, encarar o dado como um ativo estratégico redefine o relacionamento com o produtor. O foco deixa de ser a rentabilidade pontual de uma única safra e passa a ser a construção de uma parceria de longo prazo. Afinal, uma cadeia de insumos só é sustentável quando o produtor do outro lado da mesa continua viável e rentável.</p>
<p>Em um agronegócio de margens cada vez mais apertadas e eventos climáticos imprevisíveis, ter informação estruturada não é mais um diferencial competitivo, é pré-requisito. Quem souber transformar o volume de dados do campo em decisões comerciais precisas ditará o ritmo dos negócios nas próximas safras.</p>
<h4 style="text-align: right;">Ivan Moreno, CEO da Orbia</h4>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Risco de El Niño exige revisão de contratos no agro</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/noticia/risco-de-el-nino-exige-revisao-de-contratos-no-agro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 15:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[contratos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[CPR]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de risco]]></category>
		<category><![CDATA[safra 2026/27]]></category>
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					<description><![CDATA[Alertas climáticos antecipados ampliam importância da prevenção e da definição de riscos antes da safra 2026/27 &#160; A possibilidade de ocorrência do El Niño durante a safra 2026/27 acrescenta um componente jurídico às preocupações de produtores e empresas do agronegócio. Como o risco climático está sendo apontado com antecedência, contratos de entrega, barter, logística, armazenagem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Alertas climáticos antecipados ampliam importância da prevenção e da definição de riscos antes da safra 2026/27</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A possibilidade de ocorrência do El Niño durante a safra 2026/27 acrescenta um componente jurídico às preocupações de produtores e empresas do agronegócio. Como o risco climático está sendo apontado com antecedência, contratos de entrega, barter, logística, armazenagem e seguro merecem revisão antes do início da temporada, especialmente quanto às regras de força maior, prazos, responsabilidades e medidas esperadas para reduzir eventuais prejuízos.</p>
<p>A questão central está na diferença entre <strong>previsibilidade do fenômeno e inevitabilidade de suas consequências</strong>. A existência de alertas prévios não significa que seja possível determinar exatamente a intensidade do evento, as regiões atingidas ou os efeitos sobre cada contrato. Por outro lado, o conhecimento antecipado do risco pode aumentar a importância de demonstrar quais providências foram adotadas pelas partes para mitigar possíveis impactos.</p>
<p>&#8220;A pergunta deixa de ser apenas se o evento climático era previsível e passa a incluir o que cada parte fez depois que o risco se tornou conhecido&#8221;, afirma <strong>Cristiane Secco, Chief Legal Officer do Albuquerque Melo Advogados</strong>.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-130154 alignright" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/el-nino-contratos-quadro-200x300.png" alt="" width="568" height="853" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/el-nino-contratos-quadro-200x300.png 200w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/el-nino-contratos-quadro-683x1024.png 683w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/el-nino-contratos-quadro-768x1152.png 768w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/el-nino-contratos-quadro.png 1024w" sizes="(max-width: 568px) 100vw, 568px" />A discussão tem consequências práticas para diferentes operações do agronegócio. Nas <strong>Cédulas de Produto Rural (CPRs), operações de barter e contratos de entrega física</strong>, por exemplo, alterações no calendário agrícola podem interferir diretamente na capacidade de cumprir volumes e datas previamente acertados.</p>
<p>O risco pode surgir mesmo sem uma redução expressiva da produção total. O cenário projeta uma safra brasileira recorde de soja em 2026/27, de <strong>182,4 milhões de toneladas</strong>, mas aponta a possibilidade de efeitos indiretos provocados pelo clima. Um atraso no plantio da soja pode postergar a colheita e, consequentemente, reduzir a janela disponível para milho e algodão de segunda safra.</p>
<p>Uma eventual mudança no calendário das lavouras pode repercutir além das propriedades rurais. Se colheitas forem deslocadas ou concentradas em períodos menores, a demanda por <strong>transporte, armazenagem e capacidade portuária</strong> também pode se acumular em determinadas janelas.</p>
