18 de outubro de 2013

Syngenta divulga aceleração no crescimento das vendas

A Syngenta divulgou hoje que suas vendas aumentaram 11% a taxas de câmbio constantes no terceiro trimestre de 2013. As vendas reportadas no período aumentaram 8%, refletindo flutuações cambiais em diversos mercados emergentes. As vendas nos primeiros nove meses do ano aumentaram 5% a taxas de câmbio constantes, totalizando US$11,3 bilhões. As vendas integradas, excluindo-se royalties recebidos no período, aumentaram 8%.

Vendas integradas por região no terceiro trimestre

Na América Latina o forte início da safra levou a um crescimento de 17% nas vendas a taxas de câmbio constantes. O principal destaque foi o Brasil, onde o portfólio de sementes de soja teve um desempenho acima da média em um mercado forte: o preço robusto das commodities e a desvalorização do real estão alavancando a lucratividade dos produtores e devem resultar em colheitas recorde de soja. Os herbicidas não seletivos também cresceram significativamente e as vendas de fungicidas serão concentradas no quarto trimestre, pois o faturamento é alinhado ao consumo. Na Ásia-Pacífico, os mercados emergentes registaram crescimento de dois dígitos refletindo a adoção de fungicidas e inseticidas modernos. O desempenho foi particularmente forte no sul da Ásia, onde as boas condições das monções aumentaram ainda mais a demanda.

As vendas na Europa, África e o Oriente Médio continuaram a crescer. As vendas na Itália cresceram substancialmente com ganho de participação em um mercado em recuperação. Os mercados emergentes do sudeste da Europa, especialmente a Turquia, continuaram a se expandir rapidamente com crescimento amplo em toda a carteira. O crescimento na América do Norte foi favorecido pela demanda pré-safra por herbicidas seletivos, impulsionada pela crescente preocupação com plantas daninhas resistentes ao glifosato. As condições úmidas em partes dos EUA diminuíram a pressão de insetos, mas criaram novas oportunidades para fungicidas.

As vendas de herbicidas seletivos foram lideradas pelas Américas. CALLISTO para milho e FLEX para soja cresceram substancialmente em resposta à demanda pela gestão eficaz de resistência a plantas daninhas. No segmento de herbicidas não seletivos, as vendas do TOUCHDOWN continuaram a aumentar rapidamente no Brasil – a combinação de forte demanda e pouca concorrência resultou em ganhos significativos de volume e preço. As vendas de inseticidas tiveram um pequeno aumento, com o bom crescimento na Ásia-Pacífico e Europa parcialmente compensado pela queda nos EUA devido a menor pressão de insetos. As vendas do DURIVO aumentaram quase 50%, com crescimento em todas as regiões. As vendas de fungicidas foram alavancadas pelo AMISTAR, cujas vendas mais que dobraram nos EUA e continuaram a crescer rapidamente na Ásia-Pacífico. Em tratamento de sementes, o destaque foi o novo produto VIBRANCE, baseado no fungicida sedaxane. Durante o trimestre, o VIBRANCE foi registrado em mais de 30 culturas adicionais nos EUA, inclusive o milho, e recebeu a aprovação Annex 1 (relacionada à segurança do produto) da União Europeia.

Em sementes, o milho e a soja cresceram substancialmente, com uma contribuição significativa da soja brasileira. O crescimento em culturas extensivas diversas foi modesto após um primeiro semestre forte e veio principalmente da canola na Europa. O crescimento de vegetais foi concentrado nos EUA e no Brasil.

Mike Mack, Presidente, disse: “O desempenho do terceiro trimestre demonstra nossa habilidade de sustentar o crescimento em todo o nosso negócio em um contexto de volatilidade no câmbio e no preço dos produtos. Após um bom começo de safra na América Latina, continuamos posicionados para entregar um crescimento de vendas anual em linha com a nossa meta a longo prazo.

“Durante o trimestre ficou claro que a produção de semente de milho dos EUA está significativamente acima das expectativas. Iremos reconhecer isso em 2013 ao baixar o valor das sementes excedentes das vendas estimadas da próxima safra. Os resultados anuais também irão refletir um ganho cambial inferior ao esperado. Os resultados finais irão depender do progresso da safra da América Latina, mas neste estágio o lucro, por ação deve ficar próximo do valor de base do ano passado.

“Estamos bem posicionados para alcançar a nossa meta de US$25 bilhões em vendas de nossos oito culturas principais em 2020. Esperamos um aumento da lucratividade em 2014 e iremos manter a nossa meta de margem EBITDA entre 22% e 24% em 2015”.

Fonte: MVL Comunicação

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