25 de outubro de 2013

Ceres e Syngenta ampliam desenvolvimento do sorgo no Brasil

A empresa de culturas bioenergéticas Ceres, Inc. e a Syngenta anunciam a ampliação de sua parceria para desenvolver o mercado de sorgo no Brasil. As companhias pretendem avançar na sua estratégia de promover o uso tanto do sorgo sacarino como do sorgo energia junto às usinas brasileiras de etanol.

Pelo acordo renovado, a Syngenta e a Ceres continuarão a colaborar em estudos de campo com as usinas. A Syngenta avaliará seu portfólio de defensivos agrícolas em associação aos híbridos da Ceres, enquanto a Ceres fornecerá tanto as sementes como o apoio à pesquisa da cultura. As duas empresas coordenarão a extensão dada às usinas de etanol e desenvolverão programas de treinamento industrial.

A Syngenta indicou que planeja avançar com suas avaliações destinadas ao registro de novos defensivos voltados ao cultivo do sorgo. “Consideramos o sorgo sacarino um potencial complemento à cana-de-açúcar para a produção de etanol e trabalhamos com a Ceres na identificação dos melhores protocolos para oferecer proteção completa e ampliar o potencial inerente a esta cultura”, diz Adriano Vilas Boas, diretor Global de Marketing para Cana-de-Açúcar da Syngenta.

“Estamos satisfeitos em trabalhar com uma empresa líder amplamente reconhecida com vistas a fornecer mais opções de defensivos agrícolas para o cultivo do sorgo a nossos clientes em comum”, afirma André Franco, gerente-geral da Ceres Sementes do Brasil Ltda. “O trabalho conjunto com a Syngenta resultou em progressos importantes ao ajustar as práticas de manejo da cultura que possam melhorar a produtividade por meio do aumento da proteção contra pragas, doenças e ervas daninhas.”

O sorgo sacarino é uma cultura resistente que permite estender o período de produção de etanol por até 60 dias no Brasil. Ele pode ser cultivado em terra em descanso e processado utilizando o mesmo equipamento da cana. Uma vez que cresce entre 90 e 120 dias apenas, a planta exige menos água e outros insumos do que a cana. As variedades de sorgo sacarino da Ceres foram plantadas em mais de 3.000 hectares na safra passada, em mais de 30 usinas. Plantado principalmente por sua produtividade em termos de biomassa do que por seu conteúdo de açúcar, o sorgo energia é uma cultura energética que pode ser utilizada como matéria-prima para a bioenergia, como aquecimento e eletricidade.

Fonte: MVL Comunicação

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