<p>Nesse cenário, aumentam as possibilidades de discussões relacionadas ao cumprimento das janelas contratadas e aos custos decorrentes de atrasos. Contratos logísticos precisam, portanto, deixar claras as responsabilidades das partes diante de mudanças na disponibilidade e no momento de movimentação da safra.</p>
<p>A mesma preocupação se aplica à <strong>armazenagem</strong>. Uma concentração da colheita pode elevar simultaneamente a procura por espaço, trazendo questões sobre prioridade de atendimento, responsabilidade por eventuais perdas e limites das obrigações assumidas pelo armazenador.</p>
<p>O <strong>seguro rural</strong> é outra frente que merece atenção antes da safra. A recomendação é verificar os riscos cobertos e excluídos, os deveres de informação e os procedimentos necessários para comunicar sinistros, especialmente em apólices contratadas ou renovadas quando o cenário de risco climático já era conhecido.</p>
<h4><strong>Contrato precisa antecipar responsabilidades</strong></h4>
<p>Entre os pontos que podem ser revisados estão as cláusulas de força maior e onerosidade excessiva, obrigações e prazos de notificação, tolerâncias de volume e prazo, janelas de entrega e embarque, custos extraordinários e mecanismos de renegociação. Também ganham importância a definição do dever de mitigação e a documentação das providências tomadas pelas partes.</p>
<p>&#8220;Quando o risco já é conhecido, a qualidade do contrato passa a ser tão importante quanto a reação ao evento&#8221;, afirma Cristiane. Para a especialista, é antes da safra que as partes devem estabelecer quem assume determinados riscos, quais medidas serão esperadas e em que circunstâncias deverá começar uma renegociação.</p>
<p>A discussão mostra que um evento climático não produz automaticamente a mesma consequência jurídica para todos os contratos. <strong>O impacto efetivo sobre a obrigação, as condições estabelecidas entre as partes e as medidas adotadas diante de um risco previamente conhecido passam a integrar a análise.</strong> Para o agronegócio, isso torna a preparação contratual mais uma ferramenta de gestão de risco para a safra 2026/27.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fundações ampliam conexão entre ciência e mercado</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/noticia/fundacoes-ampliam-conexao-entre-ciencia-e-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 14:18:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Fundepag]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[PD&I]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Modelo de cooperação ajuda a estruturar parcerias, recursos e segurança jurídica para transformar pesquisa em inovação aplicada &#160; Transformar conhecimento científico em soluções que cheguem efetivamente ao mercado exige mais do que pesquisa e recursos financeiros. Entre a produção do conhecimento e sua aplicação pelo setor produtivo existe uma estrutura de contratos, gestão financeira, processos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Modelo de cooperação ajuda a estruturar parcerias, recursos e segurança jurídica para transformar pesquisa em inovação aplicada</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Transformar conhecimento científico em soluções que cheguem efetivamente ao mercado exige mais do que pesquisa e recursos financeiros. Entre a produção do conhecimento e sua aplicação pelo setor produtivo existe uma estrutura de contratos, gestão financeira, processos administrativos e segurança jurídica que ganha importância à medida que cresce a cooperação entre instituições públicas e empresas privadas. É nesse espaço que atuam as fundações de apoio à pesquisa.</p>
<p>O papel dessas instituições foi discutido durante o Deep Tech Summit 2026, realizado em São Paulo, em painel promovido pela Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio (Fundepag). A apresentação mostrou que projetos viabilizados por esse modelo movimentaram <strong>mais de R$ 10 bilhões desde 1978</strong>, envolvendo desde a formalização das parcerias até a administração dos recursos destinados à pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&amp;I).</p>
<p>Segundo o diretor-presidente da Fundepag, <strong>Álvaro Duarte</strong>, essa estrutura permite converter recursos em pesquisa aplicada com maior agilidade. Entre os exemplos citados estão um projeto de purificação de biometano no Ceará, o Valoriza Pesca, na Baixada Santista, e uma iniciativa para produção de antígenos destinados à bovinocultura brasileira.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-130149 alignright" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fundepag-pesquisa-quadro-300x200.png" alt="" width="620" height="413" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fundepag-pesquisa-quadro-300x200.png 300w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fundepag-pesquisa-quadro-1024x683.png 1024w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fundepag-pesquisa-quadro-768x512.png 768w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fundepag-pesquisa-quadro.png 1536w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" />Os projetos ajudam a mostrar a diversidade das aplicações possíveis. Em comum, existe a necessidade de conectar instituições de ciência e tecnologia, empresas e outros agentes interessados na utilização prática do conhecimento produzido pela pesquisa.</p>
