GTPS divulga a evolução da pecuária nos últimos dez anos

Para celebrar os dez anos que o Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) faz em 2017, a entidade em conjunto com seus associados realizará uma série de artigos sobre a influência do GTPS nas mudanças ocorridas na cadeia de valor da carne bovina nos últimos dez anos.

“Convidamos representantes de empresas varejistas, indústrias, instituições financeiras, produtores e outras entidades do setor para elaborar materiais que demonstrem a evolução do setor. Nosso intuito é divulgar como o trabalho que realizamos tem auxiliado para a sustentabilidade da produção pecuária brasileira”, pontua o Presidente do GTPS, Ruy Fachini Filho.

Os artigos abordarão assuntos como mitigação das mudanças climáticas, bem-estar animal, monitoramento de aquisição de produtos, aumento de produtividade, comportamento do consumidor local, mercado internacional, economia, adoção de tecnologias, interação da sociedade civil, políticas públicas, envolvimento das instituições privadas e financeiras, papel das mesas redondas, entre outros.

“Os artigos darão um um panorama sobre os principais temas que envolvem a cadeia pecuária e desejamos que daqui a 10 anos tenhamos consolidado soluções para os nossos principais desafios”, comenta Fachini.

Sobre o GTPS

O Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS) é a primeira mesa redonda mundial sobre práticas sustentáveis na cadeia da carne bovina e referência para países como Argentina, Uruguai, México e Austrália. É formado por representantes de diferentes segmentos que integram a cadeia de valor da pecuária bovina no Brasil, entre eles indústrias, organizações do setor, produtores e associações, varejistas, fornecedores de insumos, bancos, organizações da sociedade civil, centros de pesquisa e universidades. O objetivo do GT é debater e formular, de maneira transparente, princípios, práticas e padrões comuns a serem adotados pelo setor, que contribuam para o desenvolvimento sustentável da atividade pecuária, trazendo mecanismos para que ela seja socialmente justa, ambientalmente correta e economicamente viável.