4 de maio de 2020

A revolução das sementes

Cuidar da planta é tarefa obrigatória dos produtores que buscam nas revendas sementes de qualidade

A primeira grande revolução agrícola tratou dos defensivos, há setenta anos, que passaram a proteger as lavouras de pragas e animais. Depois, vieram as máquinas, o melhoramento genético, o preparo do solo, os transgênicos, o plantio direto e o manejo integrado. Agora, duas novas ondas germinam com força na agricultura brasileira e mundial. Uma é a Internet das coisas, equipamentos digitais conectados e ultramodernos. A outra trata da vida. Da origem da vida, para ser mais exato.

“Em dez anos, o mercado de sementes evoluiu muito devido aos avanços tecnológicos que a indústria passou a trazer para o agricultor e a maioria destes avanços usa a semente como veículo para entregar este valor extra. Em nossa empresa, por exemplo, o segmento é fundamental e responsável por 56% do faturamento global”, sintetiza com maestria Frederico Barreto, líder de Marketing para a Plataforma de Sementes da Corteva Agriscience Brasil e Paraguai, que entra no segundo ano como empresa independente. Não é à toa. A companhia é dona do maior banco de germoplasma de milho do mundo e conta com 26 unidades no Brasil e Paraguai, entre centros de pesquisas para sementes e proteção de cultivos, operações e administrativo. “Temos grandes planos para o Brasil nesse setor”, completa animado.

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