<p>Essa aproximação também foi favorecida pela evolução da legislação. Durante o painel, <strong>Leonardo Ferres da Silva Ribeiro</strong>, do escritório jurídico que presta serviços à Fundepag, destacou que mudanças nas legislações federal e estaduais ampliaram a segurança jurídica para a cooperação entre instituições de pesquisa e empresas.</p>
<p>Os avanços regulatórios passaram a permitir mecanismos de compartilhamento de <strong>infraestrutura, tecnologia, conhecimento e equipes</strong>, ampliando as possibilidades para execução conjunta de projetos de PD&amp;I.</p>
<p>&#8220;Os instrumentos existem. A questão é saber utilizá-los e superar preconceitos em relação a esse modelo de colaboração&#8221;, afirmou Ribeiro.</p>
<p>O aspecto jurídico é apenas uma das etapas. As fundações também podem assumir atividades administrativas e financeiras que, embora não façam parte diretamente da pesquisa científica, são necessárias para sua execução. O modelo inclui desde a formalização das parcerias até a gestão dos contratos e dos recursos envolvidos.</p>
<p>Para Duarte, essa combinação ajuda a transformar o conhecimento produzido pelas instituições científicas em soluções com possibilidade de aplicação prática. &#8220;Ao reunir gestão especializada, segurança jurídica e capacidade de articulação entre diferentes atores, essas instituições criam as condições necessárias para que projetos de inovação avancem com mais eficiência e gerem resultados concretos para a sociedade&#8221;, afirmou.</p>
<h4><strong>Da pesquisa à inovação</strong></h4>
<p>A discussão ganha relevância diante de um desafio recorrente na inovação: fazer com que resultados científicos ultrapassem o ambiente acadêmico e encontrem aplicações capazes de gerar produtos, processos ou serviços.</p>
<p>A coordenadora de Negócios e Inovação da Fundepag, <strong>Luciana Akissue Teixeira</strong>, chamou atenção justamente para esse trabalho menos visível. Segundo ela, o modelo muitas vezes atua nos bastidores, &#8220;mas é decisivo para que as pesquisas saiam do papel e se transformem em inovação&#8221;.</p>
<p>No agronegócio, onde universidades, institutos públicos de pesquisa e empresas têm participação relevante no desenvolvimento tecnológico, mecanismos capazes de organizar essa cooperação podem reduzir obstáculos entre a geração do conhecimento e sua utilização prática. O debate apresentado pela Fundepag mostra que, além do investimento em ciência, <strong>gestão, articulação institucional e segurança jurídica também fazem parte do caminho necessário para levar uma inovação ao setor produtivo</strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>GAFFFF espera reunir 30 mil pessoas em São Paulo</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/gaffff-espera-reunir-30-mil-pessoas-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:37:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[Evento será realizado em outubro e reunirá debates, negócios, inovação, startups, cultura, música e gastronomia &#160; Após estrear em Mato Grosso com mais de 15 mil participantes, o Global Agribusiness Festival (GAFFFF) retorna a São Paulo com expectativa de receber mais de 30 mil pessoas. O evento será realizado nos dias 1º e 2 de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Evento será realizado em outubro e reunirá debates, negócios, inovação, startups, cultura, música e gastronomia</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após estrear em Mato Grosso com mais de 15 mil participantes, o Global Agribusiness Festival (GAFFFF) retorna a São Paulo com expectativa de receber mais de 30 mil pessoas. O evento será realizado nos dias 1º e 2 de outubro, no Nubank Parque, reunindo produtores rurais, empresários, investidores, especialistas, startups e representantes de diferentes segmentos do agronegócio.</p>
<p>Esta será a terceira edição consecutiva do festival na capital paulista. Criado pela Datagro, o GAFFFF ampliou sua presença neste ano ao realizar pela primeira vez uma edição em Mato Grosso, de 23 a 26 de julho, em Sorriso.</p>
