MICROGEO®e a adubação biológica na sustentabilidade

Estudo foi apresentado pela Fundação Espaço ECO®, em parceria com a MICROGEO®, durante a segunda edição do INOVACANA, e vai ao encontro das exigências do RenovaBio.

A MICROGEO® marcou presença na segunda edição do INOVACANA, evento que tem como objetivo disseminar as novidades tecnológicas e digitais que têm apresentado ganho de produtividade para o setor sucroenergético. Com a palestra “Comparação do desempenho ambiental da cana-de-açúcar com e sem Adubo Biológico MICROGEO®”, a empresa mostrou como as usinas, produtores e fornecedores de cana-de-açúcar podem se antecipar as novas exigências com a chegada do RenovaBio.

Segundo Antônio Marcos Corder, da área de Desenvolvimento de Mercado e Novos Negócios da MICROGEO®, a nova política do RenovaBio, que traça uma estratégia conjunta para a segurança energética e a redução de emissões de gases causadores do efeito estufa ao longo da cadeia de produção de biocombustíveis, já é uma realidade e, por isso, as usinas, produtores e fornecedores de cana-de-açúcar precisam se antecipar. “Já é preciso começar a fazer a lição de casa e a MICROGEO® pode contribuir muito neste sentido, por meio de um processo produtivo mais eficiente e sustentável, que contribui com a redução de emissões de carbono”, diz.

Afinal, ao condicionar as propriedades físicas, químicas e biológicas do solo, a adubação biológica é capaz de contribuir com a agregação do solo, aumentar a infiltração e a retenção de água no mesmo e potencializar a eficiência dos fertilizantes, defensivos e herbicidas – fatores diretamente relacionados à sustentabilidade do processo. Todos esses benefícios puderam ser verificados na apresentação feita pela Analista de Sustentabilidade Aplicada da Fundação Espaço ECO®, Michelle Tereza Scachetti, durante o INOVACANA.

O cultivo de cana-de-açúcar com o Adubo Biológico MICROGEO® teve uma redução de 40% do impacto ambiental. Esse cálculo considera fatores como consumo de água, formação fotoquímica de ozônio, depleção da camada de ozônio, eutrofização de água doce, toxidade, uso da terra, entre outros.

Um dos dados mais interessantes do estudo conduzido pela Fundação Espaço ECO® diz respeito às mudanças climáticas e atendem diretamente as exigências do RenovaBio: foi comprovado que para uma usina média, com processamento anual de 4,5 milhões de toneladas de cana, em 50.000 hectares, em comparação com a adubação mineral, o Adubo Biológico MICROGEO® reduz em: 56 milhões de quilos a emissão de CO² na atmosfera; 30,2 milhões litros o consumo de água, equivalente à conversão de 865 mil litros de etanol.

Se toda a cana cultivada no território brasileiro utilizasse o pacote tecnológico com Adubo Biológico MICROGEO® seriam “economizados” 2 milhões de hectares de terra, correspondente ao quíntuplo da área de cana da Austrália.

Por fim, o estudo concluiu que o plantio de cana-de-açúcar, alinhado com o uso do MICROGEO®, além de apresentar ganhos ambientais, apontam benefícios de produtividade, maior longevidade do canavial, menor aporte de insumos e menores fatores de emissão de poluentes.

Como funciona o MICROGEO®? – O MICROGEO® é o Adubo Biológico que restabelece o microbioma do solo – o conjunto de microrganismos que vivem e interagem em um ambiente. Produzido na propriedade rural pelo próprio agricultor, com total suporte dos técnicos da empresa, o Adubo Biológico MICROGEO® age desta forma por ser constituído de alta biodiversidade de microrganismos exclusivos e adaptados ao local de uso, bem como por nutrientes que favorecem a atividade microbioma nativa do solo, como os fungos micorrízicos.

Como os microrganismos, nutrientes e metabólitos do Adubo Biológico MICROGEO® são exclusivos da localidade, ao restabelecer a biodiversidade microbiana do solo e estimular seu microbioma, promove benefícios que atuam no condicionamento das propriedades físicas, químicas e biológicas do solo, seja para agricultura, pecuária ou reflorestamento.

Pode ser aplicado via pulverização, fertirrigação, em qualquer temperatura, luminosidade ou mesmo umidade, em conjunto com defensivos químicos, fertilizantes, biológicos, insumos foliares e vinhaça.