10 de fevereiro de 2020

Líderes brasileiros enfrentam difamação

Nós próximos 10 anos, a produção brasileira de alimentos, principalmente a produção de grãos, deverá crescer mais de  27% – utilizando apenas 15% de área cultivada. Estudos apontam que, rapidamente, iremos produzir 300 milhões de toneladas de grãos/ano, de uma maneira sustentável, moderna e profissional. Essa mensagem está sendo levada por lideranças agrícolas brasileira para o mundo financeiro. O Banco Mundial e ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), receberam representantes do Agro brasileiro que foram mostrar fatos e dados incontestáveis, no sentido de impedir a propagação da difamação que corre nos meios da esquerda política, em especial na Europa, contra nossos sistemas de produção.

O movimento difamatório alcançou tal ponto que investimentos diretos em nosso País estão sendo prejudicados pela suposição de que estaríamos destruindo nosso meio ambiente, usando como exemplo a Amazônia. Personagens do mundo artístico mundial colocam em marcha um movimento que atinge a nossa imagem. E até mesmo artistas brasileiros se envolvem na campanha de difamação (vide o manifesto da cineasta Petra Costa, autora de um documentário de esquerda “democracia em vertigem”, que está sendo indicada ao Oscar, numa clara mensagem contra os agricultores brasileiros). Contra a insídia, lideranças do Agro estão se posicionando, claramente, em defesa da atividade agrícola nacional. O ex-ministro Roberto Rodrigues, uma das mais fortes lideranças do País, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, afirma peremptoriamente que “é a falsa a visão que passam lá fora (no exterior) de nossa agricultura”.

Paulo Hermann, presidente da John Deere no Brasil, e incansável palestrante sobre a sustentabilidade de nossa agricultura,lança um apelo a todos os brasileiros de responsabilidade para se engajarem nessa luta, de frente, contra a difamação não só contra nosso País, contra nossa agricultura, mas principalmente contra nosso povo. “Basta de mimimi, chega de xororô, chega de coitadismos, diz Paulo Hermann; “agora nós vamos nos expor cada vez mais, vamos nos defender de frente, mostrando os fatos, mostrando a verdade”.

Hermann esteve, recentemente, participando de um road-show com investidores do mundo financeiro expondo nossas capacidades e avanços. E dizendo que, sim, o Brasil será o grande responsável por alimentar o mundo de uma maneira absolutamente responsável e segura com a natureza, com o meio ambiente. Paulo Hermann diz que a maior inovação brasileira apresentada ao mundo é o nosso sistema ILPF (Integração Lavoura Pecuária e Floresta) que possibilita o crescimento de novas áreas plantadas em pastagens degradadas. E, como consequência, as empresas brasileiras do Agro estão se preparando, em futuro imediato, com projeções de crescimento entusiasmante: “Preparem-se, os anos de 2021 e 2022 serão os melhores anos de nossas vidas”.

Fonte: Notícias Agrícolas

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