ANDAV: GIRA lança nova versão de plataforma

Solução revoluciona a cadeia de crédito do agronegócio com a oferta de uma plataforma de acompanhamento da produção, que envolve conhecimentos jurídicos e agronômicos.

Com a proposta de fazer uso da tecnologia para revolucionar a gestão de recebíveis para agroindústrias, distribuidores de insumos agrícolas, cooperativas e tradings, a GIRA (Gestão Integrada de Recebíveis do Agronegócio) lança a nova versão de sua plataforma. A solução será apresentada no Congresso ANDAV 2018, de 13 a 15 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Depois de rodar 2017 em estágio piloto, a versão 1.5 da plataforma, além de ser mais intuitiva, traz um método de gestão baseado em blockchain, permitindo a integração de todos os processos internos de aprovação das operações. O sistema também adota uma nova sistemática de gestão da informação com novas opções em dash board e integração com outros sistemas por meio de suas APIs.

“A ideia é proporcionar ainda mais segurança para os agentes de crédito e menor custo para os produtores, vinculando as operações à garantia de produção agrícola, dentro de um padrão de conhecimento jurídico e agronômico que permita confiabilidade dos indicadores de risco. Somos a única companhia que leva o conceito de crédito a uma sistematização da porteira para dentro”, afirma Gianpaolo Zambiazi, CEO da GIRA.

Uma das principais inovações da AgFintech é a utilização de um novo tipo de CPR – Cédula de Produto Rural, que já traz consigo os indicadores agronômicos, o que permite um grande ganho sistêmico na estruturação das operações de crédito, beneficiando produtores e concessores de crédito. A ideia é mitigar o risco do investimento e proporcionar mais versatilidade ao produtor para fazer suas operações de financiamento.

Atualmente, a GIRA já possui mais de 1.100 cadastros de engenheiros agrônomos, técnicos agrícolas e advogados aptos a fazer a coleta e análise de informações sobre áreas em todo o país que apresentem um potencial de produtividade, além de levantar indicadores de risco. “O que fazemos basicamente é replicar o modelo do UBER para o agronegócio. Nosso sistema localiza engenheiros agrônomos ou advogados cadastrados em uma determinada área. O vistoriador escolhido vai até o local, faz as evidências da situação da lavoura, seguindo um protocolo de coleta de dados, e dá o seu parecer. A partir destas evidências, conseguimos classificar o risco e comunicar ao credor a situação fática, o que permite com que ele tome uma decisão com base em informações reais e pontuais. O vistoriador, por sua vez, ganha pontos que são convertidos em créditos”, explica Gianpaolo.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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