14 de outubro de 2013

Dow AgroSciences realiza treinamento sobre boas práticas agrícolas em Nova Santa Rosa (PI)

Entre os dias 14 e 17 de outubro, a Dow AgroSciences realizará nas regiões Nova Santa Rosa, Serra das Laranjeiras, Serra do Quilombo e Uruçuí, o treinamento do Programa de Aplicação Responsável (PAR) – que visa orientar e disseminar as boas práticas agrícolas entre produtores rurais da região. O projeto é uma parceria da Dow AgroSciences com a UNESP, do qual participam agricultores, operadores de pulverizador, técnicos e engenheiros agrônomos.

Os treinamentos abordam uma série de ações relacionadas à sustentabilidade do agronegócio, como uso correto de Equipamento de Proteção Individual (EPI), descarte de embalagens, condições climáticas adequadas e qualidade na aplicação de defensivos agrícolas. Os participantes têm a oportunidade de assistir a palestras de conscientização e capacitação e desenvolver atividades práticas relacionadas à inspeção periódica de pulverizados (IPP) e redução do risco de deriva.

Criado em 2010 pela Dow AgroSciences, o PAR já treinou e capacitou mais de 2 mil pessoas em diferentes localidades. Só em 2012, foram 37 cidades visitadas em quatro Estados. A meta de 2013 é expandir o programa para abranger 46 cidades de Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo, de julho a setembro.

“A ampliação do PAR demonstra o sucesso do programa, no qual a Dow AgroSciences investe e acredita. São projetos como este que fazem a diferença na construção de uma agricultura sustentável e produtiva”, afirma Ana Cristina Pinheiro, especialista em Product Stewardship da Dow AgroSciences. Em 2011, o programa recebeu o Prêmio Mérito Fitossanitário, realizado pela ANDEF, na categoria “Boas Práticas Agrícolas”.

Simulador de deriva

A deriva de defensivos agrícolas pode afetar culturas sensíveis que estejam próximas da área de aplicação. A eliminação do problema é uma das questões mais trabalhadas no PAR. Por este motivo, foi desenvolvido pela Dow AgroSciences e a Unesp, um equipamento que possibilita simular condições reais de vento e tamanhos de gota das aplicações, de forma que os participantes tenham a visualização real do efeito do uso de cada tipo de tecnologia (ponta e pressão de trabalho), de acordo com a velocidade do vento no momento da aplicação. Conhecido como “simulador de deriva”, o equipamento é usado em todas as aulas práticas.

“O processo, extremamente marcante do ponto de vista didático, traz convencimento imediato do efeito das variações da tecnologia de aplicação no risco de deriva”, conta Ulisses Rocha Antuniassi, professor da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu.

Antes e depois de iniciar a dinâmica, são feitos testes que avaliam os participantes com relação ao conhecimento sobre o assunto. Segundo o professor Ulisses, existe um aumento médio de 77% de acertos no teste realizado após a capacitação em relação aos realizados previamente.

Agenda

14/out: Uruçuí, Nova Santa Rosa – Fazenda Barili (Localizada na entrada Vila Nova Sta. Rosa)
15/out: Currais, Serra das Laranjeiras – Fazenda Laranjeira (Localizada em frente a Bunge Alimentos S/A)
16/out: Bom Jesus, Serra do Quilombo – Fazenda Estrela (Localizada próxima a Bunge Alimentos S/A)
17/out: Uruçuí – Fazenda Tangará (Rodovia Trans Cerrado)

Fonte: Dow Imprensa

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