Agronotícias por Maurício Picazo Galhardo

ABERTURA. Mais de 40 caravanas se programaram para participar da 29ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, na Estação Experimental Terras Baixas, da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), na região de Pelotas (RS). Os produtores e colaboradores de propriedades de diversos pontos do Sul do Brasil aproveitam o momento para conhecer as novidades, além de trocar experiências e informações com técnicos e demais orizicultores.

PERU. Em viagem ao Acre, onde foi acompanhar o início da primeira colheita de soja no estado, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina informou que está negociando junto ao governo do Peru a abertura do mercado daquele país para a carne brasileira, principalmente a produzida no Norte do país. Ela disse que não faz sentido o Peru comprar carne de países distantes, como Austrália e Estados Unidos, e estar com o mercado fechado para a produção de excelente qualidade do Brasil.

JOVENS. Um novo movimento é percebido no mercado de agronegócio e tem atenuado o desafio de manter o jovem na área rural em determinadas regiões do país. Da cidade para o campo, eles buscam oportunidades com a introdução das novas tecnologias no processo de produção agropecuária. Seja nas fazendas ou nos escritórios da cidade, os jovens têm marcado presença em startups ou empresas que fazem o controle informatizado da qualidade de pasto, do solo, da alimentação dos animais, da aplicação de herbicidas na lavoura, entre outras atividades da produção agrícola e pecuária.

POSSE. Na posse do deputado Alceu Moreira novo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), terça-feira (19), à noite, na presença do presidente Jair Bolsonaro e de seu vice, Hamilton Mourão, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, declarou que joga afinada com seu colega da Economia, Paulo Guedes. O ministro que compareceu ao evento ouviu da ministra apelo para “olhar muito para esse setor”.

PAULO GUEDES. Em entrevista, a ministra voltou a falar sobre a relação com o colega. “Eu fiquei muito feliz do ministro Paulo Guedes estar aqui. É um homem inteligente e, preparado como é, sabe o peso do agro nos negócios do Brasil. Tanto eu quanto o ministro, todo esse time, aliás, quero dizer aqui publicamente, é completamente afinado. Nós podemos divergir em alguns métodos, mas é um time que joga a favor do Brasil”.

CLIMA-1. Ao consumir alimentos diariamente, a grande maioria das pessoas não se dá conta de que cultivar esse tipo de produto não é uma tarefa fácil. Além de dominar as técnicas de plantio e colheita, o produtor rural precisa, ainda, se preocupar com um fator externo à sua responsabilidade: o clima. Excesso de chuva ou a falta dela podem causar grandes perdas na plantação e consequentes prejuízos financeiros para aquele que depende do campo.

CLIMA-2. Ações da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do Estado de São Paulo, como o apoio da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) e recursos como o do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap), auxiliam os produtores a fim de que o estrago causado por uma variação climática não impeça o homem e a mulher do campo de continuarem na atividade.

MAIS LEITE. Os membros do Grupo Gestor do Plano “Mais Leite, Mais Renda” do Vale do Paraíba realizou sua primeira reunião de 2019, no dia 14 de fevereiro, em Taubaté, na Cooperativa de Laticínios do Médio Vale do Paraíba (Comevap). Durante a reunião, os representantes das entidades participantes avaliaram o trabalho realizado em 2018 e elaboraram uma agenda comum de atividades para este ano. A reunião foi conduzida pelo diretor da CATI Regional Pindamonhangaba (órgão da Secretaria e Agricultura e Abastecimento), Haley de Carvalho.

SOJA ARGENTINA. Apesar da ausência de precipitações mais de 87% da soja argentina está em condições boas ou excelentes. De acordo com o especialista Luiz Fernando Pacheco, analista da T&F Consultoria Agroeconômica, as altas temperaturas fizeram com que pouco mais de 28% da área nacional da oleaginosa estivesse variando entre ruim e regular.  “Em paralelo, mais da metade da área plantada passa por estágios críticos de definição de rendimento e as áreas mais avançadas iniciam a maturidade fisiológica em setores das regiões centrais.

Textos: Mapa, CATI e Agrolink

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