<figure id="attachment_130143" aria-describedby="caption-attachment-130143" style="width: 440px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-130143" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/54593758933_7d25dbcec0_b-300x200.jpg" alt="" width="440" height="293" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/54593758933_7d25dbcec0_b-300x200.jpg 300w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/54593758933_7d25dbcec0_b-768x512.jpg 768w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/54593758933_7d25dbcec0_b.jpg 1024w" sizes="(max-width: 440px) 100vw, 440px" /><figcaption id="caption-attachment-130143" class="wp-caption-text">Edição de 2025 teve 35 painéis e mais de 200 palestrantes</figcaption></figure>
<p>A estreia mato-grossense reuniu <strong>mais de 15 mil visitantes em quatro dias</strong>, com mais de 80 horas de conteúdo, 140 palestrantes e uma feira de negócios que contou com mais de 109 marcas. A realização em uma das principais regiões produtoras do País também serviu para testar o formato do festival fora de São Paulo.</p>
<p>&#8220;A expansão do GAFFFF para fora do cenário paulista mostrou a força do conceito do festival e sua capacidade de conectar o agronegócio com diferentes públicos e regiões do país&#8221;, afirma <strong>Luiz Felipe Nastari, diretor de Comunicação da Datagro</strong>. Segundo ele, a experiência em Sorriso mostrou que a combinação de conteúdo, negócios, inovação e experiências também funciona no &#8220;coração da produção&#8221;.</p>
<h4><strong>Agro além do ambiente de negócios</strong></h4>
<p>Em São Paulo, a proposta será novamente combinar discussões sobre o setor com atividades de cultura, música e gastronomia. O formato busca se diferenciar de congressos e feiras tradicionais ao concentrar, em um mesmo ambiente, conteúdo para tomada de decisão, relacionamento, oportunidades comerciais e experiências voltadas a diferentes públicos.</p>
<figure id="attachment_130145" aria-describedby="caption-attachment-130145" style="width: 231px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-130145 " src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/54596057490_0f9212baa9_b-200x300.jpg" alt="" width="231" height="347" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/54596057490_0f9212baa9_b-200x300.jpg 200w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/54596057490_0f9212baa9_b.jpg 683w" sizes="(max-width: 231px) 100vw, 231px" /><figcaption id="caption-attachment-130145" class="wp-caption-text">GAFFFF também é gastronomia</figcaption></figure>
<p>A edição paulista realizada anteriormente dá uma dimensão desse formato. Foram cerca de <strong>35 painéis e mais de 200 palestrantes nacionais e internacionais</strong>, distribuídos por três palcos simultâneos. Mais de 100 startups também apresentaram tecnologias relacionadas à produção de alimentos, com destaque para iniciativas ligadas a ESG.</p>
<p>&#8220;Voltamos à capital com um festival mais maduro, conectado a diferentes públicos e preparado para ampliar as discussões e conexões que ajudam a mover o agro&#8221;, afirma Nastari. A organização pretende reunir diferentes elos da cadeia produtiva e manter a integração entre debates estratégicos, tecnologia, oportunidades de negócios e atividades culturais.</p>
<p>A realização em São Paulo, pouco mais de dois meses após a estreia em Sorriso, também sinaliza uma ampliação do alcance do festival. De um lado, uma edição realizada em uma região fortemente ligada à produção agrícola; de outro, um encontro em um dos principais centros empresariais e financeiros do País. A estratégia reforça a tentativa de criar conexões entre <strong>produção, tecnologia, capital, negócios e consumidores</strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Distribuição de insumos fatura R$ 171 bilhões</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/distribuicao-de-insumos-fatura-r-171-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 22:05:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ANDAV]]></category>
		<category><![CDATA[Cepea]]></category>
		<category><![CDATA[defensivos agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição de insumos]]></category>
		<category><![CDATA[revendas agrícolas]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa da Andav e do Cepea mostra que distribuição responde por 47% dos insumos que chegam ao produtor brasileiro &#160; A distribuição de insumos agropecuários movimentou R$ 171 bilhões em 2025 e respondeu por 47% dos insumos que chegaram aos produtores brasileiros. Os números da 11ª Pesquisa Nacional da Distribuição mostram a dimensão alcançada pelas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Pesquisa da Andav e do Cepea mostra que distribuição responde por 47% dos insumos que chegam ao produtor brasileiro</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A distribuição de insumos agropecuários movimentou R$ 171 bilhões em 2025 e respondeu por 47% dos insumos que chegaram aos produtores brasileiros. Os números da 11ª Pesquisa Nacional da Distribuição mostram a dimensão alcançada pelas revendas no agronegócio e revelam um setor que, além de concentrar parcela relevante da comercialização de tecnologias para o campo, mantém planos de expansão para os próximos anos.</p>
