28 de agosto de 2013

Receituário agronômico é tema de palestra no TO

A Associação dos Engenheiros Agrônomos do Tocantins (AEATO), o Sindicato dos Engenheiros, Arquitetos e Geólogos do Tocantins (Seageto), em parceria com a Secretaria da Agricultura e Pecuária,(Seagro) realizam nesta quarta-feira, dia 28, uma palestra sobre “Receituário Agronômico”, para mostrar as vantagens da prática correta nas lavouras. A capacitação acontece, a partir das 14 horas, no auditório da Seagro, em Palmas, e podem participar profissionais da área agrícola e empresários de casas agropecuárias. Não é necessário fazer inscrição.

Segundo o engenheiro agrônomo, Vieira Jucá, a palestra mostrará o uso correto dos defensivos e inseticidas nas lavouras contra as pragas e doenças. “É importante que o produtor saiba como funcionam as práticas adequadas do uso dos agrotóxicos, o que proporciona segurança nos alimentos e proteção ao meio ambiente, além de orientar os agricultores sobre o destino correto das embalagens”, informou, acrescentando que a intenção é promover o bem estar para o produtor e consumidor com o uso sustentável nas lavouras.

Jucá explicou ainda que o evento propõe a unificação e adequação das informações relacionadas à expedição de receituário agronômico no Estado do Tocantins. O evento contará também com a participação do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Tocantins e da Adapec – Agência de Defesa Agropecuária.

Documento
O receituário agronômico tem como principal objetivo orientar o uso racional de agrotóxicos e o diagnóstico é pré-requisito essencial para a prescrição da receita. O ato de diagnosticar pressupõe a análise de sinais e sintomas da cultura que se pretende controlar, das condições do clima e do estágio e condições da lavoura. A recomendação para utilizar o agrotóxico foi conferida pela sociedade ao engenheiro agrônomo e profissionais legalmente habilitados, que por indicação legal detêm os conhecimentos necessários para fazer o diagnóstico e decidir pela necessidade do produto químico. Qualquer aplicação desnecessária ou incorreta de agrotóxico constitui uma agressão ao ambiente.

Fonte: Seagro-TO

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