7 de julho de 2022

A transformação digital para maior competitividade!

TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

Sete modelos digitais que precisaremos adotar para o Agro Brasil seguir como o mais competitivo do mundo

Renato CesarSeraphim – seraphim.renatocesar@gmail.com

Sempre me questionei sobre os avanços da transformação digital nos negócios e, principalmente, sobre o agronegócio brasileiro. Eu não canso de afirmar que o agronegócio é o setor mais dinâmico e competitivo da economia brasileira e sempre me deparei com vários questionamentos sobre o que é e como as empresas podem fazer uso das tecnologias digitais para continuarem a terem a vanguarda do mercado. Como formatadores do mercado, precisamos estar à frente dessas tecnologias. Pense nas empresas que transformaram a forma como consumimos produtos ou serviços e o que essas empresas, como Nubank, Netflix, Uber, Airbnb, Google, Tesla, Spotify e tantas outras, têm em comum e podem nos ensinar sobre o tema. A melhor maneira de entender sobre a transformação digital veio de um insight da Gartner ‘s: The 9 Essential Activities for successful innovation, onde eles fazem um questionamento: O que queremos com essa transformação digital? 

Nessa questão, temos duas únicas respostas. Ou queremos ‘transformar’ ou queremos ‘otimizar’ o nosso negócio. As duas respostas são chaves para sabermos as ações que temos que tomar. Por exemplo. Se queremos transformar o negócio, devemos pensar em novos modelos de negócios. Como marketplaces digitais, que vão de encontro ao consumidor, adquirir startups com modelos disruptivos, pensar em novos produtos digitais, conectar serviços ou mensurar melhor as vendas como modelos de assinatura, colaboração coletiva, comunidades, ecossistema etc. Mas, se quisermos otimizar o nosso negócio, devemos pensar em aumentar a produtividade, melhorar a automação, aumentar as receitas existentes através de uma melhor orquestração de dados, ou aumentar a experiência do cliente com maior empoderamento, maior customização e personalização. Ser pragmático ajuda, e muito, em como alavancarmos o nosso setor para a transformação digital. E evitará desperdício de recursos e de tempo.  A transformação digital é o principal instrumento hoje para fazer qualquer empresa ser competitiva no mercado.

Alguns fatos, segundo a STARTSE (www.startse.com), plataforma de conhecimentos em inovação

  • Enquanto 68% das empresas viram a receita cair em meio a Covid-19, 90% mantiveram ou ampliaram o orçamento para a transformação digital. 
  • As empresas que haviam adotado a transformação digital com mais entusiasmo tiveram um desempenho melhor durante a pandemia.
  • Menos de 30% das empresas possuem capacidades digitais essenciais para a transformação digital como processos automatizados ou ecossistemas digitais integrados.
  • Menos de um terço das empresas estão digitalmente preparados para o mercado.
  • 67% da jornada do comprador agora é feita digitalmente e 86% dos compradores pagarão mais para terem uma melhor experiência. Por isso oferecer experiências únicas e integradas (online e offline) será a chave do sucesso daqui em diante.

O processo de transformação digital precisa ser acompanhado de uma mudança estrutural na cultura das equipes e da liderança. É preciso entender os processos, a rotina das equipes, os produtos e a experiência do cliente. 

Segundo a mesma STARTSE, um processo digital está sustentado em três pilares:

  • Novas tecnologias: as tecnologias agora são convergentes (uma impulsiona o avanço da outra), exponenciais e cada vez mais baratas e melhores.
  • Nova Economia: a nova economia é amparada por uma competição transversal (empresas de um determinado segmento tomando mercado de outro segmento) e assimétrica (empresas de dimensões diferentes disputando o mesmo mercado)
  • Nova Gestão: com tantas mudanças acontecendo ao mesmo tempo, a gestão deve ser rápida e ágil para saber lidar com a imprevisibilidade, aprender ao longo da vida e desenvolver novas habilidades (Requalificação Contínua).