<figure id="attachment_130121" aria-describedby="caption-attachment-130121" style="width: 504px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-130121" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ANDAV-pesquisa-geral-recorte-300x172.jpeg" alt="" width="504" height="289" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ANDAV-pesquisa-geral-recorte-300x172.jpeg 300w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ANDAV-pesquisa-geral-recorte-1024x586.jpeg 1024w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ANDAV-pesquisa-geral-recorte-768x440.jpeg 768w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ANDAV-pesquisa-geral-recorte-1536x880.jpeg 1536w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/ANDAV-pesquisa-geral-recorte-2048x1173.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 504px) 100vw, 504px" /><figcaption id="caption-attachment-130121" class="wp-caption-text">Apresentação da pesquisa realizada pela Andav e Cepea, no Congresso Andav</figcaption></figure>
<p>Realizado pela Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav) em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP), o levantamento foi apresentado hoje à tarde durante o Congresso Andav 2026, em São Paulo.</p>
<p>Do faturamento total apurado pela pesquisa, <strong>R$ 105 bilhões vieram da comercialização de insumos</strong>, o equivalente a cerca de 61% do total. Outros R$ 43 bilhões foram movimentados com comercialização de grãos e R$ 23 bilhões com máquinas, serviços e outras atividades. Os números evidenciam que a atuação das empresas de distribuição vai além da venda tradicional de produtos para a produção agropecuária.</p>
<p>A <strong>soja permanece como principal cultura atendida pelas distribuidoras</strong>, representando 43% da atuação do setor. O milho aparece na segunda posição, com participação de 20%. Juntas, portanto, as duas culturas representam 63% da atividade registrada pelo levantamento.</p>
<p>Entre as categorias comercializadas, os <strong>defensivos químicos</strong> mantêm a liderança, também com participação de 43%. Na sequência aparecem os fertilizantes para aplicação no solo, com 17%, e as sementes, com 16%.</p>
<p>Durante a apresentação, o coordenador técnico do Cepea-Esalq/USP, <strong>Thiago Bernardino</strong>, destacou a participação de diferentes profissionais na elaboração do estudo e a importância do levantamento para o conhecimento da distribuição brasileira.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-130117 aligncenter" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/andav-pesquisa-quadro-geral-1-300x200.png" alt="" width="720" height="480" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/andav-pesquisa-quadro-geral-1-300x200.png 300w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/andav-pesquisa-quadro-geral-1-1024x683.png 1024w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/andav-pesquisa-quadro-geral-1-768x512.png 768w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/andav-pesquisa-quadro-geral-1.png 1536w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Empresas maduras, mas ainda em expansão</strong></h4>
<p>Outro aspecto revelado pela pesquisa é a maturidade das empresas que atuam no segmento. <strong>Oito em cada dez distribuidoras — 82% — estão no mercado há mais de 11 anos.</strong> Essa experiência contribui para lidar com os riscos associados à volatilidade característica do agronegócio.</p>
<p>Isso não significa, porém, um mercado sem expansão. O número de lojas cresceu <strong>3,5% em relação a janeiro de 2025</strong> e novas unidades continuam nos planos das empresas. Segundo a pesquisa, <strong>32% das distribuidoras pretendem abrir lojas até 2028</strong>.</p>
<p>O presidente executivo da Andav, <strong>Paulo Tiburcio</strong>, destacou durante a apresentação justamente a capilaridade alcançada pelo setor. Segundo ele, o fato de os distribuidores responderem por 47% de todos os insumos entregues ao produtor demonstra “a força e a representatividade do setor”.</p>
<p>A fotografia apresentada pela pesquisa mostra, assim, um segmento consolidado, mas que ainda encontra espaço para crescer. Ao combinar elevada participação na chegada de tecnologias ao campo, diversificação de receitas e planos de abertura de novas unidades, a distribuição reforça sua posição como um dos elos fundamentais entre indústria e produção agropecuária.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Exportações do agro batem recorde de US$ 103,4 bi</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/exportacoes-do-agro-batem-recorde-de-us-1034-bi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 21:09:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[carne bovina]]></category>
