5 de agosto de 2021

Biogénesis Bagó na extensão pecuária com o ‘Na Estrada 4.0’!

Projeto de extensão rural da empresa vai levar conhecimento e tecnologia a pequenas, médias e grandes fazendas brasileiras, abrindo as porteiras para o pecuarista produzir mais e melhor

Riba Velasco

É terra que não acaba mais. Oito milhões e meio de quilômetros quadrados. Apenas três Países do mundo têm área contínua maior que a nossa. E cada hectare desse ‘Brasilzão’ vive ao lado de bois e vacas há mais de um século. A carne, o leite e a lida diária do bovino embalaram toda a conquista do território nacional desde o século dezenove. E a boiada cresceu como nunca. É a maior do planeta. Um rebanho de 217 milhões de cabeças, nada menos do que 14,3% do total mundial. Não é à toa que hoje somos os maiores exportadores de carne bovina e o sexto maior produtor de leite da Terra. Toda essa riqueza brota de aproximadamente 1,5 milhão de propriedades rurais espalhadas por todos os estados do País. Uma imensidão geográfica e complexa em clima, solo, rebanhos, raças e pastagens. Segundo cálculos das empresas que atuam no setor, até hoje, nem 10% desse batalhão de criadores têm acesso frequente a informações básicas para estruturar e incrementar os resultados com os rebanhos. “Ao longo da nossa história, tem sido fundamental para o agronegócio, especialmente a produção familiar, buscar as tecnologias conseguidas com a pesquisa para ajudar o homem do campo a alcançar novos ganhos e produzir mais em áreas menores. Estes são os efeitos da verdadeira extensão rural: atuar na cadeia produtiva como um todo”, aponta Nivaldo Moreno de Magalhães, presidente da Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (ASBRAER), organização independente, apartidária e sem fins  lucrativos, fundada em 1990. A ASBRAER comanda a atuação de 27 entidades, que mantêm mais de cinco mil extensionistas em campo, visitando regularmente as famílias rurais em quase 15.400 locais de atendimento. Atualmente, são 2,3 milhões de beneficiados por meio de 52 programas de projetos de políticas públicas, em 46 cadeias produtivas. Tem aplicados R$ 2,7 bilhões nas associadas por meio dos governos estaduais e consegue gerar 12 milhões de empregos no campo na defesa de um modelo ambientalmente sustentável, economicamente viável e socialmente justo. A entidade tem como parceiros agências, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), entidades de classe, institutos e empresas de pesquisa agropecuária com os quais discute temas como crédito, assentamentos, benefícios rurais, produção animal e vegetal. Um apoio estruturado cujo conceito moderno nasceu no início do século passado, nos Estados Unidos, e foi  implantado aqui pelos americanos, na esteira das alianças firmadas com Países da América Latina, após a Segunda Guerra Mundial. Em mais de quatro décadas, esse desenho de atuação firmou raízes com apoio praticamente integral do poder público.

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