Nesse artigo, quero compartilhar com vocês sete tecnologias digitais para utilizarmos e alavancarmos ainda mais o agronegócio brasileiro para os próximos anos, seja para criarmos uma transformação digital em nosso modelo de negócio, seja para otimizarmos os nossos processos.

VEÍCULOS AUTÔNOMOS

Os veículos de uso no campo sem cabine e sem auxílio de um operador para guiá-lo já são uma realidade que vem sendo muito bem recebida e utilizada por diversos agricultores, em todo o território nacional. Os tratores autônomos ganharam ainda mais força de produção e, há pelo menos três anos, vêm sendo usados de forma significativa no campo. Além de representar um importante aumento na produção agrícola, esses equipamentos também apresentam certa facilidade de uso, já que podem ser controlados e programados para exercer atividades por tablets ou smartphones, e monitorados a todo o momento através de satélites. Ainda que o sonho de ter um carro auto dirigível nas estradas e ruas de todo o mundo esteja próximo, com protótipos já criados, e em funcionamento para teste desde 2019, no campo, essa já é uma realidade completamente viável, afinal, ela conta com uma maior facilidade de regulamentação e de operação nas fazendas por possuir um fluxo de pessoas mais restrito em seu manuseio e manutenção. A largada já foi dada e empresas como CASE, JACTO, JOHN DEERE e muitas outras estão investindo milhões de dólares em startups que estão criando serviços e soluções para esses veículos autônomos. Este modelo de transformação digital já inspirou centenas de empresas a se especializarem em categorias diversas. Há centenas de oportunidades para fornecedores de câmeras e radares, gestão de frota, inteligência artificial, mapas, monitoramento de cargas, entre muitos outros. 

REDES 5G

Outra tecnologia que vai contribuir drasticamente para a transformação digital no agronegócio é o 5G. Funcionando por ondas de rádio, porém com uma largura móvel muito maior que as anteriores, as redes 5G serão a base para que as demais tecnologias, como a dos veículos autônomos, possam funcionar adequadamente. A internet de alta velocidade terá papel fundamental no avanço de serviços e infraestrutura, e deve incentivar massivamente o uso de dispositivos conectados (IOT), além de smartphones e aplicativos mobile, uso de conexão entre as unidades de produção, drones, estações climáticas, silos inteligentes, sensoriamento de imagem, predição de pragas e doenças e irrigação inteligente. Nos próximos 15 anos, estima-se que o agronegócio pode ter um acréscimo significativo em suas receitas. Com apenas 23% da área rural coberta com sinal de internet móvel, o País poderia ampliar o valor da produção agrícola em até R$ 100 bilhões com a ampliação do sinal de telefonia. O Ministério das Comunicações prevê a instalação de 44 mil antenas até 2029.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Robôs que escrevem notícias para jornais, revisam contratos jurídicos e até substituem agrônomos e veterinários em algumas funções. A inteligência artificial já está amplamente presente em todo o mundo e tem potencial para impulsionar US$ 14 trilhões até 2035, segundo a Accenture. De olho nas oportunidades e vantagem competitiva que esta tecnologia gera, 37% das empresas brasileiras já estão usando Inteligência Artificial (AI) em suas estratégias de atendimento, como tecnologias de voz para interação com o cliente, automação de processos e outras iniciativas. O Brasil já se posiciona entre os cinco países no ranking mundial de uso da tecnologia e está na lista de países que se dedicam exclusivamente à IA, de acordo com o estudo Cenário Global da Inteligência Artificial. 