		<category><![CDATA[comércio exterior]]></category>
		<category><![CDATA[exportações]]></category>
		<category><![CDATA[soja]]></category>
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					<description><![CDATA[Soja e carne bovina lideram avanço de 6% nas vendas externas, enquanto café e açúcar acumulam retração &#160; As exportações brasileiras do agronegócio alcançaram US$ 103,4 bilhões nos sete primeiros meses de 2026, maior resultado já registrado para o período. O valor representa crescimento de 6% em relação ao ano passado, impulsionado principalmente pela soja [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Soja e carne bovina lideram avanço de 6% nas vendas externas, enquanto café e açúcar acumulam retração</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As exportações brasileiras do agronegócio alcançaram US$ 103,4 bilhões nos sete primeiros meses de 2026, maior resultado já registrado para o período. O valor representa crescimento de 6% em relação ao ano passado, impulsionado principalmente pela soja em grãos e pela carne bovina, que acrescentaram, respectivamente, US$ 4,7 bilhões e US$ 2,4 bilhões às vendas externas do setor.</p>
<p>O desempenho de julho reforçou o resultado acumulado. As exportações do agro chegaram a <strong>US$ 16,34 bilhões no mês</strong>, alta de 5,4% sobre julho de 2025 e novo recorde para o período. O setor respondeu por 47,9% das vendas externas brasileiras.</p>
<p>A soja permanece como principal protagonista. Entre janeiro e julho, as vendas externas do grão somaram <strong>US$ 35 bilhões</strong>, avanço de 15,3%, enquanto os embarques cresceram 7,5%, para 83 milhões de toneladas. Além do maior volume, a valorização do preço médio, de US$ 393 para US$ 422 por tonelada, contribuiu para o aumento da receita.</p>
<p>Somente em julho, foram embarcadas 13,4 milhões de toneladas de soja, gerando <strong>US$ 5,87 bilhões</strong>. Os dois resultados são recordes para o mês. O preço médio também avançou 7,4%. A China absorveu 70% do valor exportado pelo Brasil no período, com compras de US$ 4,11 bilhões.</p>
<p>A <strong>carne bovina</strong> apresenta uma fotografia diferente quando se compara o mês com o acumulado do ano. De janeiro a julho, as exportações alcançaram US$ 10,5 bilhões, crescimento de 30,1% e recorde histórico, com 1,7 milhão de toneladas embarcadas. O preço médio avançou 18%, chegando a US$ 6.115 por tonelada.</p>
<p>Em julho, no entanto, houve retração. A receita com carne bovina in natura caiu 5,8%, para US$ 1,45 bilhão, enquanto o volume embarcado recuou 17,7%. A alta de 14,4% no preço médio amenizou a perda decorrente da menor quantidade exportada. A redução das compras chinesas teve peso importante nesse desempenho mensal.</p>
<p>Outros produtos ajudaram a sustentar o recorde de julho. A <strong>celulose</strong> alcançou US$ 1,06 bilhão, alta de 30,8%, estabelecendo recordes de valor e volume não apenas para julho, mas para toda a série histórica. A carne de frango in natura avançou 33,9%, para US$ 876,17 milhões, também recorde para o mês.</p>
<p>Um dos maiores avanços percentuais veio do <strong>óleo de soja em bruto</strong>. As exportações aumentaram 184,3% em valor e 143,5% em quantidade, atingindo US$ 370,24 milhões e 309,05 mil toneladas. A Índia concentrou 87,3% da receita obtida com o produto e foi determinante para o crescimento.</p>
<p>Na direção contrária, <strong>açúcar e café</strong> perderam receita. As exportações de açúcar de cana em bruto caíram 32,6% em julho, para US$ 849,61 milhões. O café verde recuou 21,8%, para US$ 815,92 milhões, influenciado tanto pela redução dos embarques quanto, principalmente, pela queda de 17,8% no preço médio. O milho também apresentou retração mensal de 15,7%.</p>
<p>No acumulado do ano, essa diferença de desempenho também aparece. O complexo soja lidera os setores exportadores, com <strong>US$ 42,1 bilhões</strong>, seguido por carnes, com US$ 20,5 bilhões, produtos florestais, com US$ 9,8 bilhões, café, com US$ 7,5 bilhões, e complexo sucroalcooleiro, com US$ 5,8 bilhões. Juntos, os cinco segmentos concentraram 82,8% das vendas externas do agro, acima dos 81,7% registrados no mesmo período de 2025.</p>
<h4><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-130110 aligncenter" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mapa-julho-recordes-quadro-300x165.png" alt="" width="707" height="389" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mapa-julho-recordes-quadro-300x165.png 300w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mapa-julho-recordes-quadro-1024x562.png 1024w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mapa-julho-recordes-quadro-768x421.png 768w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mapa-julho-recordes-quadro-1536x843.png 1536w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/mapa-julho-recordes-quadro.png 1693w" sizes="(max-width: 707px) 100vw, 707px" /></strong></h4>
