21 de maio de 2022

Outono Ourofino: bom para algodão e desafiador para milho

Especialista da Ourofino Agrociência orienta sobre os tratos culturais ideais a fim de evitar grandes perdas por pragas, doenças e daninhas.

As características do clima de outono, como aumento dos ventos, quedas constantes de temperatura e níveis de chuva, alteram o plantio de várias culturas, bem como o manejo, em diversas regiões do país, especialmente no Sul e Sudeste. Em uma fase decisiva para o potencial produtivo, algodão e milho possuem demandas hídricas distintas, pois a diminuição das chuvas impacta severamente o milho, enquanto o algodão tolera melhor a escassez do período. De acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), a estimativa de produção da safra 21/22 subiu para 2,82 milhões de toneladas, crescimento de 19,6% em relação ao ano passado. Para Lenisson Carvalho, gerente de marketing de grandes culturas da Ourofino Agrociência, os números podem ser atingidos, pois a redução das chuvas permite menor perda das maçãs por podridões e qualidade das plumas.

Dentre as pragas da época, ocorre a presença do bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis), que ataca os botões florais se alimentando ou ovipositando, o que causa danos e/ou queda da estrutura e redução da qualidade da fibra e da produtividade. Outras, como os pulgões, transmitem viroses e a mosca-branca (Bemisia tabaci), responsável por injetar toxinas que podem causar anomalias no desenvolvimento da planta, além de fumagina, que interfere na capacidade fotossintética e, também, na qualidade da fibra. O controle dessas pragas ocorre por meio do uso de inseticidas. O Singular®, por exemplo, possui ativo em formulação líquida, único no mercado, é o recomendado pelo especialista para o controle do bicudo-do-algodoeiro.

Para a mosca-branca e pulgões há três alternativas no portfólio da Ourofino Agrociência, de ativos diferentes. São eles: AfincoBR®, com três modos de ação, contato, ingestão e fumigação; Autêntico®, com partículas micronizadas que possibilita rápida absorção e translocação; e a novidade Vivantha®, inseticida de ação sistêmica, importante para o manejo estratégico de pragas. Além disso, o especialista orienta que a adubação equilibrada em conjunto ao uso dos defensivos agrícolas permite o melhor desenvolvimento da cultura: “O uso dos defensivos agrícolas propicia o controle das pragas e o desenvolvimento adequado, assim como o uso de regulador de crescimento para manutenção do porte correto de plantas e destinação dos nutrientes para a produção das maçãs e, consequentemente, melhor produtividade.”

Em contrapartida, a cultura do milho necessita das chuvas para mais rendimento das lavouras. Lenisson explica que a seca pode reduzir drasticamente a produtividade, assim como a performance dos defensivos utilizados. “Para minimizar esse efeito, o agricultor deve fazer o manejo de pragas e doenças adequados, proporcionando o melhor ambiente para o desenvolvimento da cultura, tendo menor estresse por fatores bióticos”. Ele alerta ainda para o estágio de desenvolvimento avançado da cultura do milho: “Neste momento, é necessário focar no manejo de pragas e doenças para proteger a planta e para que ela possa ser mais tolerante aos fatores abióticos, como seca, ventos fortes que possa causar tombamento da cultura, entre outros”.

Nessa fase, o destaque fica para o Teburaz®, fungicida sistêmico para o controle de doenças do milho que atacam as folhas, as quais reduzem a área capaz de realizar a fotossíntese, e, consequentemente, a produtividade. A solução atua em diversas fases do alvo e possui boa flexibilidade de uso. As regiões mais favoráveis para o plantio do milho são Paraná, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. São os locais onde a safrinha teve um excelente desempenho e boa produtividade, devido ao maior período de chuvas.

Sobre a Ourofino Agrociência
A Ourofino Agrociência é uma empresa de origem brasileira fabricante de defensivos agrícolas com mais de 10 anos de atuação. Sua fábrica, considerada uma das mais modernas do mundo no segmento, está localizada em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e possui capacidade de produção de 120 milhões de quilo/litros por ano. São mais de 50 mil m² de área construída, com equipamentos de última geração e ambiente automatizado. A empresa desenvolve seus produtos com base nas caraterísticas do clima tropical, seguindo o propósito de Reimaginar a Agricultura Brasileira. Mais informações no site ourofinoagro.com.br.

 

 

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