11 de março de 2013

Implantação de Centro de Comercialização de Animais na Bahia deve beneficiar Pró-Genética

Centro de Comercialização de Animais deve comportar 500 animais / Foto: Divulgação.

Os produtores rurais da Bahia terão um espaço próprio para a venda de bovinos e outros animais. Serão construídos 35 Centros de Comercialização de Animais em todo o estado, sendo que 24 já estão prontos. Segundo a Secretaria da Agricultura da Bahia, a medida deve estimular negócios, eliminar a ação de atravessadores, além de retirar do centro das cidades o trânsito de animais. O volume financeiro anual gerado pelas vendas nos centros está estimado em mais de 800 milhões de reais.

O Centro de Comercialização de Animais é formado por um conjunto de 32 currais, embarcadouro de animais em alvenaria, estrutura de acesso a um recinto de leilões, uma balança, coberta com capacidade para 1.500 kg e um quiosque para atender aos produtores no fechamento de negócios. Estima-se um volume de 500 animais, de aproximadamente 50 criadores e uma visitação de 300 produtores local em cada dia de feira de animais.

A expectativa é que a medida beneficie o programa nacional Pró-Genética, que realiza feiras para a venda de touros registrados das raças zebuínas para pequenos e médios produtores rurais. No ano passado, apesar da seca ter inviabilizado a realização de um volume maior de eventos do programa em território baiano, a Bahia registrou a maior venda de reprodutores de todas as feiras do Pró-Genética ocorridas no Brasil. O evento realizado na cidade de Itapetinga comercializou 43 touros, sendo 31 adquiridos com recursos financeiros dos próprios produtores e 12 com financiamento pelo Banco do Nordeste. Em 2013, as compras pelo Pró-Genética também poderão ser financiadas pelo Banco do Brasil.

Na Bahia, o Pró-Genética conta ainda com o apoio da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Reforma Agrária, Pesca e Aquicultura, da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-AR/BA) e da Associação Baiana dos Criadores de Nelore, SEBRAE, Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB).

Fonte: Site ABCZ

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