29 de outubro de 2020

A Alvorada do Agronegócio no coração do Brasil

O ano de 1986 nunca vai sair do calendário histórico da economia brasileira. O ano de José Sarney, político que assumiu a Presidência sem um voto qualquer do eleitor do País. Ano do Plano Cruzado, que nasceu para derrotar a inflação. Em apenas seis meses, os preços de produtos foram congelados, o consumo explodiu, supermercados foram fechados por cidadãos comuns, bois foram confiscados pela Polícia Federal nas fazendas, donas de casa passaram a não encontrar mais arroz e feijão para comprar, o abastecimento mais básico de alimentos entrou em colapso. Um desastre que destruiu ainda mais os fundamentos das atividades produtivas em nome de uma vitória do partido majoritário nas eleições do fim do ano. Mas germinava naquele mesmo instante uma semente positiva, plantada havia aproximadamente dez anos, desde a ocupação do Cerrado nacional por produtores rurais que saíram das regiões Sul e Sudeste em direção ao Centro-Oeste. Os desbravadores queriam plantar, criar os animais, cuidar das fazendas, armazenar grãos. E outros conquistadores chegaram para abastecer a nova fronteira do Agro Brasil com grãos, ração, sementes, fertilizantes, equipamentos, utensílios, peças. Era a força da revenda e distribuição de insumos chegando, encabeçada por jovens empreendedores saídos dos bancos de faculdades de Zootecnia, Engenharia Agronômica, Medicina Veterinária e Técnicas Agrícolas. Foi essa seara de desenvolvimento que marcou o nascimento da Alvorada Produtos Agropecuários, em agosto daquele ano, em Dourados, interior de Mato Grosso do Sul.

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