No Agronegócio, a implementação de IA já permite o monitoramento de lavouras por imagens de satélite, pulverização por drones, automatização de máquinas e obtenção de dados completos de previsões meteorológicas. O conjunto desses recursos pode otimizar tempo, evitar perdas, garantir uma produção sustentável e aprimorar o gerenciamento do plantio e dos negócios. Enquanto no passado as decisões eram tomadas sem tantas informações, hoje, a aplicação da IA atende às áreas de diagnóstico e previsibilidade. Com fazendas conectadas, os gestores do agronegócio têm acesso a dados climáticos avançados, não apenas sobre chuvas, mas também sobre velocidade dos ventos e outros fenômenos que podem influenciar positiva ou negativamente a lavoura. O conhecimento avançado da composição química dos solos, além dos melhoramentos genéticos, são outros fatores possíveis de serem aferidos graças à aplicação de IA.

IMPRESSÃO 3D

A impressão 3D também está entre as tecnologias que promoverão a transformação digital no agronegócio nos próximos anos. Segundo o Goldman Sachs, existem dois formatos de modelagem de objetos: o Fused Deposition Modeling (FDM) e o SLA (Stereo Litho Graphy). O FDM é feito totalmente por computador, usando um sistema de camadas sobrepostas, compiladas por um software de impressão. Já o SLA cria o objetivo por meio da solidificação da resina em contato com a luz emitida por um raio laser. Com possibilidade de reduzir em até 65% os custos da fabricação de produtos, protótipos, peças de reposição ou outros, a impressão em 3D já vem sendo utilizada para peças de reposição para tratores e maquinários agrícolas, o que ajuda muito o agricultor por estar em lugares distantes, não precisar parar um plantio, aplicação de insumos ou colheita, bastando imprimir as peças. Além disso, os agricultores podem imprimir ferramentas de trabalho, instrumentos e acessórios para atender a necessidades pontuais e criar protótipos para testes, tudo em um período muito menor do que seria necessário se uma empresa especializada fosse contratada para isso. E a um custo significativamente mais baixo. Também podem ser empregadas na produção de próteses para animais, comedouros e bebedouros, caixas de transporte, peças para irrigação e elementos para a fabricação de dispositivos para obtenção de energia, como geradores eólicos e convencionais. Todas essas possibilidades podem contribuir para aumentar a produtividade, reduzir os custos e tornar o processo de produção agrícola mais eficiente. Mas não é só isso. No futuro, com o avanço da tecnologia e o seu barateamento, pode ser possível imprimir vacinas e medicamentos para tratar os animais nas próprias propriedades rurais e até produzir os componentes necessários para erguer estruturas como estufas, armazéns, granjas e edifícios. 

REALIDADE AUMENTADA

A Realidade Aumentada nada mais é que a tecnologia que permite aproximar o mundo real das dimensões digitais. Por meio de dispositivos tecnológicos, como smartphones, câmeras e tablets, é possível criar um ambiente real capaz de manipular objetos virtuais para cumprir uma determinada tarefa ou atividade. No agronegócio, vejo infinitas possibilidades, como por exemplo: com o uso de um tablet ou smartphone, e o aplicativo certo, o produtor poderá identificar pragas e doenças, inclusive conferir como está o balanço nutricional de suas plantas. Em estudos recentes, a Universidade de Wageningen, em Amsterdã, realizou testes de validação para um sistema pioneiro de realidade aumentada para plantas. A startup responsável pelo projeto, Plant Vision, desenvolveu um sistema no qual é possível usar um smartphone para ver o que se passa dentro de uma planta e avaliar as soluções mais adequadas. Na prática, o sistema faz uso de sensores de infravermelho em câmeras de celulares para visão noturna e medição térmica, semelhante a dispositivos usados por policiais para detectar materiais em paredes, por exemplo. Com isso, é possível avaliar a saúde das plantas de forma prática e acessível para o produtor, usando apenas o celular. De acordo com o desenvolvedor do projeto, Ryan Hooks, a realidade aumentada permitirá ao produtor enxergar o problema com três dias de antecedência, aumentando a eficiência dos tratamentos e a produtividade em geral. No Brasil, a Sumitomo foi a primeira companhia a utilizar dessa tecnologia para o lançamento de um inseticida e, assim, ajudar o agricultor a entender o funcionamento do produto e a ser mais assertivo no uso. Pode ser a simplificação das bulas.