<h4><strong>China mantém liderança</strong></h4>
<p>A China segue como principal destino do agronegócio brasileiro. Entre janeiro e julho, o país comprou <strong>US$ 36,2 bilhões</strong>, crescimento de 8,9%, respondendo por 35% das exportações. Soja e carne bovina, juntas, representaram 82,1% desse valor.</p>
<p>A União Europeia aparece na segunda posição, com US$ 15 bilhões e alta de 4,3%. Já as exportações para os Estados Unidos recuaram 23,3%, para US$ 5,9 bilhões, pressionadas principalmente pelas quedas de café verde, suco de laranja e sebo bovino. O crescimento das vendas de carne bovina para o mercado norte-americano compensou parcialmente essas perdas.</p>
<p>O resultado dos sete primeiros meses mostra, portanto, um agronegócio ampliando a receita externa apesar de movimentos distintos entre produtos e mercados. <strong>Soja e proteínas animais sustentam boa parte do crescimento, enquanto café e açúcar atravessam um período de retração</strong>, deixando a pauta exportadora ainda mais concentrada nos principais segmentos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Distribuição financia 20% do agronegócio brasileiro</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/distribuidores-ganham-peso-no-financiamento-do-agro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 21:03:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[ANDAV]]></category>
		<category><![CDATA[crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[distribuição de insumos]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[revendas agrícolas]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresas associadas à Andav estão em 1.041 municípios e ampliam atuação em crédito, serviços e tecnologia no campo &#160; A distribuição de insumos agropecuários já responde por aproximadamente 20% do financiamento do agronegócio brasileiro, ampliando sua atuação para além da comercialização de defensivos, fertilizantes, sementes e outros produtos. Presentes em 1.041 municípios, as empresas associadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Empresas associadas à Andav estão em 1.041 municípios e ampliam atuação em crédito, serviços e tecnologia no campo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A distribuição de insumos agropecuários já responde por aproximadamente 20% do financiamento do agronegócio brasileiro, ampliando sua atuação para além da comercialização de defensivos, fertilizantes, sementes e outros produtos. Presentes em 1.041 municípios, as empresas associadas à Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav) assumem participação crescente na concessão de crédito ao produtor e enfrentam o desafio de aprimorar a gestão de risco em um cenário de margens mais pressionadas no campo.</p>
<p>O papel financeiro das revendas esteve entre os temas debatidos no painel “Distribuidor: Acesso ao Mercado”, durante o 15º Congresso Andav, realizado em São Paulo. A discussão abordou a relação da distribuição com produtores e indústria, além da necessidade de ampliar a prestação de serviços e preparar as equipes para incorporar novas tecnologias.</p>
<p>Para <strong>Ricardo Bonacin</strong>, CEO da Núcleo Agrícola, a mudança já alterou a própria dinâmica do negócio. “A concessão de crédito hoje se tornou um pilar tão importante quanto o comercial”, afirmou.</p>
<p>A ampliação dessa participação também aumenta a necessidade de conhecer melhor o perfil e a capacidade financeira dos clientes. Segundo <strong>Aldair Santos</strong>, CEO da Precisão Rural, as decisões sobre crédito precisam considerar informação, proximidade com o produtor e análise compartilhada.</p>
<figure id="attachment_130073" aria-describedby="caption-attachment-130073" style="width: 598px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-130073" src="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/andav-credito-20-300x138.jpeg" alt="" width="598" height="275" srcset="https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/andav-credito-20-300x138.jpeg 300w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/andav-credito-20-1024x472.jpeg 1024w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/andav-credito-20-768x354.jpeg 768w, https://agrorevenda.com.br/wp-content/uploads/2026/08/andav-credito-20.jpeg 1438w" sizes="(max-width: 598px) 100vw, 598px" /><figcaption id="caption-attachment-130073" class="wp-caption-text">Estande da Andav no congresso: debates e networking movimentam o setor</figcaption></figure>
