GEPEMA – AGRIMET realizam Simpósio Nacional da Agricultura Digital

O Grupo de Experimentação e Pesquisa em Modelagem Agrícola (GEPEMA) e o Grupo de Pesquisa e Extensão em Meteorologia dos Cultivos Agrícolas (AGRIMET), Sistema GEPEMA-AGRIMET, vai realizar o Simpósio Nacional da Agricultura Digital nos próximos dias 9 e 10 de abril de 2019, na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, no Pavilhão de Engenharia, em Piracicaba (SP). O encontro, com público esperado de 240 pessoas, tem como objetivo reunir produtores, empresários do agronegócio e pesquisadores para discutir avanços e informações relevantes sobre o novo conceito de agricultura.

Com a realização deste evento, o grupo GEPEMA-AGRIMET visa ampliar os benefícios oferecidos pela Universidade, promovendo alternativas e conceitos que podem ser empregados pelos profissionais ligados aos temas propostos e contribuir significativamente para o desenvolvimento geral do agronegócio brasileiro.

O Grupo de Experimentação e Pesquisa em Modelagem Agrícola (GEPEMA) e o Grupo de Pesquisa e Extensão em Meteorologia dos Cultivos Agrícolas (AGRIMET) são coordenados pelos professores Fábio Ricardo Marin e Felipe Gustavo Pilau, do Departamento de Engenharia de Biossistemas da ESALQ/USP. O Grupo mantém sua linha de pesquisa em modelagem e crescimento de culturas tropicais, agrometeorologia, avaliação de riscos climáticos (atuais e futuros) para agricultura e zoneamento agrícola. E se fundamenta no desenvolvimento sustentável da agricultura brasileira, inserido no contexto da agrometeorologia e uso racional da água.

Consolidado há alguns anos, o GEPEMA-AGRIMET tem como objetivo formar profissionais para o mercado de trabalho com experiência prática e conhecimento bem fundamentado na ciência agronômica. Dentre os trabalhos realizados, o Grupo conduz experimentos para coleta de dados biofísicos de culturas agrícolas tropicais, o que permite aprimorar e adaptar modelos de desenvolvimento de culturas agrícolas.  O Grupo busca sempre novos projetos de pesquisa, inserindo os estudantes num contexto científico com a possibilidade de iniciação científica e projetos de extensão, visando criar uma ponte para o mercado de trabalho.

Sendo guiado por princípios éticos e responsabilidade em entregar bons resultados, com base no tripé universitário: ensino, pesquisa e extensão. Atualmente, o Brasil dispende valores elevados com Ciência e Tecnologia. No último senso apontado pelo Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação, em 2015, o investimento chegou a 98 milhões de reais. Considerando que o agronegócio representa 24% do PIB nacional, a mesma fonte indica que o investimento no setor deve chegar até 21 bilhões de reais em 2025. Contabilizando somente o uso de IoT (Internt of Things), isto é, conectividade via internet, isso torna o país um dos maiores investidores em agricultura digital.