INTERNET DAS COISAS (IOT)

A Internet das Coisas (IoT) sustenta modelos de transformação digital promissores para o agronegócio. Por meio de dispositivos conectados (e sem fio), é possível criar uma infinidade de soluções que façam a comunicação entre objetos e humanos, usando sensores inteligentes e softwares que transmitem informações para a rede. Alguns exemplos muito conhecidos são os Smartwatches (relógios inteligentes), que se conectam aos smartphones para disparar alertas de mensagens, e-mails ou para exibir dados de batimento cardíaco. E as Smart homes – geladeiras inteligentes, sistemas de compra automática, televisão e iluminação conectados ao smartphone. No Agronegócio, o uso e as possibilidades são infinitos como:

Telemetria – Por meio da IoT, é possível fazer o monitoramento de tratores e outros maquinários à distância, utilizando sensores e serviços de cloud computing. Em linhas gerais, as fazendas passam a ter acesso a dados como temperatura do equipamento, localização, rotação do motor, consumo de combustível e quantidade de insumos. Esses dados, por sua vez, são enviados para plataformas de análise que os transformam em insights, trazendo inteligência de negócios e otimização da tomada de decisão. Um exemplo é a manutenção preditiva, que permite a detecção de anormalidades antes mesmo que se apresentem. 

Meteorologia – A produção de alimentos depende muito do clima, pois ele influencia diretamente na maior ou menor produtividade. Através de sensores climáticos e medidores de irradiação de raios violeta, os agricultores obtêm dados mais precisos sobre o clima no local de plantio e colheita, sendo possível medir os insumos e ter um controle mais eficiente sobre a necessidade de intensificar a irrigação em casos de estresse hídrico. 

Monitoramento na criação de animais – Para locais que se dedicam à criação de animais, a tecnologia entra no acompanhamento da performance desses. Nesse caso de uso, através de plataformas inteligentes, os cuidadores podem analisar o estado do gado de forma dinâmica dentro do seu habitat natural. Ou seja, os animais continuam circulando livremente pelo pasto e os indicadores são obtidos por meio da leitura de um brinco eletrônico que envia os índices para uma rede de dados. Feito isso, a plataforma processa as informações e fornece os números principais para a equipe, como a taxa de ganho de peso, se há sinais de doença, se está tomando água suficiente, entre outros dados importantes para o desenvolvimento sadio dos animais. 

Imagens de satélites – Uma das tendências da IoT no agronegócio é a utilização de satélites para diversas ações, como identificação e localização de pragas, análise de área de plantio, densidade de vegetação e planejamento da irrigação. 

Videomonitoramento inteligente nas fazendas – As conexões entre diferentes sistemas e aparelhos que a IoT proporciona também beneficiam a segurança e o desempenho do local.  Através dos recursos inteligentes de videomonitoramento, o agricultor tem total controle de possíveis ameaças já que o sistema pode ser projetado para emitir avisos, seja por áudio, por mensagem no celular ou por e-mail, quando detecta algo fora dos padrões.