<p>O crescimento do crédito concedido pela distribuição traz ainda desafios jurídicos. <strong>Paulo Lima</strong>, sócio-diretor da RUMO.Agro, chamou atenção para a necessidade de aprimorar os processos internos utilizados na concessão dos recursos e buscar garantias mais efetivas para as operações.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que as revendas assumem maior responsabilidade no financiamento da produção, mudanças no mercado internacional deverão exigir novas estratégias de produtores, distribuidores e indústria. Em palestra no congresso, <strong>Carlos Cogo</strong>, sócio-diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, avaliou que a China alcançou elevada autossuficiência em arroz, trigo e suínos, mas enfrenta limitações de área e água para avançar principalmente na produção de soja.</p>
<p>Nos últimos 25 anos, as exportações brasileiras de soja para o mercado chinês cresceram, em média, 9% ao ano. Cogo considera que esse ritmo dificilmente será mantido, mas também avalia como pouco provável que a China consiga alcançar autossuficiência na oleaginosa.</p>
<p>Para o especialista, um dos caminhos para o Brasil será avançar na agregação de valor, especialmente diante de margens mais apertadas para o produtor. “Daqui para frente, a agenda será a agregação de valor, com a soja sendo exportada também via biodiesel, carnes, outras proteínas, e assim por diante”, afirmou.</p>
<p>As discussões mostram uma distribuição de insumos submetida a uma transformação mais ampla. Além de levar produtos e tecnologias ao produtor, as empresas passam a incorporar financiamento, análise de risco e prestação de serviços a suas estratégias, ao mesmo tempo em que precisam acompanhar mudanças nos mercados agrícolas e nas formas de geração de valor ao longo da cadeia.</p>
<p>O segundo dia do congresso também teve a entrega do <strong>Prêmio Andav de Reconhecimento – Personalidades do Agro</strong>, concedido a oito profissionais pela contribuição ao desenvolvimento da distribuição de insumos: Marcos Rodrigues Chaves, Salvino Antonio Camarotti, Roberta Motta, Marco Antonio Nasser de Carvalho, Antonio Henrique Botelho Lima, Alberto Yoshida, Oswaldo Abud Rocha Filho e José Yochikatu Hara.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Grupo Vaccaro comemora 70 anos e mira mais 70</title>
		<link>https://agrorevenda.com.br/destaques/grupo-vaccaro-comemora-70-anos-e-mira-mais-70/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[roberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Vaccaro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[secos e molhados]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresa criada em 1956 no norte do Rio Grande do Sul engloba distribuição, cerealista e, em greve, produção de biodiesel &#160; A décima quinta edição do Congresso Andav, realizado em São Paulo até esta quinta-feira, foi palco de uma comemoração especial para o Grupo Vaccaro, que este ano completa 70 anos de atuação. Fundado no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Empresa criada em 1956 no norte do Rio Grande do Sul engloba distribuição, cerealista e, em greve, produção de biodiesel</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A décima quinta edição do Congresso Andav, realizado em São Paulo até esta quinta-feira, foi palco de uma comemoração especial para o Grupo Vaccaro, que este ano completa 70 anos de atuação. Fundado no município de São Valentin, no Rio Grande do Sul, o grupo nasceu como um pequeno estabelecimento de secos e molhados e hoje é um completo ecossistema que atende produtores rurais e tem 34 unidades no estado.</p>
<p>O diretor de Marketing do Grupo Vaccaro, Patrick Herok, afirma que a comemoração ocorre num período de desafios do setor. “Tivemos que nos reinventar”, resume. Isso significa muito considerando as sete décadas de história da empresa. “Gostamos de dizer que passamos por diversas bonanças, mas também por várias crises. Contamos com toda a resiliência do grupo, da família; estamos na quarta geração. A gente teve que se reinventar.”</p>
<p>Herok acrescenta que o grupo conta com um parque industrial que ajuda a dar sustentabilidade ao negócio. As atividades do grupo incluem cerealista, distribuição de insumos, sementes e defensivos em geral, uma indústria de esmagamento de soja, uma de produção de farelo de soja, outra de rações e nutrição animal e, ainda este ano, vai incluir uma indústria de biodiesel.</p>
<p>A carteira da empresa tem hoje mais de 15 mil clientes, principalmente no Alto Uruguai e Nordeste do RS. Ao todo, o grupo emprega 400 pessoas. A visão da empresa, agora, está focada em manter sua trajetória de crescimento por mais sete décadas, para poder comemorar, lá na frente, os 140 anos do Grupo Vaccaro.</p>
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