O METAVERSO

Nas tecnologias digitais, o principal conceito a ganhar os holofotes em 2021 foi o do ‘metaverso’, terminologia utilizada para um universo virtual no qual as pessoas vão interagir entre si por meio de avatares digitais. Embora o termo tenha se popularizado apenas em 2021, com a mudança do nome empresarial do Facebook, muitos videogames já utilizavam da ideia para criar um universo digital para a interação entre jogadores e com a presença de mecânicas realistas. Fernando Godoy, CEO da Flex Interativa, startup pioneira no metaverso no Brasil, explica que o mercado de games foi quem, de fato, começou a desenvolver e a evoluir nesse ambiente imersivo, já que, em alguns jogos, as pessoas conversam, divertem, assistem a shows, compram e vendem coisas, entre outras atividades. Entretanto, hoje, é possível ver o varejo, prestadores de serviços e marcas fazendo ações no Metaverso. “O mercado está muito no início e as pessoas e empresas ainda estão tentando entender do que se trata, mas, para resumir: o metaverso cria uma experiência nova para o usuário, onde tudo acontece através de avatares, em um ambiente 3D, onde existe networking, comunicação e aprendizado. Os NFTs aparecem como um meio de realizar as transações dentro desse ambiente. Ali, você pode ter lançamentos de coleções, imóveis e adquirir benefícios que também incorporam o mundo físico”, explica Fernando Godoy, CEO da Flex Interativa. Aos poucos, esse universo novo está abrindo margem para a criatividade dos mais diversos ramos. Seja construindo uma maquete fidedigna no metaverso (tipo The Sims!), fazendo operações com criptomoedas e ganhando acesso a benefícios exclusivos na vida real. 

Para nós, do agronegócio, podemos já entrar em contato com essa tecnologia através de um game lançado no final de 2021. O Farming Simulator 22, jogo desenvolvido pela empresa suíça Giants Software, baseia-se na rotina do agronegócio para oferecer diversão e ensinamentos para os gamers.  Os jogadores têm a opção de jogar sozinhos ou de maneira cooperativa com até 16 amigos. A ideia é que os usuários dividam o espaço em mapas localizados na França, no Meio Oeste dos EUA ou nos alpes suíços, e escolham o negócio mais adequado para a região. Para isso, o agricultor digital deve se atentar aos desafios impostos pelos ciclos sazonais e o clima do universo digital. Precisam saber seguir os calendários da safra, planejar com antecedência o plantio e a colheita, e outros desafios inerentes aos agricultores como, principalmente, o clima.  Além do cultivo de grãos, o Farming Simulator 22 inclui atividades como pecuária, silvicultura e até apicultura. Para ajudar o jogador nessas tarefas e apresentar algumas importantes peças para o funcionamento do agro, o simulador de fazendas oferece cerca de 400 máquinas e outras ferramentas criadas por 100 marcas que existem no mundo real, como Case IH, John Deere, Massey Ferguson, New Holland, Valtra, Fendt  Claas e Deutz-Fahr.

O agronegócio, é claro, não pode, e não vai ficar de fora dessa inovação. Para o setor, existem diversas possibilidades, entre elas: 

A criação de ambientes rurais para o desenvolvimento de capacitações: oferta de produtos e serviços com infinitas possibilidades, como o de transformar o usuário em um ser microscópico para permitir a observação do funcionamento de cada engrenagem de uma máquina agrícola ou até mesmo o modo de ação de um ingrediente ativo dentro da planta. 

Comercialização de commodities e experiências exclusivas: embora se tenha um ambiente de incerteza sobre quais aplicações serão mais difundidas, uma coisa é certa: o produtor rural será o principal beneficiado. Ele terá mais segurança na aquisição de produtos e serviços, com análise nos mínimos detalhes e aprimoramento da experiência de qualificação profissional, sem a necessidade de deslocamento e com nível de imersão nunca visto.

A Transformação Digital está ditando as novas regras do empreendedorismo no mundo e, ao dominarmos os modelos disruptivos acima, estaremos dando um passo à frente da nossa concorrência, mantendo o agronegócio brasileiro como o setor que mais cresce e que mais traz riquezas para o Brasil. O que precisa ficar claro é que não há disrupção sem integrar tecnologia e pessoas. Precisamos correr contra o relógio para digitalizar nossos negócios, mas também precisamos investir tempo para treinar e ensinar equipes, levando a consciência (e os dados) que mostram a importância da Transformação Digital. Temos que aproveitar as oportunidades para usar inteligência de dados (Analytics) para gerar decisões melhores. Quanto mais entusiasta das ferramentas de análise e solução de problemas mais teremos sucesso em ler as jornadas e termos indicadores que nos garantam cada vez mais superar obstáculos e levantar a barra.

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